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Economia

Mercado eleva expectativa de inflação para 5,33% em 2023

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Boletim Focus eleva expectativa da inflação
Pixabay

Boletim Focus eleva expectativa da inflação

O mercado elevou sua projeção de inflação para 2023 pela 17ª semana seguida, mostra o relatório Focus divulgado nesta segunda-feira (1º). A expectativa dos bancos e corretoras subiu de 5,30% para 5,33%.

Para este ano, a projeção foi novamente rebaixada de 7,30% para 7,15%, refletindo os cortes de impostos e o teto para ICMS cobrado sobre combustíveis. Ainda assim, tanto este ano como em 2023, as taxas de inflação estão acima da meta estipulada.

Em 2022, a meta é de 3,50% com intervalo de tolerância de 1,5 ponto percentual (p.p), ou seja, teto de 5% e piso de 2%. Já para 2023, a meta é de 3,25%, piso de 1,75% e teto de 4,75%.

A expectativa para a taxa básica de juros, a Selic, permaneceu a mesma para 2022, em 13,75%, apesar de alguns analistas já esperarem que a taxa chegue no patamar de 14% neste ano.

Já para o ano que vem, se elevou para de 10,75% para 11%, sinalizando que o mercado espera juros mais altos por mais tempo.

As informações do Focus devem ser analisadas pelo Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central (BC), que se reúne nesta semana para fazer uma nova decisão sobre a Selic. A expectativa é que a trajetória de alta continue e a taxa chegue a 13,75% ao ano.

Crescimento

Já as expectativas de crescimento do PIB para este ano vêm aumentando. Há quatro semanas, era de 1,51%, e chegou a 1,97% nesta segunda-feira. As elevações refletem o impacto da PEC Eleitoral, que deve injetar R$ 41,2 bilhões na economia.

Para 2023, no entanto, as expectativas vem sendo rebaixadas. Há quatro semanas, a perspectiva de crescimento era de 0,50%. Já nesta semana, chegou a 0,40%. A PEC traz efeitos negativos duradouros com mais pressão na inflação e nos juros.


Fonte: IG ECONOMIA

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Economia

Anitta deixa Conselho do Nubank e se torna embaixadora do banco

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Um ano após assumir cargo, Anitta deixa Conselho do Nubank
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Um ano após assumir cargo, Anitta deixa Conselho do Nubank

Pouco mais de um ano após ser chamada para integrar o Conselho de Administração do Nubank, em junho de 2021, a cantora Anitta deixa o cargo e passa a ser Embaixadora Global de Marca do Nubank. Na nova posição, vai atuar mais na estratégia de marketing e projetos de comunicação, do que nas decisões da empresa.

Segundo o banco digital, a mudança está alinhada com marketing global do Nubank, que acompanha a ascensão internacional dela. “A cantora e empresária completará seu mandato no Conselho de Administração na Assembleia Geral Ordinária de 2022, e em razão do intenso crescimento de sua agenda como pop star global, solicitou que sua participação não fosse renovada”, diz o Nubank.

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Em seu lugar no Conselho, será indicado Thuan Pham, atual diretor de tecnologia da Coupang que leva na bagagem também o crescimento da Uber, de 2013 a 2020. Sua nomeação será submetida à aprovação dos acionistas na Assembleia Geral Ordinária de 2022.

“Thuan é um dos mais talentosos e experientes em tecnologia do mundo. Estamos entusiasmados em trabalhar com ele para solucionar alguns dos mais complexos desafios de tecnologia e escalabilidade de uma uma empresa em rápido crescimento como a nossa”, diz David Vélez, CEO e fundador do Nubank.

Táticas das lives

Na noite desta segunda (8), enquanto o presidente e candidato à reeleição Jair Bolsonaro participou de uma live de quatro horas no Flow Podcast, batendo recorde de audiência simultânea do programa, Anitta compartilhou um áudio de Lula no podcast do qual participava – no mesmo horário.

Era uma resposta a um convite que a cantora fez a ele. Na mensagem, o petista disse que participaria do programa “Poddelas” se fosse convidado e aproveitou a deixa para dizer que discutiria problemas do Brasil, das mulheres, das crianças e problemas do dia a dia.

A situação movimentou a internet com post destacando a sagacidade como marqueteira da cantora.

Fonte: IG ECONOMIA

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Economia

Inflação dos aluguéis residenciais sobe 1,05% em julho, diz FGV

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O Índice de Variação de Aluguéis Residenciais (Ivar), divulgado hoje (9) pelo Instituto Brasileiro de Economia da Fundação Getulio Vargas (Ibre/FVG), subiu 1,05% em julho. No mês anterior, a taxa havia apresentado queda de 0,31%. Com isso, o acumulado em 12 meses do indicador passou de 8,05% em junho para 8,65% em julho.

Todas as cidades pesquisadas pelo Ibre/FGV tiveram elevação no Ivar na passagem mensal. O maior reajuste ocorreu em Belo Horizonte (2,49%), após apresentar a maior queda em junho (-4.12). Em Porto Alegre os alugueis residenciais ficaram 1,07% mais caros, em São Paulo o aumento foi de 0,82% e no Rio de Janeiro o Ivar subiu 0,39%.

Na comparação anual, houve aceleração do Ivar acumulado em 12 meses em Belo Horizonte (de 7,89% para 9,71%), São Paulo (8,23% para 8,99%) e Porto Alegre (de 6,29% para 6,31%). Já na cidade do Rio de Janeiro, o indicador passou de 10,43% para 10,41%, sendo a maior taxa interanual pesquisada.

Segundo o Ibre/FGV, o Ivar mede a evolução mensal dos valores de aluguéis residenciais no Brasil, analisando dados anônimos de contratos fornecidos por um conjunto de agentes do mercado imobiliário. A próxima divulgação será no dia 6 de setembro.

Edição: Valéria Aguiar

Fonte: EBC Economia

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