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Meu filho tem aspectos agressivos, como lidar?

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A criança agressiva deve ser acolhida pelos pais
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A criança agressiva deve ser acolhida pelos pais

É a partir dos primeiros anos de vida que a criança começa a passar por grandes mudanças em seu desenvolvimento, conseguindo vivenciar diversas descobertas e aprendendo a se relacionar com outras pessoas. É durante esse período que aprende a lidar com a raiva e a agressividade, o que pode ser um grande desafio para os pais e para as crianças.

Diversos podem ser os fatores que despertam a agressividade em uma criança, por isso não podemos ignorar os seus sinais. É necessário que ela seja observada em diferentes situações e ambientes, para que assim, possamos diagnosticar o que está causando essas reações agressivas.

De acordo com a educadora parental, Paloma Silveira Baumgart, a dificuldade de se expressar devido ao vocabulário pouco desenvolvido, gerando ineficiência ao se comunicar ou imaturidade do sistema córtex pré-frontal , responsável pelo controle das emoções, podem ser possíveis causas. “As crianças são reflexos do meio em que vivem e das pessoas com quem convivem. Elas replicam nossas atitudes. Não adianta falarmos que nossos filhos são agressivos, se, quando estamos bravos, nossa reação é gritar ou bater”, complementa a especialista.

criança agressiva
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Os filhos são espelhos dos pais

Mudanças de ambientes, brigas constantes entre os adultos, separação dos pais entre outros fatores, são acontecimentos que também podem alterar as emoções da criança em desenvolvimento. Para Paloma, “ é importante sempre olharmos com muita atenção para nossas crianças, pois na maioria das vezes, um comportamento agressivo está vindo de algo que ela está passando. Seja a ausência de convívio com os pais, algum acontecimento na escola ou reflexo de sua criação, é preciso ter um olhar atento para observar e encontrar essas possíveis causas.”

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As relações que fazem parte do dia a dia da criança, principalmente dentro de casa, são de extrema importância para o seu desenvolvimento saudável, uma vez que, elas observam as atitudes vistas em casa e as usam como referência. “ Os filhos são espelhos dos pais. Se os pais demonstrarem agressividade no momento em que estão bravos com seus filhos, isso irá se replicar na criança no momento em que ela sentir raiva”, explica Paloma.

Para que essas atitudes sejam evitadas, é necessário que os pais se atentem a seus filhos. Para a especialista, é preciso dar amor, acolhimento e referência. “Na maioria das vezes, as crianças com traços agressivos estão com ausência de afeto, atenção ou até mesmo de referências. Precisa-se acolher a criança, abraçar e explicar que não batemos, machucamos ou gritamos com as pessoas”, explica.

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Além disso, Paloma indica que o afeto e uma boa comunicação podem evitar comportamentos agressivos. “Seja o exemplo dentro de casa. Evite gritar ou ser agressivo no seu dia a dia, não só com as crianças, mas em todas as relações, principalmente na frente deles. E quando a criança estiver nervosa, acolha, ofereça um abraço e quando ela se acalmar, explique a situação e reforce que essa atitude não é permitida nem dentro nem fora de casa. É importante que a criança tenha ajuda de como pode fazer quando estiver nervosa, e caso você perca a paciência, deve pedir desculpas e admitir seu erro sem colocar a culpa em ninguém. Por exemplo, ‘eu fui agressivo porque você me bateu’ e sim ‘desculpa por eu ter gritado. Eu perdi o controle e fiquei nervosa com a situação. Não foi legal a minha atitude, a mamãe também erra e eu queria te pedir desculpas por isso’”, ensina.

Fonte: IG Mulher

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Não consegue atingir o orgasmo? Você pode ter anorgasmia

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Anorgasmia atinge até 4 em 10 mulheres
Foto: Reprodução/Freepik

Anorgasmia atinge até 4 em 10 mulheres

O desfecho de uma relação sexual, para muitas pessoas, é quando se alcança o orgasmo. Dados do periódico médico “Journal of Sexual Medicine” revelam que o clímax feminino demora cerca de 13 minutos e 25 segundos para acontecer e, para os homens, o biólogo americano Alfred Kinsey constatou que o tempo médio até o ápice sexual era de 2 minutos.

