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MEC quer enviar ao Congresso texto do programa Future-se em outubro

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O ministro da Educação Abraham Weintraub apresenta texto do programa Future-se arrow-options
Luis Fortes/MEC – 17.7.19

Programa Future-se foi apresentado pelo chefe do MEC, Abraham Weintraub, no dia 17 de julho

O Ministério da Educação (MEC) pretende enviar ao Congresso Nacional, no início de outubro, o texto que definirá o programa Future-se para que seja analisado pelos parlamentares, de acordo com informações do secretário de Educação Superior da pasta, Arnaldo Barbosa. O governo ainda vai definir se apresentará um projeto de lei ou uma medida provisória (MP).

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“Essa será uma decisão especialmente do Palácio do Planalto e depende do grau de consenso que conseguiremos com os reitores. É difícil falar agora, mas não há dúvida que é urgente ter uma nova estratégia de financiamento para as universidades”, diz Barbosa, que participou nessa terça-feira (10) do programa Brasil em Pauta, da TV Brasil.

Um projeto de lei precisa ser aprovado pelo Congresso e sancionado pelo presidente para começar a vigorar. Já a MP passa a valer assim que é publicada pelo presidente da República no Diário Oficial da União, mas precisa ser aprovada pelo Congresso Nacional no prazo de até 120 dias para ser transformada definitivamente em lei.

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De acordo com Barbosa, pelo menos 16 dos 63 reitores de universidades federais têm interesse em aderir ao Future-se. “O que é uma adesão muito forte”, diz. Ele pondera, no entanto, que ainda se deve fazer uma discussão. “Não se deve falar em adesão ou rejeição porque ainda tem que passar pelo Congresso Nacional”.

Apresentado pelo MEC em julho, o Future-se, entre outras estratégias, cria um fundo para financiar as universidades federais. A intenção é atrair também recursos privados, facilitar processos licitatórios e, com isso, financiar pesquisa, inovação, empreendedorismo e internacionalização nas instituições de ensino. Trata-se de um recurso extra. As universidades seguirão, segundo a pasta, contando com o orçamento público.

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O texto do programa passou por consulta pública e recebeu mais de 20 mil contribuições. Segundo Barbosa, o MEC trabalha agora com a análise e organização das sugestões.

Ele adianta que a pasta pretende tornar mais claros alguns pontos no texto inicial, como o trecho que define a atuação de organizações sociais (OSs) e de fundações de apoio nas universidades. “Vamos deixar mais claro na proposta de alteração legislativa que as atividades que as organizações sociais e as fundações de apoio desempenharão são frutos do que o próprio conselho superior [das universidades] determinarem. Então, não há de se falar em quebra de autonomia a partir do momento em que quem manda nas universidades é o conselho superior”, disse.

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O secretário acrescentou que “o serviço prestado por essas organizações é escolhido pelos reitores”. A atuação das OSs foi um ponto que gerou dúvidas entre os reitores após o anúncio do programa.

O Future-se, de acordo com Barbosa, também vai permitir que universidades e empresas juniores, ligadas às instituições, possam ser dispensadas de licitação em contratos com a administração pública federal, estadual e municipal. “Será mais uma forma de as universidades buscarem recursos adicionais, inclusive prestando serviço de consultoria para outros ministérios”, destacou.

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O programa deverá ainda premiar, com recursos adicionais, as universidades que apresentarem melhorias em índices de governança, de empreendedorismo, de pesquisa, inovação e de internacionalização.

Fonte: IG Nacional
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No Japão, João Doria garante R$ 1 bilhão em investimentos para São Paulo

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Governador de São Paulo passou a semana no Japão com a intenção de atrair investimentos para São Paulo

Nesta sexta-feira (20), no último dia da missão Japão, o governador de São Paulo João Doria abriu o seminário Business Opportunities in the State of São Paulo (Oportunidades de Negócios no Estado de São Paulo), e depois reuniu-se com cerca de 20 representantes de empresas que querem ampliar os investimentos no Estado de São Paulo e com outras instituições que estão interessadas em ingressar no mercado paulista.

