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Economia

Mercado reduz expectativa de crescimento pela 16ª vez e aponta inflação menor

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calculadora equilibrando, com uma colher, moedas e uma batata
Pixabay

Mercado reduziu expectativa de crescimento econômico pela 16ª semana e aponta inflação menor em 2019

A estimativa do mercado financeiro para o crescimento da economia este ano caiu pela 16ª semana consecutiva, ficando abaixo de 1% pela primeira vez, de acordo com o Boletim Focus, relatório semanal divulgado pelo Banco Central nesta segunda-feira (17) com participações de instituições financeiras.

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A projeção para expansão do Produto Interno Bruto (PIB), que é a soma de todos os bens e serviços produzidos no país, foi reduzida de 1% para 0,93%. No início deste ano, a alta estimada era de 2,53%.

Segundo a pesquisa, a tendência é que a economia tenha crescimento maior em 2020, embora a previsão para o próximo ano também tenha sido reduzida, de 2,23% para 2,20%, no segundo recuo consecutivo. Para 2021 e 2022, as estimativas permanecem em 2,50%.

Prévia da inflação e taxa Selic também caem

A estimativa de inflação para este ano, calculada pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), caiu de 3,89% para 3,84%, na terceira diminuição seguida. A previsão foi mantida em 4% para 2020 e em 3,75% para 2021 e 2022.

A meta de inflação de 2019, definida pelo Conselho Monetário Nacional (CMN), é de 4,25%, com intervalo de tolerância entre 2,75% e 5,75%. Caso as projeções do mercado acertem, a meta seria atingida, portanto. A estimativa para 2020 está no centro da meta estipulada para o ano: 4%. Esse valor também tem intervalo de 1,5 ponto percentual para cima ou para baixo, ou seja, varia de 2,5% a 5,5%. Para 2021, o centro da meta é 3,75%, também com a mesma tolerância. O CMN ainda não definiu a meta para 2022.

Para alcançar a meta de inflação, o Banco Central usa como instrumento a taxa básica de juros, a Selic, atualmente em 6,5% ao ano, o menor valor da história. O mercado reduziu a projeção para a Selic ao final de 2019 de 6,5% ao ano para 5,75%. Para o fim do ano que vem, a expectativa para a taxa básica caiu de 7% para 6,5% ao ano.

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Quando o Comitê de Política Monetária (Copom) reduz a Selic, a tendência é que o crédito fique mais barato, com incentivo à produção e ao consumo, reduzindo o controle da inflação e estimulando a atividade econômica. Por outro lado, quando o comitê aumenta a Selic, a finalidade é conter a demanda aquecida, o que causa reflexos nos preços já que os juros mais altos encarecem o crédito e estimulam a poupança.

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Cooperação é fundamental para setor de baixo carbono, diz ministro

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O ministro de Minas e Energia, Bento Albuquerque, disse nessa quinta-feira (9) que o Brasil pode desempenhar um papel importante ajudando os países a lidar com o impacto de curto prazo da pandemia sobre o setor de bioenergia. Na avaliação do ministro a crise é uma oportunidade para reconstruir melhor, “reduzindo emissões por meio de políticas inteligentes e mecanismos de mercado”. A declaração foi dada durante participação na Cúpula sobre Transições para Energia Limpa da Agência Internacional de Energia (IEA).

Em seu discurso, Albuquerque afirmou que a cooperação internacional é fundamental e que o Brasil, em particular, quer desenvolver parcerias no setor de hidrogênio de baixo carbono. O ministro também destacou as medidas necessárias tomadas pelo Brasil de enfrentamento à covid-19 para garantir alívio financeiro e econômico de emergência para impedir uma crise ainda mais profunda. Nesse sentido, ele lembrou apoio aos consumidores de baixa renda de até 220 KWh e o empréstimo às distribuidoras no valor de até US$ 5 bilhões.

Sobre os planos decenal e de trinta anos de energia, o ministro de Minas e Energia explicou que documentos estão sendo adaptados aos efeitos da pandemia. Além disso, falou sobre a elaboração de ações para a modernização dos ativos de transmissão que, segundo ele, deverão atrair investimentos significativos nos próximos anos.”Desenhamos novos arcabouços legais e regulatórios para a Modernização do Setor de Energia e o Novo Mercado de Gás, com a excelente cooperação da Agência Internacional de Energia, no âmbito do programa de Transições para Energia Limpa”, afirmou.

Bento Albuquerque adiantou que está sendo finalizado um modelo de negócios para ser apresentado a potenciais parceiros para a construção de novas usinas nucleares previstas para os próximos anos.

Cúpula

Ministros de vários países que representam a grande maioria do PIB global, uso de energia e emissões de gases de efeito estufa,  participaram da Cúpula sobre Transições para Energia Limpa . Estiveram na a mesa virtual para discutir medidas para impulsionar economias, criar empregos, reduzir emissões globais e tornar os sistemas de energia mais resilientes. Os ministros presentes representarão quase 80% do consumo global de energia e das emissões globais de carbono, tornando a discussão mais importante sobre energia e clima desde o início da pandemia de covid-19.

Edição: Valéria Aguiar

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Economia

Ministro de Minas e Energia faz balanço durante evento internacional

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O ministro de Minas e Energia, Bento Albuquerque, disse nessa quinta-feira (9) que o Brasil pode desempenhar um papel importante ajudando os países a lidar com o impacto de curto prazo da pandemia sobre o setor de bioenergia. Na avaliação do ministro a crise é uma oportunidade para reconstruir melhor, “reduzindo emissões por meio de políticas inteligentes e mecanismos de mercado”. A declaração foi dada durante participação na Cúpula sobre Transições para Energia Limpa da Agência Internacional de Energia (IEA).

Em seu discurso, Albuquerque afirmou que a cooperação internacional é fundamental para a recuperação e que o Brasil, em particular, quer desenvolver parcerias no setor de hidrogênio de baixo carbono. O ministro também destacou as medidas necessárias tomadas pelo Brasil de enfrentamento à covid-19 para garantir alívio financeiro e econômico de emergência para impedir uma crise ainda mais profunda. Nesse sentido, ele lembrou apoio aos consumidores de baixa renda de até 220 KWh e o empréstimo às distribuidoras no valor de até US$ 5 bilhões.

Sobre os planos decenal e de trinta anos de energia, o ministro de Minas e Energia explicou que documentos estão sendo adaptados aos efeitos da pandemia. Além disso, falou sobre a elaboração de ações para a modernização dos ativos de transmissão que, segundo ele, deverão atrair investimentos significativos nos próximos anos.”Desenhamos novos arcabouços legais e regulatórios para a Modernização do Setor de Energia e o Novo Mercado de Gás, com a excelente cooperação da Agência Internacional de Energia, no âmbito do programa de Transições para Energia Limpa”, afirmou.

Bento Albuquerque adiantou que está sendo finalizado um modelo de negócios para ser apresentado a potenciais parceiros para a construção de novas usinas nucleares previstas para os próximos anos.

Cúpula

Ministros de vários países que representam a grande maioria do PIB global, uso de energia e emissões de gases de efeito estufa,  participaram da Cúpula sobre Transições para Energia Limpa . Estiveram na a mesa virtual para discutir medidas para impulsionar economias, criar empregos, reduzir emissões globais e tornar os sistemas de energia mais resilientes. Os ministros presentes representarão quase 80% do consumo global de energia e das emissões globais de carbono, tornando a discussão mais importante sobre energia e clima desde o início da pandemia de covid-19.

Edição: Valéria Aguiar

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