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Mesmo com chuva forte, Vasco e Fortaleza se esforçam mas ficam no empate

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Nesta quinta-feira (19/11), às 19h, o Vasco da Gama enfrentou o Fortaleza, em São Januário na partida referente a décima sexta rodada do Brasileirão que estava atrasada. O resultado positivo além de poder gerar os três pontos para equipe vitoriosa, garantia um salto importante na tabela do campeonato, mas o jogo terminou empatado e o Vasco subiu apenas uma posição. O Cruzmaltino saiu do Z4, porém o resultado não atendeu as expectativas. Apesar do histórico positivo do Vasco referente aos duelos passados contra o Fortaleza, a equipe adversária é perigosa e organizada taticamente, então exigia bastante cautela nas tomadas de decisões. Quanto mais o tempo passava, mais era notável que a partida poderia ser definida nos detalhes e a chuva forte contribuia com este cenário.

Agora o Vasco irá se preparar para o próximo jogo que será no domingo (22/11), contra o São Paulo. A partida está definida para 16h no estádio do Morumbi. A transmissão ficará por conta da Rede Globo e o pré-jogo será na VascoTV. Vale lembrar que no primeiro turno o Gigante da Colina saiu vitorioso com dois gols do Germán Cano dentro de São Januário: Vasco 2 a 1.

Um Club de tanta história como o Vasco da Gama não poderia deixar de prestar homenagem na véspera da data da Consciência Negra. O elenco iniciou a partida homenageando os negros que enfrentam a batalha dessa luta contra o preconceito diariamente. Através de um gesto simbólico do punho fechado para cima, os jogadores da equipe Cruzmaltina representaram a causa que o Gigante da Colina sempre defendeu em toda a sua história. Em seguida, o árbitro deu inicio ao jogo.

A partida começou de forma equilibrada e aos poucos foi sendo definido o que o torcedor poderia esperar da disputa. Depois dos dez minutos o confronto foi esquentando. Aos onze, o Vasco tinha finalizado duas vezes enquanto o Fortaleza possuia apenas uma finalização. Aos 12, Léo Gil cobrou uma falta que obrigou o goleiro do time adversário ir no segundo andar buscar a bola. Chegando aos 14, o Vasco tocava bastante a bola e do outro lado o Fortaleza marcava em cima. O time de São Januário buscava tomar mais a iniciativa do ataque, porém encontrava obstáculos para furar a defesa da equipe visitante. Aos 16, durante uma bola parada do Léo Gil o Cano quase abriu o placar para o Gigante da Colina. Através de um lance de cabeça, a bola ia dentro do gol se não fosse a impecável defesa do goleiro adversário.

No início do primeiro tempo, o jogo seguia bem disputado e o Vasco se destacava mais com melhores oportunidades de gol. O time da casa buscava aproveitar os momentos de bola parada. Por outro lado, o Fortaleza criava chances através do contra-ataque e com mais posse de bola. Após aos 30 minutos, a equipe adversária conseguiu se organizar melhor dentro do campo, enquanto o Cruzmaltino estava atento as respostas do Fortaleza e o Vasco procurava ser mais ofensivo. Aos 45, o Gigante da Colina conseguiu assustar a zaga do adversário com uma bola alta dentro da área. No minuto seguinte, o Marcelo Alves de forma bastante eficaz paralisou o contra-ataque. O primeiro tempo foi finalizado com as duas equipes defendo bem, mas sem finalizações de sucesso.

O Vasco voltou para o segundo tempo substituindo o Talles Magno pelo Gustavo Torres na tentativa de mudar a movimentação no ataque, mas ainda assim encontrava dificuldade para se infiltrar na zaga do adversário para procurar abrir o placar em São Januário. Além disso, a chuva intensa estava atrapalhando a performance do jogo para ambos os lados.  Aos 19 minutos, o Vasco teve uma boa chance de abrir o placar no Caldeirão, mas a bola insistiu em não balançar o fundo da rede. Naquele momento o Gigante da Colina se recuperou na partida e logo em seguida, aos 23, Gustavo Torres assustou o time do Fortaleza com uma infiltração perigosa. Novamente aos 25, ele explodiu a bola em cima do goleiro Felipe Alves. Ainda aos 25, quase saiu o gol dos visitantes, mas o Fernando Miguel fez duas defesas difíceis consecutivas no mesmo lance.

