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Internacional

MIke Pompeo: Irã é responsável por ataques na Arábia Saudita

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O secretário de Estado norte-americano, Mike Pompeo, disse que o Irã é responsável pelos ataques do dia 14 de setembro a instalações petrolíferas da Arábia Saudita. Ele fez o comentário durante visita ao Oriente Médio para investigar os ataques.

Em entrevista nos Emirados Árabes, após visita à Arábia Saudita, ele afirmou que os Estados Unidos (EUA) querem uma solução pacífica para a questão, mas que Washington deverá impor mais sanções contra o Irã.

Teerã tem repetidamente negado as alegações dos EUA. Os rebeldes houthi no Iêmen, que são contra o governo e apoiados pelo Irã, assumiram a responsabilidade pelos ataques.

O chanceler do Irã, Mohammad Javad Zarif, disse à CNN, nessa quinta-feira (19), que caso as Forças Armadas americanas ou sauditas ataquem o país, as consequências poderão ser “uma guerra em grande escala”.

As Nações Unidas planejam enviar uma equipe para investigar os ataques na Arábia Saudita e, por sua vez, o governo saudita disse que vai cooperar com essas investigações.

*Emissora pública de televisão do Japão

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Internacional

EUA proíbem entrada de viajantes que passaram pelo Brasil

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O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, assinou hoje (24) um decreto que proíbe a entrada de viajantes que passaram pelo Brasil nos últimos 14 dias. A medida foi tomada devido aos casos registrados do novo coronavírus e deve entrar em vigor em 29 de maio. 

De acordo com o comunicado divulgado pela Casa Branca, a restrição é necessária para “proteger o país” da contaminação pelo novo coronavírus. A medida não será aplicada aos cidadãos norte-americanos, residentes e filhos de residentes menores de 21 anos. 

Mais cedo,  o consultor de segurança nacional da Casa Branca, Robert O’Brien, informou que a medida seria tomada ainda neste domingo. O’Brien disse que os Estados Unidos também analisarão as restrições para outros países do Hemisfério Sul. 

 

Edição: Nélio de Andrade

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Internacional

Passaporte de imunidade é péssima ideia, diz especialista de Harvard

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Covid-19
PM/Divulgação

Ainda não há comprovação de que recuperados da Covid-19 estão imunes; veja detalhes

A Covid-19 já afetou mais de 5,4 milhões de pessoas em todo o mundo, causando a morte de 346 mil. Como o novo coronavírus foi conhecido há pouco mais de cinco meses, cientistas ainda não tiveram tempo para determinar a duração da imunidade. Afinal, ela é duradoura ou temporária?

LEIA MAIS: Laboratório chinês volta a dizer que não tem relação com a Covid-19

Enquanto essa pergunta tão importante ainda carece de resposta, um novo debate tem ganhado espaço no meio político: os passaportes de imunidade. Em tese, as mais de 2,2 milhões de pessoas que contraíram a doença e já se recuperaram estariam imunes, mas a Organização Mundial de Saúde pede cautela.

Segundo Natalie Kofler, especialista da Universidade de Medicina de Harvard, passaportes de humanidade são uma péssima ideia. Em uma coluna publicada pela revista científica Nature, Kofler afirma que restringir a mobilidade com base na biologia ameaça a liberdade e saúde pública.

Positivos e negativos

Antes de tudo, Kofler afirma que testes de anticorpos ainda não têm eficácia comprovada. Muitas empresas desenvolveram modelos falhos, que identificam as proteínas erradas. Dessa forma, alguns pacientes que não contraíram a Covid-19 podem acabar testando positivo para a doença. Há grande margem de erro.

“Alguns testes podem fazer pessoas que não tiveram contato com o coronavírus pensarem que estão imunes”, ressalta a especialista. “Da mesma forma, há falsos negativos. Pessoas que tiveram a Covid-19 podem achar que ainda estão vulneráveis ao vírus”.

Quantidade inviável de testes

Segundo a especialista de Harvard, governos teriam que fazer uma quantidade inviável de testes para determinar os passaportes de imunidade. Como exemplo, Kofler cita a Alemanha, onde 84 milhões de pessoas moram. “O governo precisaria de 168 milhões de testes para validar duas vezes os anticorpos da população”, afirma.

Poucas pessoas para retomar a economia

Ainda de acordo com Kofler, há pouquíssimos curados da Covid-19 na comparação com todas as pessoas que ainda podem pegar o vírus. Em todo o mundo, há 2,2 milhões de pessoas que já contraíram o vírus. No Brasil, o número de curados revelado pelo Ministério da Saúde é de 142 mil. Segundo Kofler, é um número irrelevante de pessoas para a economia.

“Com base nos números dos Estados Unidos, por exemplo, apenas 0,43% da população teria o passaporte de imunidade. Essa porcentagem é inconsequente para a economia. Um café não pode reabrir e servir os clientes se apenas uma fração dos funcionários estiver imune”, afirma a especialista.

Injustiça

Com poucos testes de anticorpos disponíveis, apenas uma fração da população será testada. Até o momento, sabe-se que pessoas mais abastadas têm mais facilidade de obter os testes de anticorpos do que os mais vulneráveis.

“No começo de março, quando equipes esportivas, executivos de grandes empresas e celebridades estavam sendo testadas, muitos estados nos EUA faziam menos de 20 testes de anticorpos por dia”, ressalta Kofler.

Fonte: IG Mundo

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