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Política MT

Mauro Mendes cita “equívoco” de Emanuel por relaxar restrições ao isolamento social durante pandemia

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Afirmação foi dada na manhã desta sexta-feira durante entrevista
à CNN

O governador Mauro Mendes (DEM) criticou a decisão do prefeito Emanuel Pinheiro (DEM) em flexibilizar as restrições contra o isolamento social. Conforme o democrata, houve precipitação ao determinar o fechamento do comércio no começo da pandemia de coronavírus e está havendo equivoco agora, por estar liberando as atividades, quando os casos de Covid-19 estão aumentando.

“Neste momento, o prefeito aqui da capital ele cometeu, ao meu ver, alguns equívocos. Porque quando não tínhamos ninguém na UTI, ele mandou fechar o comércio. Houve uma precipitação. Agora que nós estamos com 1.500 casos, ele tá querendo voltar tudo, e estamos com as UTIs chegando a 75% de ocupação. Quer dizer, existe um equívoco gigante”, disse o governador em entrevista à CNN na manhã desta sexta-feira (12).

Durante a entrevista, Mendes também falou sobre a recomendação do Ministério Público Federal (MPF) para que o Estado adote medidas mais rígidas para garantir o isolamento social e conter o avanço da doença, e disse concordar com o posicionamento.

“O Ministério Público, corretamente ao meu ver, está recomendando que não se haja abertura no momento em que nós estamos precisando fechar. Então, talvez por esse equívoco que alguns poucos cometeram, não apenas no estado, mas no Brasil houve, em alguns lugares, precipitações, e aí está voltando antecipadamente, porque há pressão dos setores produtivos e das pessoas”.

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Política MT

Consulta pública recebeu mais de 970 contribuições

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Foto: ANGELO VARELA / ALMT

A consulta pública sobre o Zoneamento Socioeconômico Ecológico (ZSEE) resultou em 973 contribuições de pessoas, entidades, associações, empresas e organizações sociais. Os números foram apresentados durante a 6ª reunião da Comissão Especial para Debater o ZSEE, nesta quarta-feira (27), na Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT). Em sequência foi aprovado requerimento solicitando todas as manifestações recebidas.

O balanço foi apresentado pelos servidores da Secretaria de Estado de Planejamento e Gestão (Seplag), Keile Pereira e Sandro Luís Brandão, e pelo secretário Basílio Bezerra. De acordo com o relatório, 430 formulários foram preenchidos na consulta virtual e outras 36 protocoladas. Este montante se desdobrou em 780 contribuições às diretrizes, 180 á minuta de lei e mais as 36 manifestações físicas. 

De acordo com a servidora Keile Pereira, as sugestões passaram por uma triagem prévia e depois foram distribuídas entre os integrantes do grupo de Trabalho, composto pela Secretaria de Estado de Meio Ambiente (Sema), Instituto de Terras de Mato Grosso (Intermat), Procuradoria Geral do Estado (PGE) e pela Seplag.

“As contribuições foram muito ricas e estamos trabalhando de forma minuciosa para apresentar uma minuta sólida, com robustez técnica para dar uma definição para este tema tão importante. O governo está determinado a resolver essa questão”, afirmou o secretário Basílio Bezerra.

O presidente da Comissão, deputado Dr. Eugênio (PSD) requereu o conteúdo das contribuições apresentadas para que os deputados possam acompanhar e contribuir com o documento. “Vamos trabalhar para resolver o Zoneamento ano que vem e por isso queremos acompanhar todos os passos para fazer isso somente quando a mensagem do governo foi encaminhada para a Casa”.

Todas as contribuições recebidas foram numeradas e após avaliação técnica foram classificadas entre pertinentes, não pertinentes ou maiores contribuições. Neste último grupo estão incluídas as manifestações mais complexas que vão precisar de uma análise mais detalhada e técnica.

Essa classificação ainda não está disponibilizada para consulta, mas a numeração de cada contribuições já pode ser conferida no site da Seplag.

Fonte: ALMT

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Ministra da Agricultura participa de lançamento da safra de soja e inauguração de indústria de etanol de milho em MT

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Teresa Cristina estará em MT nesta quinta-feira [Foto – Fabio Rodrigues Pozzebom/Agência Brasil]

Nesta quinta-feira (28), a ministra da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, Tereza Cristina cumpre agenda em Sorriso, a 400 km de Cuiabá. A ministra participa de entrevista, inauguração e lançamento de plantio. A primeira agenda é uma entrevista à uma rádio da cidade, às 8h. Em seguida, a ministra participa da inauguração de uma indústria produtora de etanol de milho, que fica no km 768 da BR-163.

Por fim, a ministra participa do lançamento do plantio da safra de verão. O evento está marcado para acontecer às 11h, no Parque Tecnológico de Sorriso, localizado no Anel Viário da cidade.

Chamada de “A Capital Nacional do Agronegócio”, Sorriso, escolhida para o lançamento da safra, é uma das cidades carro-chefe da produção de grãos em Mato Grosso. No município se produz commodities como soja, milho e algodão. Ao todo, 600 mil hectares compõem a área produtiva.

A soja é considerada um dos produtos mais importantes na economia mundial. Em 2020, conforme dados da Embrapa, o Brasil alcançou o ranking de maior produtor de soja do mundo, com mais de 130 milhões de toneladas. Em Mato Grosso, a participação desse grão na economia é ainda maior, sendo uma das principais forças motrizes do desenvolvimento do Centro-Oeste. O Estado é o maior produtor de soja do país, com cerca de 35 milhões de toneladas por safra.

Situação da carne

A suspensão da carne bovina para China pode causar prejuízo de R$ 500 milhões à indústria pecuaristas de Mato Grosso, segundo o Instituto Mato-Grossense da Carne (Imac). O Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) determinou a suspensão, em setembro deste ano, após o registro de dois casos atípicos de encefalopatia espongiforme bovina (EEB), popularmente conhecida como ‘vaca louca’, em Mato Grosso e em Minas Gerais.

O prejuízo diário decorrente da suspensão das vendas de carne bovina para China é de US$ 4,4 milhões (R$ 24,9 milhões na cotação atual).

Segundo o Imac, caso a produção não seja destinada a outros mercados, o impacto gerado no mês de outubro, considerando o ritmo das exportações em 2021, indica uma perda de faturamento com as exportações de até US$ 88 milhões (quase R$ 500 milhões na cotação atual) somente para Mato Grosso.

 

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