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Política Nacional

MDB desiste de candidatura e vai apoiar Eduardo Leite no RS

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Votação para apoiar Eduardo Leite foi apertada e desagradou caciques da legenda no estado
Divulgação/Maicon Hinrichsen – 09/03/2022

Votação para apoiar Eduardo Leite foi apertada e desagradou caciques da legenda no estado

Mesmo com a resistência de caciques e um impasse que levou meses, o MDB gaúcho aprovou neste domingo (31) em convenção o apoio à reeleição do ex-governador Eduardo Leite (PSDB). Com isso, o deputado estadual Gabriel Souza (MDB) retirou seu nome da disputa e deve ser o indicado a vice de Leite. O acordo era uma exigência do PSDB em troca do apoio a candidatura presidencial da senadora Simone Tebet (MS).

O resultado foi apertado: 239 votos favoráveis contra 212 pela candidatura própria. A convenção ainda registrou 18 nulos e 4 brancos, contabilizando 473 votos.

Agora, a tendência é que o PSDB indique o vice da senadora. A preferência de Tebet sempre foi pelo senador Tasso Jereissati (PSDB-CE), a quem descreve como uma espécie de conselheiro. Nas últimas semanas, Tasso estava reticente e havia dito a pessoas próximas que estava incomodado com os rumos da campanha, que ainda não decolou nas pesquisas de opinião. De acordo com o último levantamento do Instituto Datafolha, Tebet aparece com 2% das intenções de voto.

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A aprovação da aliança com Leite foi alvo de contestação interna. Líderes do MDB como o prefeito de Porto Alegre, Sebastião Melo, o ex-ministro Osmar Terra e os ex-governadores José Ivo Sartori e Pedro Simon votaram contra Leite no evento e foram embora como forma de protesto.

É a primeira vez que o MDB não tem candidato próprio naquele estado desde a redemocratização.

Assim como é inédito o apoio do PSDB a uma candidatura presidencial de outro partido no primeiro turno desde sua fundação Leite e Souza foram aliados ao longo da última gestão do ex-governador. O deputado era o então presidente da Assembleia Legislativa durante a gestão do mais jovem governador da história do estado e pautou e ajudou a formar maioria na Casa para aprovar diversas reformas no estado. Essas medidas permitiram ao governo colocar as contas em dia e acabar com os atrasos no pagamento dos servidores.


Fonte: IG Política

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Política Nacional

Lula quer lotar ato em SP para impulsionar campanha de Haddad

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Lula fará ato ao lado de Haddad em São Paulo
Ricardo Stuckert

Lula fará ato ao lado de Haddad em São Paulo

O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) tem dito para interlocutores que quer lotar o ato que fará em São Paulo no próximo dia 18. Seu objetivo é agitar a militância e fazer com que todos do abracem a campanha do candidato ao governo Fernando Haddad (PT).

Lula reconhece que seu aliado é muito popular no estado, tanto que aparece em primeiro lugar nas pesquisas de intenções de votos, superando Rodrigo Garcia (PSDB) e Tarcísio de Freitas (Republicanos). Porém, ele acredita que, para vencer, será necessário enorme empenho da militância.

Não é segredo para ninguém que o maior sonho do PT é comandar pela primeira vez o São Paulo, já que a agremiação nasceu no estado. A única vez que o partido ficou próximo do Palácio dos Bandeirantes foi em 2002, quando José Genoino perdeu no segundo turno ao enfrentar Geraldo Alckmin.

Além disso, o ex-presidente quer demonstrar força popular e acredita que os atos são uma grande oportunidade. Não por acaso, após São Paulo, ele estará no Rio de Janeiro e Minas Gerais, os três maiores colégios eleitorais do país e que concentram 41% dos eleitores.

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Fonte: IG Política

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Política Nacional

Bolsonaro tenta amenizar clima ruim entre filhos

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Bolsonaro foi escalado para impedir atritos entre Flávio e Carlos
Reprodução

Bolsonaro foi escalado para impedir atritos entre Flávio e Carlos

A relação entre Flávio e Carlos não é das melhores e tem deixado a equipe de Jair Bolsonaro (PL) bastante preocupada. O filho número dois se mudou para Brasília para ficar mais perto da campanha e há enorme temor que o clima piore a partir de agora. O presidente da República se comprometeu a conversar com a dupla para impedir episódios desagradáveis ao longo das próximas semanas.

A briga entre irmãos tem ocorrido por causa dos caminhos que cada um quer impor para a campanha. O senador Flávio tem uma visão mais política, então defende que seu pai escute mais os marqueteiros e profissionais da área, deixando de lado a ala ideológica.

Já o vereador Carlos bate na tecla que o grande diferencial do pai é o fato dele ser espontâneo. Na visão dele, o ideal era resgatar as estratégias adotadas em 2018, apostando em discursos ideológicos, como aborto, legalização das drogas e defesa da família.

Bolsonaro tem tentado agradar ambos os lados. A postura adotada pelo presidente é a seguinte: Na televisão, vai dialogar com os indecisos e com os eleitores que mais o rejeitam, como as mulheres e os mais pobres. Por isso defenderá as ações do seu governo, usando um tom moderado.

Quando estiver realizando lives nas redes sociais e participando de comícios, o mandatário irá agitar seus apoiadores, fazendo críticas aos seus adversários e aos ministros do Supremo Tribunal Federal (STF).

Bolsonaro não quer que seus filhos se dividam durante a campanha e vai se equilibrar na corda bamba para manter a paz entre os dois. Porém, sua equipe não tem toda essa confiança.

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Fonte: IG Política

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