O jogo esquentava cada vez mais. Naquele momento enquanto um time atacava, o outro buscava responder em seguida. Aos 34, Léo Gil teve uma chance clara mandando um chute rápido e potente na tentativa de encontrar o gol, mas a bola saiu raspando na trave. Pelo Vasco, o jogador se destacava na partida e teve a chance mais clara de gol. Quase aos 40, na etapa final, Fernando Miguel fez outra defesa impecável saindo da pequena área e sendo o melhor em campo. Após dois lances seguidos, em minutos consecutivos, a bola do Fortaleza não balançou a rede do goleiro do Vasco por sorte. No momento final do duelo, o adversário deu trabalho para zaga do Vasco. Os jogadores sentiram o final da partida, mas não desistiram de buscar o resultado. Após nenhuma equipe conseguir finalizar de forma eficaz, o jogo foi encerrado com o empate de 0 a 0.

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São Paulo joga mal e fica somente no empate de 1 a 1 com Vasco

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O Tricolor pressionou até o último segundo em busca da virada, no Morumbi, mas empatou com o Vasco da Gama em 1 a 1 no domingo (22) em duelo válido pela 22ª rodada do Campeonato Brasileiro. O gol são-paulino foi marcado por Luciano, que agora detém 12 pelo clube.

Com o resultado, a equipe se manteve na terceira colocação, agora com 37 pontos em 19 jogos. Na próxima quarta-feira (25), às 19h15, na Arena Castelão, o Tricolor enfrentará o Ceará em confronto atrasado da 16ª rodada.

Na partida deste final de semana, os atletas do São Paulo entraram em campo com uma pequena alteração em suas camisas de jogo: os nomes dos jogadores estampados nos uniformes foram substituídos pelos de personalidades negras brasileiras – entre homens e mulheres – que marcaram época em suas áreas de atuação.

A iniciativa fez parte das homenagens do clube à semana da Consciência Negra. O São Paulo FC condena o racismo em todas as suas formas de manifestação. O futebol também precisa ser antirracista. A lista de homenageados incluiu de pioneiros na luta por direitos civis e igualdade, como Esperança Garcia e José do Patrocínio, a artistas desbravadores e icônicos, como Elza Soares e Grande Otelo.

Para escalar o time, o técnico Fernando Diniz não contou com Walce e Liziero (cirurgias no joelho e tornozelo), Paulinho (estiramento), Rojas e Perri (transição) e Toró (entorse no joelho). Assim, o treinador montou a equipe com Volpi; Juanfran, Bruno Alves, Léo e Reinaldo; Luan, Dani Alves, Igor Gomes e Gabriel Sara; Luciano e Brenner.

No primeiro tempo, os visitantes abriram o placar aos 18 minutos, com Cano, após rápida jogada de contra-ataque. O Tricolor, então, teve que reagir para empatar aos 33, com Luciano, que aproveitou bobeada da zaga adversária para deixar tudo igual! 1 a 1!

No intervalo, o comandante são-paulino promoveu duas alterações: Vitor Bueno e Tchê Tchê nos lugares de Luan e Juanfran. Com mais opções ofensivas, o São Paulo partiu em busca da virada e criou oportunidades para marcar. No entanto, mesmo depois com as entradas de Hernanes, Pablo e Tréllez, não conseguiu furar o bloqueio vascaíno.

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Fora de casa, América vence o Operário e retoma a vice-liderança da Série B

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No sábado, o América somou 3 importante pontos e retomou a vice-liderança do Campeonato Brasileiro Série B. Pela 22ª rodada, o Coelhão venceu, por 1 a 0, o Operário-PR e chegou a 40 pontos na competição. O gol americano, que garantiu o triunfo americano, foi marcado por Léo Passos, no Estádio Germano Kruger, em Ponta Grossa (PR).

O próximo compromisso americano será nesta terça-feira, pela 23ª rodada do Campeonato Brasileiro Série B. A partida acontecerá na Arena Independência, em Belo Horizonte, às 21h30.

O jogo

O Coelhão iniciou a partida com tudo! Aos 3 minutos, após uma desatenção do volante adversário, Léo Passos apareceu firme para roubar a bola e chutou para o fundo da rede marcando o primeiro do América na partida, 1 a 0.  A equipe americana continuou pressionando o Operário-PR e cortando as linhas de marcação da equipe, principalmente com jogadas de infiltração no meio do campo. Já nos acréscimos, aos 46 minutos, dentro da área do Operário-PR, Rodolfo chutou para o gol, mas um zagueiro defendeu e a bola acabou sobrando no pé do Juninho que passou para Flávio que não conseguiu finalizar bem e a bola foi para fora.

Na segunda etapa o América desacelerou um pouco um pouco o ritmo da partida, deixando o jogo confortável para a equipe e o time atento às chances de contra-atacar o adversário. Ainda no início do segundo tempo, o Operário-PR teve um jogador expulso após uma forte falta no capitão Juninho. Com a saída de Pedro Ken, acabou surgindo um bom espaço para infiltrações americanas no meio de campo, que foi explorada pelo Coelho e rendeu jogadas perigosas que colocaram a zaga e o goleiro adversário para trabalhar.

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