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Economia

Mega-Sena: duas apostas dividem prêmio de R$ 23,5 milhões

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Bilhete da Mega-Sena
Agência Brasil

Bilhete da Mega-Sena

Duas apostas, uma de Curitiba (PR) e outra de São Paulo (SP), vão dividir o prêmio de R$ 23,5 milhões do concurso 2.410 da Mega-Sena. Cada aposta vencedora vai ganhar R$12.503.139,64. Os números sorteados neste sábado (18) foram: 07 – 10 – 27 – 35 – 43 – 59.

A quina teve 95 vencedores e cada um leva R$ 31.102,36. Na quadra, foram 5.939 apostas ganhadoras – e o prêmio de R$ 695,76 para cada uma.

O próximo sorteio será na quarta-feira (22) e deve pagar R$ 3 milhões. As apostas podem ser feitas até as 19h (horário de Brasília) do dia do concurso, em qualquer lotérica do país ou pela internet, no site da Caixa. A aposta simples, com seis dezenas, custa R$ 4,50.

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Economia

Amigos criam primeira startup brasileira focada em evitar desperdício de comida

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Amigos criam a primeira startup brasileira para evitar desperdício de comida
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Amigos criam a primeira startup brasileira para evitar desperdício de comida

Inspirados pela europeia “Too Good To Go”, dois jovens empreendedores criaram a “Cheap Food”, a primeira startup brasileira com foco em uma conexão entre consumidores e estabelecimentos de modo a beneficiar os dois. A ideia é vender alimentos próximos à data de validade, que seriam jogados no lixo, a preços mais baixos para os clientes. Assim, todos saem ganhando, inclusive o meio ambiente, com a redução do desperdício de comida e da emissão de CO2 na atmosfera.

Um levantamento recente feito pela Rede Brasileira de Pesquisa em Soberania e Segurança Alimentar e Nutricional (Rede Penssan) mostrou que no Brasil 20 milhões de pessoas passam mais de 24 horas sem se alimentar. Enquanto isso, a Organização das Nações Unidas para Alimentação e Agricultura (FAO) aponta que somos um dos dez países que mais desperdiçam alimentos no mundo, com um descarte de aproximadamente 30% de tudo que é produzido para o consumo. Isso gera um prejuízo para a economia de quase 940 bilhões de dólares por ano

“Nós víamos a recorrência do desperdício e pensávamos ‘o que poderíamos fazer sobre isso?’. Encontramos muitas iniciativas no Brasil, mas nada que também beneficiasse quem está ali produzindo esse excedente. Os estabelecimentos jogam fora, porque durante muito tempo existiu uma lei no nosso país que proibia uma doação”, diz um dos fundadores da Cheap Food, Carlos Keiichi.

“Aqui, a gente ainda tem um tabu. Uma pessoa ou outra vai no mercado, vê uma pechincha na prateleira e pensa ‘vou comprar, mesmo estando próxima do vencimento’. Mas isso não é muito recorrente, né? Não tem uma empresa que ajude nesse sentido. Lá fora, isso vem muito forte, e a gente quis trazer essa ideia para cá”, continua ele.

A proposta surgiu durante a pandemia de Covid-19, em março de 2020, justamente em um momento em que a crise econômica se agravou no país. Com vários estabelecimentos fechando devido a diminuição da demanda, dada pelo isolamento social, a Cheap Food viu nessa uma oportunidade de ajudar os pequenos empresários do ramo de alimentos.

“Inicialmente, a gente foi atrás dos estabelecimentos, sobretudo padarias, que têm maior produção. Quase um terço de tudo que é produzido em uma padaria é jogado no lixo. Imagina um terço da sua produção sendo jogado fora”, afirma Keiichi. “Por isso, a gente teve a ideia de começar a montar alguns kits, chamados “Cheap Box”, e colocar produtos que estavam próximos ao vencimento e custariam em torno de R$ 30 e vendê-los por valores mais baixos. Assim, voltaria pelo menos o preço de custo para a loja”, explica Keiichi.

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A startup oferece três tipos de kits para venda: um doce, um salgado e um misto (doce e salgado). Os clientes podem escolher a opção desejada e recebem uma caixinha surpresa. Além das padarias, os parceiros da Cheap Box incluem hamburguerias, churrascarias, docerias, restaurantes italianos, japoneses, árabes, entre outros.

“A gente começou com padarias, mas percebemos que poderíamos expandir para outros estabelecimentos. Por exemplo, em uma hamburgueria se perde muito pão; o prazo de validade do pão é muito curto. Então, conversando com alguns donos de hamburguerias, ouvimos que eles conseguiriam fazer lanches mais simples, para não perder o pão, e fazer a venda com a gente. Não atacamos só o produto final, como também a matéria-prima que poderia ser jogada no lixo”, afirma o sócio-fundador da Cheap Box.

