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Internacional

Merkel quebra protocolo ao recepcionar primeira-ministra da Dinamarca

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A chanceler alemã, Angela Merkel, recepcionou sentada a primeira-ministra da Dinamarca, Mette Frederiksen, hje (11), um dia após apresentar novos tremores ao ficar de pé em outra cerimônia oficial.

Frederiksen sentou-se ao lado de Merkel durante a cerimônia de recepção com honras militares em um dia quente de Berlim, antes de as duas caminharem em direção ao gabinete da chanceler. Merkel sorria, sem demonstrar sinais de tremores.

Após recepcionar o primeiro-ministro da Finlândia, Antti Rinne, na quarta-feira, Merkel disse que estava “lidando” com a questão dos tremores que ocorreram pela primeira vez em meados de junho, mas insistiu que estava bem e “assim como isso aconteceu um dia, irá desaparecer”.

A chanceler, de 64 anos, ocupa o cargo desde 2005 e não apresenta histórico de problemas graves de saúde. Seu gabinete não forneceu explicações para os episódios. Na quarta-feira, ela não deu detalhes sobre quaisquer recomendações ou tratamentos médicos.

Especialistas minimizaram as especulações sobre os tremores, dizendo que há múltiplas causas possíveis.

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Merkel é reconhecida por sua ética e tem a reputação de superar outros líderes nas cúpulas da UE com sua capacidade de se concentrar nos detalhes de discussões complexas no meio da noite.

Em novembro de 2016, quando anunciado que tentaria um quarto mandato como chanceler, Merkel disse que era “uma decisão não só para uma campanha eleitoral, mas sobre os próximos quatro anos… se a saúde permitir isso”.

Edição: José Romildo

Fonte: EBC Internacional
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Internacional

Bolívia pode revogar decreto que exime militares de responsabilidade

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O governo interino da Bolívia está disposto a revogar o decreto 4078, assinado na semana passada, que isenta as Forças Armadas de responsabilidade penal. Em troca, o governo exige avanços no diálogo com os setores mobilizados e o desbloqueio de estradas.

O decreto 4078, que foi assinado sem o apoio da maioria do parlamento, define que “o pessoal das Forças Armadas que participa das operações de restauração da ordem interna e da estabilidade pública ficará isento de responsabilidade criminal quando, em cumprimento de suas funções constitucionais, atuar em defesa legítima ou estado de necessidade, em conformidade com os princípios de legalidade, necessidade absoluta e proporcionalidade”.

Hoje (21), o ministro da Presidência, Jerjes Justiniano, afirmou que o pedido de revogação do decreto foi feito por setores mobilizados e que, em contrapartida, ele solicitou que desbloqueiem a planta da empresa pública de gás YPFB. O cerco a essa planta impede a normal distribuição de gás e petróleo e atinge, principalmente, as cidades de El Alto e La Paz.

Revogação

“Podemos revogar, não se trata de uma conversa de surdos. Revogamos, damos um passo. E vocês que passo vão dar para continuar o diálogo?”, questionou o ministro. Nas próximas horas, representantes do governo se reunirão com líderes dos movimentos de oposição para analisar propostas e tentar avançar rumo à pacificação dos conflitos.

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Na terça-feira (19), pelo menos três pessoas morreram em um conflito na região de Senkata, onde está situada a planta da YPFB. Manifestantes dinamitaram os muros da empresa, incendiaram veículos e tentaram invadir a planta. O conflito ocorreu enquanto um forte operativo policial dava proteção a caminhões carregados de gás e petróleo, que saíam do local para abastecer El Alto e La Paz.

Justiniano lamentou as mortes, mas insistiu que nenhum disparo foi feito pelas forças policiais. “O uso da força militar foi absolutamente proporcional”, afirmou.

Edição: Kleber Sampaio

Fonte: EBC Internacional
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Internacional

Papa Francisco visita templo budista em Bangcoc

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O papa Francisco visitou hoje (21) o templo Wat Pho, em Bangcoc, para se encontrar com o patriarca supremo dos budistas tailandeses. Ele defendeu que as religiões sejam faróis de esperança e fraternidade.

No segundo encontro oficial da visita à Tailândia, Francisco entrou no templo budista, construído em 1860, e saudou o patriarca Somdej Phra Maha Muneewng, de 92 anos, que conheceu por ocasião de uma visita ao Vaticano, em novo passo no diálogo com representantes dessa Igreja.

Tal como os monges budistas, o papa e toda a delegação tiraram os sapatos para entrar no templo e, em seguida, na sala principal, onde foram feitos os discursos.

Francisco afirmou que o encontro pretende “acrescentar não só o respeito, como a amizade” entre as duas religiões, o que serve de exemplo num mundo em que “se criam e propagam divisões”.

“Quando temos a oportunidade de nos reconhecermos e de nos valorizarmos, inclusive nas nossas diferenças, oferecemos ao mundo uma palavra de esperança capaz de animar e apoiar aqueles que são sempre prejudicados pela divisão”, defendeu.

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O papa destacou “a importância de que as religiões se manifestem cada vez mais como faróis de esperança, enquanto promotoras e garantes da fraternidade”.

Ele pediu que entre os fiéis das duas religiões sejam desenvolvidas “novas imaginações de caridade, capazes de gerar e aumentar iniciativas concretas no caminho da fraternidade, especialmente com os mais pobres e em referência à nossa tão maltratada casa comum”.

Durante o dia, o papa visitou ainda o maior hospital católico do país, São Luís, fundado há 120 anos.

Mais tarde, Francisco vai reunir-se com o rei da Tailândia, numa visita totalmente privada, e vai celebrar missa no estádio de futebol da capital tailandesa.

O papa iniciou nessa quarta-feira (20) em Bangcoc visita de três dias à Tailândia, primeira etapa de uma viagem pela Ásia que também inclui o Japão.

Denúncia

Em seu primeiro discurso na Tailândia, o papa Francisco denunciou que “mulheres e crianças estão particularmente vulneráveis, violentadas e expostas a toda forma de exploração, escravidão, violência e abuso”. O país é considerado um dos destinos para o turismo sexual.

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Ele reconheceu “os esforços” das autoridades tailandesas para erradicar o mal, bem como de todas as pessoas e organizações que trabalham para oferecer um caminho de dignidade”.

Embora o chefe da Igreja Católica não tenha citado especificamente a exploração sexual de mulheres e crianças, sobretudo pelos turistas no país, o negócio representa ainda cerca de 2% a 3% do Produto Interno Bruto (PIB), apesar da grande redução registrada nos últimos anos, de acordo com relatórios recentes.

Algumas organizações não governamentais (ONGs) mostram que mais de 60 mil crianças são exploradas sexualmente na Tailândia todos os anos e cerca de 300 mil mulheres estão em redes de prostituição, apesar de a prática ser proibida.

Essas mulheres e crianças são oriundas, principalmente, do Camboja, Vietnã e Laos.

 

*Emissora pública de televisão de Portugal

Edição:

Fonte: EBC Internacional
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