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Max Russi pede reformas em escolas estaduais de Barra do Garças

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Foto: JLSIQUEIRA / ALMT

Barras do Garças conta hoje com 20 escolas estaduais e grande parte delas precisa de  reformas ou ampliações de suas bases estruturais. Essa demanda foi reforçada ao primeiro-secretário da ALMT, deputado Max Russi (PSB), pelo vereador Geraldino Alves Rodrigues Neto (PSB), o popular Doutor Neto. Max Russi apresentou a indicação nº 1542/2019, que solicita ao governo do estado a necessidade dessas obras.

As dificuldades dessas unidades escolares se agravam, devido ao tempo em que estão sem passar por algum tipo de reforma. Algumas delas desde 2016. “Isso é um fator de risco aparente para todos os alunos, professores e administrativo. Muitas escolas também precisam da criação de alguns espaços como, bibliotecas, laboratórios, quadras poliesportivas, dentre outros”, acrescentou Doutor Neto.

O deputado Max Russi defende que essas melhorias proporcionariam um melhor desempenho e aprendizado. “Ambiente limpo, adequado e seguro, estimula crianças e adolescentes a permanecerem no colégio. A demora no repasse de recursos, além de causar muitos transtornos, colabora para os problemas se multiplicarem, uma vez que uma reforma simples resolveria. Esse problema não pode se agravar mais”, justificou.

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No mês de abril desse ano o  parlamentar apresentou a indicação nº 872/2019, onde prevê a reforma da Escola Estadual Francisco Dourado, também em Barra do Garças.

Localizada no Bairro Jardim Amazônia, o popular BNH, a escola iniciou suas atividades em 1981, atuando apenas nas séries primarias. Em 1999, conforme a diretora Simone Silva Santos, ampliou seu atendimento da 4ª a 8ª série. Já em 2002, passou também a oferecer o ensino médio.

De acordo com o relato da diretora, até mesmo antes do ano 2000, época em que ela concluiu os estudos na própria unidade escolar,  as reformas já haviam sido solicitadas ao Executivo.

“A escola possui uma estrutura precária. Pode-se dizer que nós somos guerreiros, porque essa escola não teria condições de funcionar, devido ao calor. Essa escola nunca passou por uma reforma, desde a sua criação. Não temos acesso de acessibilidade, laboratório de ciências, refeitório, biblioteca, que seria fundamental. As secretaria de coordenação e direção estão em ambientes improvisados”,  informou Simone.

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Fonte: ALMT
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Adversários históricos, Carlos Bezerra e Júlio Campos podem voltar a se enfrentar nas urnas em 2020

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Júlio Campos já levou a melhor sobre Bezerra em 1990

A disputa ao Senado da República, em uma eleição suplementar com a cassação da senadora Selma Arruda (Podemos), cassada pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE), pode provocar um verdadeiro duelo de titãs entre dois ex-senadores e ex-governadores de Mato Grosso, o deputado federal Carlos Bezerra (MDB), que governou o Estado de 1987 a 1990, e o ex-governador Júlio José de Campos, histórico líder do Democratas no Estado, que governou de 1983 a 1986.

Bezerra foi senador no período de 1995 a 2002, e Júlio José de Campos foi senador em 1991 a 1998. Na ocasião, era uma só vaga ao Senado e Campos derrotou Bezerra.

Para justificar sua intenção em disputar a vaga de Selma Arruda, o deputado federal Carlos Bezerra diz que “é um desejo do partido e de aliados de fora do partido, entre eles, prefeitos de diversas cidades, que nos incentiva a disputar”.

Bezerra garante que está pronto para qualquer embate e que decide logo se vai encarar ou não a disputa. “Até o fim do ano vou decidir se vou ser candidato. Já tenho nove mandatos e o mandato de senador é de oito anos. É uma situação para pensar”, disse.


Carlos Bezerra garante que está pronto para exercer o cargo que ocupou entre 1995 e 2002

Aos 78 anos, Bezerra é presidente do MDB de Mato Grosso desde 1994, e tem sido reeleito em todas as renovações de diretório desde então. Militante histórico, ele foi um dos fundadores do antigo MDB e nunca mudou de partido. Em sua trajetória política, construiu uma vasta rede de apoiadores que chega aos quatro cantos do Estado.

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O ex-senador e ex-governador Júlio Campos afirma que a questão do Senado, no caso de eleição suplementar, será discutida no partido. “Nós vamos discutir internamente no partido. Não discutimos ainda. Depende do partido. Vamos definir. A cassação ocorreu agora e essa eleição será só em meados do ano que vem. Vamos ver isso entre o final do ano e início do ano que vem”, disse, ao acrescentar que está pronto para qualquer decisão do Democratas.

“Estou pronto, sou soldado do partido, tenho condições para disputar e ganhar as eleições ao Senado”, diz. Conforme Júlio Campos, “um partido que tem governador, tem mais de 25 prefeitos, 250 vereadores, uma base de filiados de 55 mil pessoas, tem toda a condição de ter candidatura ao Senado”, afirmou. Para completar, Júlio.

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TRE nega remoção de vídeo de processo de cassação de deputado por suposta compra de voto

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Carlos Avalone queria que vídeo feito pela PRF no dia da apreensão de R$ 90 mil não fosse considerada como prova

O Tribunal Regional Eleitoral de Mato Grosso (TRE-MT) negou por unanimidade a retirada do vídeo feito pela Polícia Rodoviária Federal (PRF) do processo de pedido de cassação do deputado estadual Carlos Avalone Júnior (PSDB). Avalone havia entrado com mandado de segurança para que o vídeo fosse retirado dos autos e não constasse como prova.

O vídeo em questão foi feito por um policial rodoviário federal no dia 4 de outubro de 2018, três dias antes da realização do primeiro turno das eleições majoritárias de 2018, quando três homens foram detidos na BR-070, no município de Poconé, no sentido Cuiabá para Cáceres.

No carro, que tinha o vidro traseiro adesivado com o mote da campanha do deputado, foram encontrados R$ 89,9 mil, uma agenda manuscrita e santinhos eleitorais do candidato. Ao serem questionados sobre a origem do dinheiro, eles teriam entrado em contradição, não conseguindo explicar a origem da quantia.

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No vídeo, um dos detidos afirma que o dinheiro teria sido pego em um escritório em Cuiabá e que este local pertencia a Avalone, e era utilizado para pagamento de cabos eleitorais da campanha. E, de acordo com o depoimento feito pelo policial rodoviário federal, a gravação foi autorizada.

No julgamento, os desembargadores aplicaram a Súmula 22 do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), na qual consta que “não cabe mandado de segurança contra decisão judicial recorrível, salvo situações de teratologia ou manifestadamente ilegais”, seguindo assim o voto do relator, desembargador Sebastião Farias, em conformidade com o parecer da Procuradoria Regional Eleitoral.

Com isso, o vídeo permanecerá no processo e será analisado no momento oportuno, ou seja, em sede de alegações finais.

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