Se, mesmo com estímulos, uma pessoa não consegue atingir o orgasmo, isso pode ser um sinal de um problema fisiológico. A falta de orgasmo, conhecida também por disfunção orgásmica ou anorgasmia, é uma disfunção sexual que impede, atrasa ou diminui o prazer no clímax.

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Anorgasmia

O Diário de Obstetrícia e Ginecologia estima que de 20% a 40% das mulheres sofrem de anorgasmia em todo o mundo. Segundo a publicação, uma pessoa pode ter anorgasmia quando sente dificuldade em atingir o orgasmo em 75% das tentativas por até seis meses. 

Segundo a sexóloga Débora Pádua, os estímulos sexuais são ineficazes para quem sofre desse problema: “Uma pessoa que sofre de anorgasmia nunca chega ao orgasmo, nem com o próprio estímulo nem com estímulo de outra pessoa. Elas podem até ter tentado, mas simplesmente não conseguem”.

Na medicina, existem diversos tipos de anorgasmia: a anorgasmia primária, disfunção onde a paciente nunca sequer atingiu um orgasmo; a anorgasmia secundária, quando a paciente tem dificuldade na hora de gozar, e a anorgasmia situacional, que é variável, como quando mulheres conseguem gozar com masturbação mas não com o sexo.

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“O orgasmo traz relaxamento para as mulheres”, afirma médica

Para a ginecologista do corpo clínico do Hospital Sírio Libanês, Débora Oriá, uma das causas desse problema é a falta de autoconhecimento, já que muitas mulheres não conseguem reconhecer os sinais do que é, realmente, um orgasmo. “O orgasmo real é definido pelas contrações múltiplas na região pélvica e genital. Ele tem um pico intenso seguido de outras contrações que vão reduzindo a sua intensidade até pararem e após essa sensação, você tem um resultado de relaxamento físico e emocional”.

Causas

Entre as principais causas para não conseguir atingir esse prazer, estão o estresse, o uso de ansiolíticos e antidepressivos, a ansiedade, o trauma sexual, o envelhecimento, o abuso de substâncias químicas e a falta de conhecimento do próprio corpo.

Sem a possibilidade de chegar ao clímax, mulheres com anorgasmia tendem a ficar estressadas e infelizes com os parceiros, além de reprimirem a própria sexualidade.  

“Eu tentava, tentava, mas nada acontecia”, declara Juliana*, advogada que foi diagnosticada em 2019 com anorgasmia. “Sempre que eu arrumava um namorado, eles acabam se frustrando, já que nunca conseguiram me fazer gozar”.

Anorgasmia causa frustração em mulheres e parceiros
Foto: Reprodução/Pixabay

Anorgasmia causa frustração em mulheres e parceiros

“Eu só descobri que não conseguia gozar aos 26 anos. Assumi, depois de perder a virgindade, aos 19, que o sexo iria acabar melhorando por conta da experiência. E acabou até melhorando, sim. Mas o orgasmo, em si, nunca chegava. Me sentia excluída até da rodinha de amigas, porque elas viviam contando experiências e eu não podia falar nada”.

A jovem alega que a impossibilidade de gozar causou verdadeiros problemas em seu relacionamento com Pedro*, atual noivo. “Como eu percebi que eu não ia conseguir chegar ao final em nenhum momento, eu acabei negligenciando meu parceiro. Deixava o sexo para depois, sabe? Foi me estressando de um jeito que eu fiquei cansada. Até que [Pedro] não aguentou mais e pediu para a gente ver uma terapeuta sexual”.

Tratamento

Por se tratar de uma disfunção sexual, o tratamento pode ser físico e psicológico. Na maioria dos casos, um terapeuta sexual pode ser a solução para a anorgasmia.

Oriá detalha que a anorgasmia pode ser revertida, como foi o caso de Juliana*: “O tratamento é composto por educação e terapia sexual. Ela pode ser feita individualmente ou em casal, pois ela é multidisciplinar”, explica a médica.

Na terepia, os profissionais buscam estimular posições que facilitem o orgasmo feminino, desenvolvem exercícios de Kegel e treinos para assoalho pélvico, além de tratarem a noção do sexo na terapia cognitivo comportamental.

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Um dos fatores que auxiliou a vida sexual de Juliana* foi a conversa honesta com seu parceiro. Oriá reflete que a discussão é, também, uma peça essencial para a melhora da anorgasmia: “O parceiro tem que estar ciente dessa situação, né? A falta de comunicação é uma das principais causas da disfunção do orgasmo, então se você não consegue conversar com seu parceiro, é porque ele não conhece o seu corpo”.

