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Educação

MEC fará repasse para iniciar atendimento em hospital da Unifesp

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O Ministério da Educação (MEC) vai liberar, até o fim deste ano, R$ 900 mil, divididos em três parcelas de R$ 300 mil, para o Hospital Universitário 2 (HU2) da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp). Segundo o ministro da Educação, Abraham Weintraub, os recursos viabilizarão o início dos atendimentos no hospital.

Com 16 mil metros quadrados (m²) de área construída, o HU2 tem 16 andares, onde funcionarão seis salas cirúrgicas, 120 consultórios, 25 leitos de internação e sete de recuperação pós-anestesia. De acordo com a Unifesp, trata-se de um importante espaço para a formação dos residentes médicos e multiprofissionais da universidade.

O hospital fará atendimentos à população pelo Sistema Único de Saúde (SUS).

De 2015 até o ano passado, foram investidos R$ 65 milhões na construção e na compra de equipamentos. O hospital ficou pronto, mas ainda não começou a funcionar.

O ministro da Educação, Abraham Weintraub, durante apresentação do programa "Future-se".

O ministro da Educação, Abraham Weintraub – Arquivo/Agência Brasil

“Faltava um investimento final para o início das atividades, que acabou de ser viabilizado. São R$ 900 mil e, com isso, o HU2, vai poder iniciar o atendimento. Parabéns ao pagador de imposto, a gente vai ter mais um hospital em funcionamento, mais atendimento para você que está aí pagando por tudo isso”, afirmou Weintraub, que participou hoje (10) de encontro com superintendentes de hospitais universitários da Rede Ebserh – Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares.

Os recursos serão provenientes do orçamento da Ebserh, que é uma empresa pública vinculada ao MEC. “São recursos que a Ebserh vai colocar de volta para o MEC”, explica o presidente da empresa, Oswaldo Ferreira.  “Como já estavam alocados em ações orçamentárias da Ebserh, serão disponibilizados para a secretaria correspondente [do MEC], para poder cumprir a tarefa de fazer funcionar um hospital.”

De acordo com a Unifesp, o HU2 funcionará em colaboração e parceria permanentes com o Hospital São Paulo e com a Escola Paulista de Medicina e Escola Paulista de Enfermagem.

Edição: Nádia Franco

Fonte: EBC Educação
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Educação

Hoje é o último dia para escolha dos livros didáticos do 6º ao 9º anos

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Termina hoje (16) o prazo para que professores, diretores e coordenadores educacionais das redes públicas de ensino escolham os livros didáticos que serão utilizados pelos alunos dos anos finais do ensino fundamental, do 6º ao 9º anos, a partir do ano que vem. A seleção das obras, que fazem parte do Programa Nacional do Livro e do Material Didático (PNLD), deve ser feita pelo sistema PDDE Interativo.

Para ajudar na escolha, está disponível o Guia do Livro Didático 2020, que contém resenhas e informações das coleções aprovadas. De acordo com o Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE), com o guia em mãos, docentes e demais servidores envolvidos no processo podem conhecer melhor as obras disponíveis e selecionar as mais adequadas ao processo pedagógico de cada escola.

Alunos da Escola Classe da 206 Sul aprendem sobre a importância de cuidar bem dos livros didáticos, que nos anos seguintes deverão ser usados por outros estudantes.

Livros serão usados por allunos do 6º ao 9º anos do ensino fundamental – Arquivo/Agência Brasil

Nesta edição do PNLD, serão selecionadas coleções didáticas de língua portuguesa, matemática, língua inglesa, ciências, história, geografia, arte e educação física. Nos casos de língua portuguesa e arte, podem ser escolhidas coleções disciplinares separadas para cada uma das disciplinas ou coleções interdisciplinares, que englobam as duas matérias numa única coleção.

As escolas devem selecionar duas opções de coleções de cada componente curricular, de editoras diferentes. Caso não seja possível a aquisição dos livros da editora da primeira opção, o FNDE negociará as obras da segunda opção. Se a escola não quiser receber livros de algum componente, basta indicar essa intenção no sistema.

Cada escola poderá escolher também uma coleção de Projeto Integrador, ou seja, obras didáticas com propostas pedagógicas que integram no mínimo dois componentes curriculares. Trata-se, segundo o FNDE, de uma opção a mais de material para as escolas.

O registro da escolha deve ser feito pelo diretor da escola no Sistema PDDE Interativo. Caso algum diretor ainda não tenha acesso a esse sistema, deverá entrar em contato com a Secretaria de Educação para solicitá-lo. Está disponível um passo a passo para ajudar no processo de escolha.

O PNBL fornece gratuitamente livros didáticos, obras pedagógicas e literárias, entre outros materiais de apoio à prática educativa às escolas.

Edição: Nádia Franco

Fonte: EBC Educação
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Educação

Portal do MEC tira dúvidas sobre carteira de estudante digital

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O Ministério da Educação (MEC) lançou hoje (16) o portal da ID Estudantil, que traz informações para estudantes de todo o país sobre a nova carteira digital gratuita. Os estudantes poderão adquirir o documento nas lojas Google Play e Apple Store a partir de dezembro.

O documento permitirá o pagamento de meia-entrada em shows, apresentações de teatro e outros eventos culturais, sem que isso gere um custo extra. O site traz também uma contagem regressiva para a emissão da nova carteirinha estudantil. Contados a partir desta segunda-feira, faltam 83 dias para o começo das emissões.

A carteirinha digital poderá ser emitida pelo MEC; pela Associação Nacional de Pós-Graduandos; pela União Nacional dos Estudantes (UNE); pela União Brasileira dos Estudantes Secundaristas (Ubes); por entidades estudantis estaduais, municipais e distritais; diretórios centrais dos estudantes; centros e diretórios acadêmicos e outras entidades de ensino e associações representativas dos estudantes.

O estudante que solicitar a carteira digital terá que consentir com o compartilhamento dos dados cadastrais e pessoais com o MEC para subsidiar o Sistema Educacional Brasileiro — o novo banco de dados nacional dos alunos, a ser criado e mantido pela pasta.

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O ministério poderá usar essas informações apenas para formulação, implementação, execução, avaliação e monitoramento de políticas públicas. O sigilo dos dados pessoais deve ser garantido sempre que possível.

A emissão da carteira digital está prevista em medida provisória (MP) que dispõe sobre o pagamento de meia-entrada publicada no último dia 9, no Diário Oficial da União.

Edição: Maria Claudia

Fonte: EBC Educação
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