“É importante mencionar que as Cheap Boxes são disponibilizadas pelos nossos parceiros. Se os estabelecimentos tiverem produtos excedentes, eles os colocam na nossa plataforma. A gente torce para que não tenha, para que o empresário não perca, né? Mas se tem, a gente consegue ajudar o estabelecimento, fazendo a venda para eles”, reforça Keiichi.

Até o momento, a plataforma já vendeu 500 kits. Com isso, ela alega ter retido mais de R$ 10 mil e evitado cerca de 2 mil quilos de comida sendo jogados no lixo. Também teriam sido reduzidos cerca de 38 mil quilos de CO2 emitidos na atmosfera.

App estreia nesta sexta

Nesta sexta-feira (22), a Cheap Food se prepara para lançar o seu primeiro aplicativo, ‘Cheap Food’. Por lá, além de comprar as caixinhas surpresas, os consumidores também poderão pedir delivery comum, assim como acontece em outros aplicativos de entrega. Os produtos serão vendidos com desconto de até 70%.

As vendas também são feitas pelas redes sociais da startup, principalmente pelo WhatsApp (11) 96188-7247. Por enquanto, o serviço só está disponível para a cidade de São Paulo, mas a empresa espera expandir o atendimento no futuro.

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Economia

Petrobras diz que não sabe quando vai estabilizar o preço dos combustíveis

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O técnico informou que os países produtores de petróleo vêm aumentando a produção de derivados
Sophia Bernardes

O técnico informou que os países produtores de petróleo vêm aumentando a produção de derivados

O gerente-geral de Comercialização no Mercado Interno da Petrobras, Sandro Barreto, disse nesta quinta-feira (21) aos integrantes da Comissão de Defesa do Consumidor da Câmara dos Deputados que ainda não há perspectiva para a  estabilização dos preços dos combustíveis. Ele explicou que existem pressões de aumento de consumo com o inverno no Hemisfério Norte e com a aceleração da produção global a partir da melhoria dos números da pandemia de Covid-19.

O técnico informou que os países produtores de petróleo vêm aumentando a produção de derivados, mas não há como saber se o ponto de equilíbrio entre oferta e demanda está próximo.

Por sua vez, o coordenador de Defesa da Concorrência da Agência Nacional do Petróleo (ANP), Bruno Caselli, afirmou que a alta de 28,2% do etanol nos últimos seis meses está relacionada a opções das usinas sobre fabricar álcool ou açúcar, porém também reflete a alta mundial de todos os produtos ligados ao setor de energia. No mesmo período, a gasolina subiu 16,5%.

Concorrência

Já para o presidente da Comissão de Defesa do Consumidor, deputado Celso Russomanno (Republicanos-SP), ainda falta concorrência no setor de etanol. Ele pediu que os técnicos informem com mais detalhes se já está sendo praticada a venda direta das usinas para os postos nesse segmento.

Sandro Barreto disse que, do preço médio da gasolina, de R$ 6,32, apenas R$ 2,18 são devidos à Petrobras. Os impostos estaduais e federais ficam com R$ 2,40; os distribuidores e revendedores, com R$ 0,69; e o anidro, com R$ 1,06.

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Ele voltou a afirmar que a estatal tem preços livres, que seguem a flutuação internacional. “O mercado de commodities é extremamente volátil, nervoso. Taxa de câmbio também tem uma variação bastante intensa, às vezes de um dia para o outro. E o que a Petrobras busca na sua política de preços é justamente evitar o repasse dessa volatilidade imediata para a sua precificação no mercado brasileiro”, declarou Barreto.

Na opinião do coordenador-geral de Estudos e Monitoramento de Mercado Substituto da Secretaria Nacional do Consumidor, Paulo Nei, é preciso discutir mais os pontos de concentração de mercado no setor de combustíveis. “O preço aumenta na Petrobras e rapidamente chega ao consumidor, por outro lado, quando diminui, sem sempre o cliente sente essa redução. Existem elos nessa cadeia produtiva que ainda são muito concentrados, e isso precisa ser debatido também.”

ICMS

O diretor de Programa na Secretaria Especial do Tesouro e Orçamento do Ministério da Economia, Bruno Negris, lembrou que o governo tem avaliado com os estados a possibilidade de cobrar o ICMS de maneira que o tributo não aumente com a elevação do preço da gasolina nas refinarias.

No último dia 13, a Câmara dos Deputados aprovou projeto (PLP 11/20) que estabelece um valor fixo para a cobrança de ICMS sobre os combustíveis. A proposta ainda aguarda análise do Senado. ​

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