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Saúde

Médicos têm até hoje para se apresentar nos muncípios

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Encerra hoje (28) o prazo para que os profissionais do Programa Mais Médicos se apresentem nos municípios para os quais foram selecionados, dando início às atividades nas unidades de saúde de mais de mil locais brasileiros e em dez Distritos Sanitários Especiais Indígenas.

Ao todo serão 1.975 profissionais selecionados durante o 18º ciclo do programa. Segundo o Ministério da Saúde, o reforço beneficiará mais de 6 milhões de pessoas que vivem nas áreas mais vulneráveis do Brasil.

Algumas delas com histórica dificuldade de acesso, caso de localidades ribeirinhas, fluviais, quilombolas e indígenas.

Nesta primeira fase do 18º ciclo do programa, a seleção priorizou a participação de profissionais “formados e habilitados com registro do Conselho Regional de Medicina (CRM)”, preferencialmente “com perfil de atendimento para a Atenção Primária”.

Para tanto, o Ministério da Saúde estabeleceu “critérios de classificação, como títulos de Especialista e/ou Residência Médica em Medicina da Família e Comunidade”.

Para acessar a lista dos municípios contemplados pelo programa Mais Médicos, clique aqui.

Edição: Valéria Aguiar

Fonte: EBC
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Saúde

Comer tomate realmente ajuda a aumentar o tamanho do pênis?

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Há muitas teorias de que alguns alimentos, quando ingeridos com certa regularidade, ajudam a aumentar o tamanho do pênis – e isso inclui um fruto que aparece com certa frequência: o tomate. Recentemente, um homem questionou em um fórum chamado Quora se o item em questão funciona como um “remédio caseiro” para o crescimento do membro. 

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shutterstock

Um homem perguntou em um fórum: comer tomate ajuda a aumentar o tamanho do pênis? Saiba a resposta

Mas, afinal, consumir tomate ajuda nessa finalidade? De acordo com o portal metro.co.uk , não há pesquisas que sustentam que passar os dias comendo pratos à base do alimento vai mudar o tamanho do pênis. Por outro lado, não há necessidade de ficar triste. Afinal, o alimento possui outros benefícios à saúde. 

É importante destacar que vegetais e frutas vermelhas como tomates, melancias e morangos contêm licopeno, um antioxidante que pode ter efeitos positivos no organismo, incluindo na saúde do órgão masculino. É o que explica um estudo publicado no jornal Cancer Epidemiology, Biomarkers and Prevention. 

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Segundo a pesquisa, homens que comem tomate ou que fazem refeições que contenham o alimento, 10 vezes por semana, são 18% menos propensos a desenvolver câncer de próstata, devido ao licopeno que afasta as toxinas que podem causas danos às células. Além disso, o consumo do fruto pode ser útil para aqueles que sofrem de infertilidade. 

Outro estudo ressalta que comer tomate em grande quantidade pode ajudar a melhorar o esperma. Também foi constatado que o alimento pode contribuir para a melhora do fluxo sanguíneo e, como consequência, dar ao público masculino ereções mais fortes. “O licopeno é um dos antioxidantes mais poderosos”, diz o urologista Paul Turek à Health.com

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Diante dos fatos, podemos concluir: o tomate é ótimo para diversas coisas, mas não funciona para o crescimento do pênis . Vale ainda ressaltar que é essencial não procurar medidas caseiras para aumentar o membro. Em caso de dúvidas, procure um médico, que poderá lhe passar as informações corretas. 

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Fonte: IG Saúde
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Saúde

Kit único pode identificar patógenos causadores de infecções

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A disponibilização para laboratórios privados e hospitais públicos de um ‘kit’ único para identificação rápida de patógenos de relevância médica, como vírus, bactérias e fungos, poderá se tornar realidade já em 2021, facilitando identificar as causas de uma infecção. A estimativa é da pesquisadora Rosane Silva, do Instituto de Biofísica Carlos Chagas Filho da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), que desenvolve o projeto. Atualmente, para identificar o que provoca uma infecção, os ‘kits’ disponíveis no mercado são específicos para somente um microrganismo alvo.

Com financiamento da Fundação Carlos Chagas Filho de Amparo à Pesquisa do Rio de Janeiro (Faperj) e da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes), Rosane Silva disse na semana passada à Agência Brasil que a ideia é que o ‘kit’ que vem sendo testado em equipamentos de última geração possa ser usado também em outras plataformas de baixo custo.

“A ideia é tornar acessível para que qualquer laboratório possa utilizar o ‘kit’, entre os quais laboratórios de hospitais públicos. A gente quer que seja o mais abrangente possível e aplicado em equipamentos de custo mais baixo”. Rosane pretende também fazer parcerias para oferecer serviços e treinamento de pessoal de hospitais públicos para melhor utilização dos ‘kits’. Calculou que o custo desse teste pode evoluir de R$ 300 a até R$ 4 mil, dependendo do equipamento utilizado. “Vai depender muito do quanto a gente pode adequar o equipamento para diferentes plataformas”, explicou.

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Casos especiais

Rosane esclareceu que esse ‘kit’ não é indicado para uso rotineiro, mas para casos especiais, como descobrir o que provoca uma infecção em pacientes com septicemia, contaminação alimentar e infecções em próteses ortopédicas de difícil tratamento. Pode fazer ainda o monitoramento ambiental em solos e águas que estejam contaminados por bactérias resistentes a antibióticos, além de detectar infecções no tecido cardíaco, como endocardites, e em pacientes pediátricos, incluindo neonatos e prematuros. O ‘kit’ identifica a conduta terapêutica que deve ser adotada.

O resultado do ‘kit’ sai entre 48 horas e 72 horas, mas a pesquisadora pretende que ele seja dado o mais rápido possível. “Em menos de cinco dias”. A pesquisadora espera validar todos os testes em até 24 meses. Ela está adaptando o sistema para que possa ser usado por laboratórios mais distantes ou remotos e que não tenham muitos recursos. A fase atual de testes é a mais difícil, avaliou Rosane Silva, porque envolve amostras clínicas que necessitam da autorização prévia dos pacientes. De acordo com a pesquisadora, o ‘kit’ pode ser direcionado também para uma assinatura genômica dos ácidos nucleicos.

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A detecção simultânea de microrganismos associados à saúde humana reduz as internações e, em consequência, diminui os custos hospitalares e a mortalidade. “Se você tem o mais breve possível a identificação do patógeno, isso permite ter o medicamento adequado para aquele tipo de patógeno. O paciente vai se recuperar mais rápido, com menos custos de internação”. Ao mesmo tempo, reduz a mortalidade porque o paciente usufrui dessa informação para ter o medicamento correto, em vez de ser submetido a testes de diferentes drogas que acabam depauperando a pessoa.

O financiamento da Faperj para realização do projeto alcançou R$ 690 mil e o da Capes, R$ 100 mil. A Universidade do Texas é parceira intelectual do projeto. Os resultados alcançados até agora geraram três artigos sobre o tema na revista científica PLOS One, e nos jornais ‘Microbiologyopen’ e Gene. (Alana Gandra)

Edição: Valéria Aguiar

Fonte: EBC
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