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Mesmo evoluindo, Brasil fica atrás do Japão em ranking de público

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Torcida do São Paulo no Morumbi
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Brasil está apenas na 13ª colocação em ranking de média de público

Mesmo sendo considerado o país do futebol, o Brasil está longe de possuir a melhor média de público. Ao menos, é isso que o estudo publicado na quinta pelo CIES Football Obersvatory aponta. O levantamento analisou os dados de 51 campeonatos nacionais entre 2003 e 2018. Segundo os números de público, o Brasil, com média de 17.402 espectadores, ocupa, atualmente, a 13ª (décima terceira) colocação do ranking.

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De acordo com o estudo, somos superados em público por diversos campeonatos europeus e até pelo Japão. A J-League, primeira divisão japonesa, tem registrado em média, 18.227 torcedores em cada partida do campeonato.  Ainda a frente do Campeonato Brasileiro , encontramos as segundas divisões alemã e inglesa, com, respectivamente, 18.814 e 18.526 torcedores em média.

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Em compensasão, o Brasil apresentou a quarta maior evolução do ranking. Entre 2003 e 2018, o número de torcedores nos estádios passou de 15.482 para os 17.402 atuais, o que significa um crescimento de 27%. A evolução só não é superior do que a segunda divisão alemã (32%), MLS (34%) e do que a Liga Polonesa, que apresentou crescimento de 47% no público total.

A liderança do ranking geral pertence à Bundesliga . A primeira divisão alemã mantém uma média impressionante de 43 mil torcedores por jogo. Logo atrás, na vice colocação, está a Premier League, aproximadamente 36 mil espectadores por jogo. As primeiras divisões espanhola (27 mil), mexicana (25 mil) e italiana (22 mil) completam o top-5 do ranking.

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Na ponta de baixo encontram-se algumas ligas cujo público parece estar perdendo interesse. A Liga Grega é a que mais perdeu espectadores desde o começo do estudo: 5,7 mil (2003) para 3,8 mil em 2018. Noruega, com um decréscimo de 29%, e Escócia, que perdeu 26% dos torcedores, completam o trio com maiores perdas de público.

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Cruzeiro perde no Mineirão e disputa a Série B junto com o Cuiabá em 2020

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Apesar da fé e do apoio vindo das arquibancadas, o Cruzeiro perdeu para o Palmeiras, por 2 a 0, no Mineirão, em Belo Horizonte (MG) e foi rebaixado no Campeonato Brasileiro. O único gol da partida foi marcado por Zé Rafael, no início do segundo tempo. O PLACAR FI acompanhou TUDO em tempo real.

A missão dos mineiros para escapar da Série B era difícil. O Cruzeiro entrou em campo sendo obrigado a vencer o vice-líder Palmeiras, além de torcer por derrota do Ceará para o Botafogo, no Rio de Janeiro. Na teoria, resultados possíveis de acontecer. Porém, na prática, o futebol apresentado em campo não iludia o esperançoso torcedor celeste.
O rebaixamento tira o Cruzeiro do rol de times que nunca haviam sido rebaixados à Segunda Divisão do Campeonato Brasileiro. Situação esta que hoje só pertence a Flamengo, São Paulo e Santos. Importante dizer que além do Cruzeiro, a Chapecoense também foi rebaixada e consequentemente conheceu em 2019 o primeiro descenso de sua história.

POUCOS CHUTES E TUDO IGUALdestaque
O primeiro tempo esteve longe de ser o ideal para que o Cruzeiro conseguisse abrir o placar e mantivesse vivo o destaquecarrocelsonho de permanecer na Série A. Logo no primeiro minuto, Marcos Rocha cobrou lateral na área e o zagueiro Léo desviou contra o próprio gol. Fábio se esticou todo e mandou para escanteio.