A profissional aconselha que o autoconhecimento é primordial: “É preciso se conhecer. Onde está o clitóris? Onde é uretra, onde é a vulva? Quais são os seus pontos de excitação? Um autoconhecimento do corpo é fundamental para o tratamento”.

Brinquedos sexuais são opção para autoconhecimento
Foto: Reprodução/Freepik

Brinquedos sexuais são opção para autoconhecimento

A sexóloga Debora Pádua afirma que também existem alternativas além do sexo e da terapia: “Eu acredito muito nos brinquedos eróticos. No mercado, temos vibradores bem simples, e outros um pouco mais sofisticados. Às vezes, [a falta do orgasmo] pode sim só ser falta de estímulo e de falta de conhecimento”, analisa a médica.

“A mulher tem que se permitir sentir prazer, se permitir sair do controle da situação. Eu acho que isso faz uma grande diferença, e é isso que eu percebo nas minhas pacientes. Não adianta usar um vibrador se ela não tem vontade alguma de conhecer o orgasmo como ele é. É necessário se permitir”, finaliza.

Fonte: IG Mulher

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Composto de colágeno idêntico ao do corpo humano chega ao Brasil

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Marca traz fórmula de colágeno mais potente em opções de chá, bebida e pó para diluição
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Marca traz fórmula de colágeno mais potente em opções de chá, bebida e pó para diluição

O Brasil vai ganhar mais uma opção de ingrediente, desta vez totalmente vegano, para cuidar da beleza e, principalmente, estimular a produção de colágeno. Trata-se do VeCollal, um bioidêntico de colágeno que tem o mesmo perfil de aminoácidos encontrados no organismo humano.

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A  proteína produzida naturalmente pelo organismo confere uma série de benefícios para a aparência, mas também para a saúde física. Entre os  benefícios do colágeno para a pele  estão a confecção de firmeza e melhora da elasticidade, que é o que faz com que ele seja um ativo importante para a rotina de skincare.

O bioidêntico chega ao país com a promessa de revolucionar o mercado de nutricosméticos – ou seja, para produtos que prometem intensificar a rotina de beleza de dentro para fora, como as  balas gummies para os cabelos e unhas, por exemplo. Patrícia Brossa, gerente comercial da Aunare, marca responsável por trazer o composto ao país, explica que o VeCollal é uma fonte de proteína muito mais completa do que a encontrada tradicionalmente no mercado.

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VeCollal estará, principalmente, em produtos alimentícios que ajudam a cuidar da beleza, os chamados nutricosméticos
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VeCollal estará, principalmente, em produtos alimentícios que ajudam a cuidar da beleza, os chamados nutricosméticos

Brossa explica que os colágenos de origem animal, que fazem parte das composições atualmente encontradas, não possuem essa similaridade tão forte com o colágeno produzido no organismo humano. Por isso, essas composições acabam precisando de aminoácidos essenciais na composição, como o I-triptofano.

“Por isso trazemos o VeCollal, que é idêntico ao colágeno humano tipo 1 e fornece as proporções perfeitas para a construção natural de colágeno no corpo”, explica a gerente.

Outro ponto que ela salienta é a possibilidade de uso por pessoas veganas: “Um colágeno de origem animal não pode ser consumido por veganos, mas um colágeno vegano pode ser consumido por qualquer um. Também temos estudos que comprovam que esse bioidêntico de colágeno vegano é mais funcional devido à biocompatibilidade, pois ele foi desenvolvido para ser idêntico ao colágeno humano”, explica.

Inicialmente, o bioidêntico terá versão em água, pó para diluição e chá, mas Brossa defende que VeCollal é a melhor alternativa para ser implementado em cápsulas, balas gummies, iogurtes, bebidas, snacks, barrinhas e até mesmo soluções dermatológicas e cremes. Para ela, o composto é uma facilidade para diversificar as alternativas do mercado de beleza no país.

“Além disso, o custo deste insumo é praticamente o mesmo do colágeno de origem animal, porém, com a vantagem de necessitar de uma menor quantidade de ingrediente na fabricação dos produtos, o que resulta em um custo e benefício muito melhor”, diz a executiva.

Fonte: IG Mulher

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