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“Os resultados foram bastante positivos, como em todas as outras missões que realizamos. Conseguimos viabilizar mais investimentos, mais empregos e melhores perspectivas para investimentos futuros, de médio e longo prazo. Destaco aqui, a Toyota, que fará um aporte de R$ 1 bilhão em São Paulo, que será totalmente efetivado até dezembro de 2020. Serão gerados 300 empregos diretos e outros 3 mil indiretos em Sorocaba e Região”, destacou Doria .

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O governador também pontuou a parceria com a NEC Corporation, empresa de tecnologia japonesa, para implantar o sistema de identificação facial no Metrô e na CPTM. “Vamos dar um salto de qualidade, saindo do bilhete de papel para uma tecnologia mais moderna, que vai reduzir a zero as fraudes e oferecer mais qualidade e rapidez aos usuários.”

Além do interesse no programa de desestatização do Governo de São Paulo, que tem 21 projetos de PPP e concessão em andamento, bancos e investidores japoneses querem participar de projetos na área ambiental, que envolvam preservação. “Nos encontros que tivemos com várias empresas nos foram oferecidos suporte, tecnologia e financiamento, de médio a longo prazo, para projetos na área ambiental. Em especial, para despoluição dos rios Tietê e Pinheiros e para reflorestamento e preservação ambiental”, explicou Doria.

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No período da tarde, último compromisso da viagem, a delegação paulista reuniu-se com Katsuhiro Miyamoto, Vice-presidente da Nippon Steel Corporation, empresa de aço com sede em Tóquio.  Durante o encontro, foram apresentados os Polos de Desenvolvimento Econômico do Estado de São Paulo e a cartela de investimentos disponíveis.

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Em maio, o Governo de São Paulo anunciou a criação de 12 polos de desenvolvimento econômico para apoiar empresas que estão ou pretendem se instalar no Estado.  Os polos atuam nos setores de tecnologia; alimentos e bebidas; automotivo; biocombustíveis; couro e calçados; derivados de petróleo e petroquímico; eco florestal; metal-metalúrgico; químico, borracha e plástico; saúde e farmácia; para indústria de papel, celulose e reflorestamento; e têxtil, vestuário e acessórios.


Fonte: IG Nacional
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Exonerado por foto seminu após ‘rapidinha com loirinha’, padre muda de religião

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Na época da polêmica, padre afirmou: “Sou maroto, sou danado para a brincadeira”

Expulso da Diocese de Coimbra, em Portugal, após o vazamento de uma foto seminu em hotel durante uma “rapidinha com uma loirinha”, o padre Júlio Santos, de 58 anos, mudou de religião. Atualmente, ele faz celebrações na Igreja Vetero Católica em Castanheira de Pera, a cerca de 15 km de onde exercia o sacerdócio.

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O anúncio de que assumiria a nova função foi feito durante uma celebração ao lado do arcebispo da Igreja Vetero Católica, António Raposo, que criticou a expulsão do padre .

“O que aconteceu não foi agradável, mas foi um descuido. Não aprovo o que aconteceu, mas acho que não se deveria excluir ninguém. Todos somos humanos, todos nós temos fragilidades”, disse ao jornal português ‘Correio da Manhã’.

Em outubro, quando a Igreja Vetero Católica celebra aniversário, Santos será nomeado vigário-geral de Portugal.

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Também conhecida como ” Velha Igreja Católica “, a doutrina da qual Santos agora faz parte foi fundada em 1872 e segue dogmas similares à Igreja Romana . A religião, porém, não reconhece a autoridade do papa e determina que padres são livres para escolher entre o celibato e o casamento.

“Sou maroto, sou danado para a brincadeira”

Na época em que a polêmica se instaurou, en junho, o padre explicou ao “Correio da Manhã” seu afastamento da função de sacerdote ressaltando que era “maroto e danado para a brincadeira” e acrescentou que não era capaz de mudar essas características.

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“Eu nunca me apresentei às pessoas como santo”, afirmou, chamando a “menina muito jeitosa” com quem manteve relações sexuais num encontro casual de “serpente tentadora”.

Embora Santos exercesse seu serviço sacerdotal na cidade de Pedrógão Grande, na província da Beira Litoral, a foto seminu foi feita um mês antes da publicação, num quarto de hotel no Porto, a 171 quilômetros de distância.

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Fonte: IG Nacional
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