conecte-se conosco


Política MT

Membro da família Maggi cita verbas para o agro na ‘era PT’ e critica Bolsonaro: “ruim de serviço”

Publicado

O mega produtor rural Elusmar Maggi: Bonança de financiamentos públicos milionários ao agronegócio durante as gestões petistas na presidência da República

O mega produtor rural Elusmar Maggi Scheffer classificou o presidente da República Jair Bolsonaro (PL ) como “ruim de serviço” e “mau exemplo pra nação” em áudio compartilhado em grupo de WhatsApp (ouça no final da matéria). A discussão após nota de repudio publicada pelo Sindicato Rural de Sinop criticando o deputado federal e pré-candidato ao Senado Neri Geller (PP) e o senador Carlos Fávaro (PSD), se reuniram com o ex-presidente Lula (PT) e fecharem aliança com a Federação Brasil da Esperança (PT, PV, PSB e PCdoB).

Na nota, o sindicato rural afirma que a aliança visa apenas dar suporte a um grupo empresarial, que seria a Amaggi. Sócio do grupo Bom Futuro, irmão de Eraí Maggi  e primo do ex-governador Blairo Maggi (PP), Elusmar cita que o PT foi ‘parceiro’ dos produtores rurais ao liberar verbas para investimentos nas propriedades rurais.

“Rapaz, que fria esse presidente. Se esse presidente fosse bom, ele teria dado uma verba como o PT deu para fazer armazém. Treze anos pra pagar, com três anos de carência. Ai, esse milho não estaria ai na rua. Esse presidente é muito ruim de serviço. Esse armazém que está aí é o PT que deu dinheiro pra fazer. Jurinho de 2,5% e carência de três anos com treze anos pra pagar. Agora, esse motoqueiro, esse presidente motoqueiro, não passa de um simples motoqueiro e ainda dá mau exemplo pra nação”, afirmou.

Bilionário e influente no mundo do agronegócio, Elusmar mostrou a bonança dos negócios ao grande público brasileiro em fevereiro do ano passado, ao doar a ‘bagatela’ de R$ 1 milhão para o Internacional, seu time do coração, para que o clube gaúcho pudesse pagar uma multa contratual e ter em campo o jogador Rodinei, pelo Campeonato Brasileiro, em partida contra o Flamengo.

publicidade
1 comentário

1 comentário

  1. papagaio disse:

    é isso ai , esse dinheirinho que vos tiveram não foi o PT quem deu foi o Povo Brasileiro …..

Deixe seu comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado.

Política MT

Pivetta diz que oposição quer reviver “era Silval” e admite que ser vice não é fácil: “não tem a caneta”

Publicado

Pivetta diz que alinhou pacto com governador para trabalhar mais quatro anos pelo estado [Foto – Mayke Toscano]

O vice-governador de Mato Grosso, Otaviano Pivetta (Republicanos), que repete a dobradinha com o governador Mauro Mendes (União Brasil) para a sucessão deste ano em Mato Grosso, disse à imprensa que está tudo alinhado entre os dois partidos para as eleições e que o maior desafio da chapa é evitar um desastre no Estado.”Tivemos uma conversa com Mauro e alinhamos esse pacto. Nos colocamos de novo à sociedade para os próximos quatro anos”, declarou Pivetta.

Ele recordou a disputa de 2010, quando disputou o governo na chapa com Mendes para enfrentar o ex-governador Silval Barbosa. “Nós nos colocamos eu e o Mauro em 2010 para evitar o desastre. Nós fomos candidatos, ele a governador e eu a vice. Eu tinha muito medo do que estava por vir, que era o Silval Barbosa. Mas enfrentamos porque pensávamos que a sociedade pudesse entender a nossa mensagem e a gente evitasse um desastre. Nós não conseguimos, perdemos a eleição”, disse o vice-governador.

“É muito importante a gente lembrar disso porque pode acontecer de novo, espero que não. É muito recente, é importante que a gente lembre isso para evitar que aconteça novamente. Temos que fazer política com responsabilidade, fazer com a verdade”,

“É preciso saber, conhecer o Estado, o que pode e o que não se pode fazer para poder se pronunciar. Eu já ouvi tanto discurso, tanta conversa fiada dos nossos atores que às vezes tenho vergonha de me colocar como um deles”, completou, referindo-se, principalmente, ao prefeito de Cuiabá, Emanuel Pinheiro (MDB), desafeto de Mendes.

Conforme Pivetta, “é muito difícil ser vice, ser parceiro do cara que tem a caneta, principalmente para quem já ordenou a despesa e orçamento como eu ordenei. Eu tenho noção do fazer, porque já fiz muito”, disse, recordando que já foi prefeito de Lucas do Rio Verde.

Segundo Pivetta, “comportar como vice é um exercício diário de paciência. Faço isso para retribuir tudo que ganhei de Mato Grosso na minha vida, onde realizei os meus sonhos. Me policio todos os dias para me manter nesse projeto de endireitar o Estado, colocar nos trilhos, para os 3,5 milhões de mato-grossense”, completou.

 

 

 

 

 

Continue lendo

Política MT

Júlio prevê eleição “duríssima” ao governo e diz que candidatura de Márcia favorece a democracia

Publicado

Para o candidato a deputado estadual, Mauro fez um bom governo, mas o União Brasil terá que ter serenidade para vencer as eleições

O ex-governador Júlio José de Campos (União Brasil), candidato do partido a deputado estadual nas eleições deste ano, disse à imprensa durante convenção do partido na sexta-feira (5), à noite, que sente uma grande satisfação em voltar a disputar um mandato eletivo depois de dez anos fora do mandato. E advertiu os correligionários de que a eleição ao Governo do Estado, este ano, será “duríssima”.

“”É uma satisfação imensa voltar a disputar um mandato eletivo. O último mandato que eu disputei foi há dez anos atrás. Estou revigorado, pronto, com inteligência para representar com dignidade o povo de Mato Grosso na Assembleia Legislativa”, disse o candidato.

Sobre a perda de lideranças como o senador Carlos Fávaro e o deputado federal Neri Geller, Júlio Campos disse que “toda perda é ruim, são grandes companheiros, mas seguiram o seu destino, já que não tinham espaço para cá, foram para o outro lado, e aí, o povo é quem vai decidir”, observou.

Para Júlio Campos, a eleição ao governo, ao contrário do que demonstrava, será ‘muito dura’ para o União Brasil. “Uma eleição que achávamos que seria por WO, vai ser uma eleição duríssima. Temos que trabalhar muito para que o União Brasil tenha uma eleição vitoriosa”, afirmou.

O discurso, para Júlio Campos, será o de que o governador Mauro Mendes arrumou a casa. Segundo o ex-governador, “ele (Mauro) já arrumou a casa, colocou tudo em ordem, recuperou as finanças do Estado, agora que está tudo ocorrendo bem, com a pista livre, é uma candidatura natural e respeitada por todos os mato-grossenses”.

Por fim, o candidato a estadual disse que ter adversários na disputa, como a primeira-dama da Capital, Márcia Pinheiro, “é natural e bom para a democracia. Candidaturas únicas são ruins para o processo democrático brasileiro. A disputa vai acontecer e o partido está preparado para disputar com qualquer adversário que seja”, completou.

 

Continue lendo

Política MT

Policial

Mato Grosso

Esportes

Entretenimento

Mais Lidas da Semana