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Melhor tecnicamente, o Palmeiras apostou nas jogadas em profundidade e quase abriu o placar aos 15 minutos. Zé Rafael saiu em velocidade e invadiu a área. O meia finalizou cruzado e Fábio desviou para escanteio. Uma defesaça.
Numa das raras oportunidades de gol, aos 23 minutos, Marquinhos Gabriel tabelou com Jadson e o meia cruzou para Pedro Rocha, que finalizou de primeira, mas pela linha de fundo. Curiosamente, o time mineiro impôs ritmo maior quando foi avisado da derrota parcial do Ceará para o Botafogo, no Rio de Janeiro, mas insuficiente para balanças as redes do Mineirão.

DRAMA CRUZEIRENSE
Sem efetividade no campo ofensivo durante os primeiros 45 minutos, o Cruzeiro voltou para o segundo tempo com Sassá, que já vinha sendo pedido pela torcida na primeira etapa. Porém, o Palmeiras seguiu com mais posse de bola e levando mais perigo ao gol cruzeirense.

Aos 12 minutos, Weverton lançou Dudu, que ganhou na corrida do jovem zagueiro Cacá. O atacante cruzou rasteiro na área e Zé Rafael, com a perna esquerda, superou o goleiro Fábio. Gol que complicou ainda mais o Cruzeiro na luta contra o rebaixamento, mas que manteve o time paulista na segunda posição do campeonato.

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Não bastasse o gol palmeirense, o Ceará também acabou empatando o duelo contra o Botafogo, no Rio de Janeiro, dificultando ainda mais a situação do Cruzeiro. O gol de Raphael Veiga veio como uma ducha de água fria, desanimando os jogadores para seguir acreditando na fuga contra o rebaixamento.

O rebaixamento do Cruzeiro foi sacramentado aos 37 minutos do segundo tempo, quando Bruno Henrique cruzou na área e o baixinho Dudu, sem marcação, cabeceou no ângulo de Fábio. Segundo gol que selou a derrota e consequentemente o descenso do Cruzeiro à Série B.

CONFUSÃO NAS ARQUIBANCADAS
Minutos antes do segundo gol do Palmeiras, torcedores do Cruzeiro entraram em confronto com a Polícia Militar nas arquibancadas do Mineirão. Muitas bombas e correria em alguns dos setores do estádio. O jogo foi paralisado aos 40 minutos e, por ordem da Polícia Militar, o árbitro encerrou a partida.
FICHA TÉCNICA

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Aunciado pelo Guaraní-SP, volante Alê, ex-Cuiabá, é contratado pelo América-MG

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O meia foi um dos destaques do Estadual, Copa Verde e Brasileiro da Série B no Cuiabá

O Guarani esperava anunciar a contratação do volante Alê nos próximos dias para a temporada 2020, mas o América-MG entrou na jogada e fechou com um dos destaques do Cuiabá na Série B do Brasileiro. A informação é exclusiva do Portal Futebol Interior.

Alê entrou na mira do Guarani após indicação do executivo de futebol Michel Alves, que trabalhou com o jogador no Dourado. O volante de 29 anos tinha em mãos propostas oficiais de Água Santa, Novorizontino e CRB.
No entanto, a possibilidade de voltar para o estado onde mora pesou na decisão de Alê. Natural de Osasco-SP, o volante se casou quando atuava pelo Uberlândia e acabou se mudando para a cidade mineira.
“A escolha se dá por questão pessoal mesmo. O Guarani já estava no negócio há um pouco mais tempo por conta do Michel Alves também né. Nós trabalhamos juntos. As coisas com o América aconteceram tudo nesta semana. Eu fechei agora. Vou para Belo Horizonte só no dia 02 de janeiro de 2020”, disse Alê ao Portal FI.
Com passagens por Taubaté, Grêmio Osasco, Grêmio Barueri, Audax Rio, Uberlândia, URT e Caldense, entre outros, Alê estava desde 2018 no Cuiabá. Nesta temporada, ele foi eleito o melhor jogador do Campeonato Mato-grossense e um dos destaques do time na Série B. Foram 46 jogos e cinco gols.

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