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MERCADO DE TRABALHO/CEPEA: População ocupada no agronegócio se mantém estável em 2018

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Cepea, 19/03/2019 – A População Ocupada (PO) no agronegócio brasileiro manteve-se estável entre 2017 e 2018, somando 18,20 milhões de pessoas, de acordo com pesquisas do Cepea (Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada), da Esalq/USP, com base em dados da PNAD Contínua, do IBGE. No acumulado do ano, a participação do setor agro no total de ocupados no Brasil foi de 19,82%, ligeiramente inferior aos 20,11% observados em 2017.

 

Considerando-se os segmentos que compõem o agronegócio, de 2017 para 2018, foram observadas reduções no número de ocupados para os elos de insumos (de 1,43%), primário (de 0,77%) e indústria (de 0,56%). Por outro lado, o número de pessoas atuando em agrosserviços cresceu 1,12%. Pesquisadores do Cepea destacam que, ao ponderar os resultados pela importância que cada atividade detém no setor, nota-se que as culturas que mais impactaram na redução do contingente de ocupados na agropecuária foram os cereais e as atividades de pesca e aquicultura. No caso das agroindústrias, a queda observada esteve atrelada às indústrias de açúcar, moagem, bebidas, têxteis de base natural e papel e celulose.

 

Ao avaliar a mão de obra do agronegócio em termos de posição na ocupação, verifica-se continuidade na tendência de elevação no número de empregados sem carteira assinada observada nos últimos anos. De fato, o montante de ocupados nesta situação passou de 3 milhões em 2017 para 3,12 milhões em 2018. Contudo, cabe destacar que este movimento é também realidade para o mercado de trabalho do País como um todo. Os dados apontam que, entre 2017 e 2018, o total de empregos informais no Brasil aumentou 4,24%, ao passo que, no agronegócio, este percentual foi de 3,9.

 

Os rendimentos médios obtidos por ocupados no agronegócio, por sua vez, apresentaram crescimento real entre 2012 (início da série histórica) e 2018. No ano passado, os valores segmentados com base em posições na ocupação foram: de R$ 1.759,14 para empregados e outros (com alta de 10,92% em relação ao início da série), de R$ 5.567,49 para empregadores (alta de 1,43%) e de R$ 1.263,44 para trabalhadores atuando por conta própria (elevação de 7,54%).

 

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ASSESSORIA DE IMPRENSA: Outras informações sobre o Mercado de trabalho do agronegócio aqui e por meio da Comunicação Cepea, com o prof. Geraldo Barros e os pesquisadores Leandro Gilio e Nicole Rennó: (19) 3429-8836 / 8837 e [email protected]

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TRIGO/CEPEA: Preço cai no exterior e retoma patamar de antes da guerra; no BR, valores avançam

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Cepea, 28/6/2022 – Os preços externos do trigo caíram de forma expressiva ao longo da semana passada, influenciados pelo avanço da colheita do cereal nos Estados Unidos, pela desvalorização do milho – substituto na alimentação animal – e por expectativas de safra recorde na Rússia. Os primeiros vencimentos negociados na CME Group (Bolsa de Chicago) e na Bolsa de Kansas caíram para os menores patamares desde o fim de fevereiro deste ano, antes do início do conflito entre Rússia e Ucrânia. Na Rússia, a consultoria nacional SovEcon elevou as estimativas de produção interna de trigo para 89,2 milhões de toneladas, um recorde. Esse aumento foi justificado pela maior área destinada ao cereal e pelo clima favorável no país. Já no Brasil, apesar das desvalorizações no mercado externo, os preços permanecem em alta, ainda sob influência da elevação do dólar e da baixa disponibilidade do trigo nacional. Colaboradores do Cepea informaram, inclusive, que está sendo necessário importar o cereal de países vizinhos, Argentina e Paraguai, para suprir a demanda interna no curto prazo. Fonte: Cepea (www.cepea.esalq.usp.br)

Fonte: CEPEA

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ETANOL/CEPEA: Em semana de mudança tributária, liquidez é baixa, e preços sobem

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Cepea, 28/6/2022 – A liquidez esteve baixa no mercado de etanol ao longo da última semana, sobretudo na sexta-feira, 24, quando foi publicada a mudança tributária em esfera federal. Em meio à expectativa dos agentes do mercado, foi aprovada a Lei Complementar nº 194 (de 23 de junho de 2022), que zera a alíquota de PIS/Cofins dos etanóis hidratado e anidro combustíveis e outros fins a partir do dia 24 de junho de 2022. No mesmo dia, foi sancionado o Projeto de Lei que limita a 17% o ICMS sobre o diesel e a gasolina e outros produtos e serviços. Com a Lei complementar em vigência, os agentes do mercado de etanol ficaram focados na realização dos ajustes necessários no sistema de cada empresa. Quanto aos preços, segundo colaboradores do Cepea, foram sustentados pela menor disponibilidade do biocombustível no spot paulista, visto que vendedores de muitas usinas deixaram o mercado. Além disso, os agentes de outras unidades ativas estiveram firmes em suas ofertas. Nesse cenário, de 20 a 24 de junho, o Indicador CEPEA/ESALQ semanal do hidratado do estado de São Paulo foi de R$ 3,0644/litro (valor líquido de impostos), alta de 1,75% frente ao do período anterior. No caso do anidro, houve elevação de 1,2%, com o Indicador CEPEA/ESALQ fechando em R$ 3,5693/litro (valor líquido de impostos). Fonte: Cepea (www.cepea.esalq.usp.br)

Fonte: CEPEA

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