conecte-se conosco


CORRIDA AO SENADO

Mesmo com Enelinda indicada, PT ainda discute outros nomes com legendas federadas, como PV e PCdoB

Publicado

A ex-vereadora Enelinda Scala é a pré-candidata, mas não é decisão final da federação

A deputada federal Rosa Neide (PT), disse ao Portal ODocumento que a federação entre o seu partido, o PV e PCdoB, está fechando as tratativas para as eleições deste ano no Estado e que a única certeza, até agora, é a consolidação do projeto nacional com a candidatura do ex-presidente Lula da Silva (PT). Sobre o Senado, segundo ela, a candidatura ainda está em construção.

“Estamos organizando a federação, conversando o tempo todo. Nós já temos o nosso candidato a presidente da República, a candidatura do Senado está tendo essa construção ainda, a Márcia Pinheiro, do PV, colocou seu nome, a professora Enelinda, que é do PT, também colocou o nome, e agora a conversa está acontecendo com o Neri Geller, que é uma conversa que vem ocorrendo com o partido em nível nacional e passando também pelo Estado”, declarou.

Quanto a busca de apoio da federação por parte do deputado Neri Geller (PP), presidente do partido em Mato Grosso e pré-candidato ao Senado, a deputada petista disse que a federação ainda vai conversar.

“Ele disse que da parte dele está colocado o nome, mas a gente tem que conversar aqui com a federação e também com a nacional. Ele veio e disse que está descolado do outro grupo e que ele vai para a campanha do Lula. Isso é definição dele, mas a gente se reúne na próxima semana com os presidentes nacionais do PT, PV e PCdoB para avaliar essa questão local”.

No tocante ao Governo do Estado, a federal do PT disse ainda não há definição do grupo federado. “Estamos fechando essa discussão e temos algumas candidaturas postas ao Governo do Estado, como é da reitora Maria Lúcia e também do ex-prefeito Percival Muniz, que é do MDB, que também está colocando o nome da oposição. Essa questão ainda está sendo construída”, garantiu.

“Todos os partidos que não são do nosso projeto, possivelmente a gente não tem todo, por inteiro, mas as principais lideranças sim”, disse sobre o PP no palanque da federação de esquerda em Mato Grosso.

publicidade
Clique para comentar

Deixe seu comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado.

CORRIDA AO SENADO

Presidente da Aprosoja diz que ‘bolsonarismo’ de Wellington é puro oportunismo: “sempre esteve com esquerdistas”

Publicado

O presidente da Associação Brasileira de Produtores de Soja (Aprosoja Brasil), Antônio Galvan, pré-candidato ao Senado Federal pelo PTB na eleição deste ano em Mato Grosso, afirmou em entrevista que o seu entendimento é o de que o presidente Jair Bolsonaro (PL), candidato à reeleição, será reeleito no 1º turno, e que o PT do ex-presidente Luis Inácio Lula da Silva representa a “corrupção, incompetência e retrocesso político”.

Conforme Galvan, “a população sabe que o governo do PT saqueou o país e agora quer voltar ao poder para continuar roubando e enganando os brasileiros. Tenho convicção da vitória do presidente Bolsonaro. PT nunca mais”, declarou, argumentando que “o presidente Bolsonaro tem apoio popular e trabalho prestado”.

No que tange à disputa ao Senado, Galvan criticou o que classifica de oportunismo de alguns políticos que, segundo ele, sempre estiveram com a esquerda, dando sustentação aos governos de Fernando Henrique Cardoso, Lula da Silva e Dilma Rousseff, referindo-se diretamente ao senador Wellington Fagundes (PL), que é do mesmo partido do presidente Bolsonaro e que busca à reeleição no pleito de outubro próximo.

O ruralista vê o senador Wellington Fagundes como um candidato melancia, “verde por fora e vermelho por dentro”. Para ele, a população mato-grossense saberá identificar na hora de votar quem de fato defende as pautas conservadoras e o governo Bolsonaro.

“O eleitor mato-grossense conhece muito bem quem é melancia e quem sempre esteve com Bolsonaro. Por oportunismo eleitoral, muita gente, inclusive do partido do presidente, só vestiu a camisa verde, porque por dentro ela continua sendo vermelha e não amarela”, disse o produtor rural, que foi alvo de uma operação por apoiar as manifestações de 7 de setembro do ano passado e o governo Bolsonaro.

Continue lendo

Política MT

Policial

Mato Grosso

Esportes

Entretenimento

Mais Lidas da Semana