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Política MT

Governador cita apoio da família e de lideranças políticas e confirma pré-candidatura à reeleição

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O governador Mauro Mendes (União Brasil) acaba de anunciar aqui na sede do partido em Cuiabá, que é candidato à reeleição nas eleições de outubro próximo. Mendes disse que sua decisão ocorreu depois de uma ampla conversa com a família e com lideranças em todo o estado de Mato Grosso e principalmente da adesão de 140 prefeitos que pediram por uma definição em torno da sua candidatura.

“Acredito que Mato Grosso está no rumo correto e, assim, como todos que estão colaborando conosco. Temos muita coisa para fazer e nosso estado é grande, com muitos desafios. Colocamos ordem na casa e o dinheiro dos impostos volta para o cidadão e para a sociedade de forma organizada e eficiente. É por tudo isso, e com a benção de Deus, é que resolvi, com apoio da minha família, da minha esposa, dos meus filhos e dos 140 prefeitos, disputar a reeleição”, disse Mendes no início da noite desta segunda-feira (18).

A oficialização da candidatura só ocorre no próximo dia 29, na convenção partidária do União Brasil. As convenções, segundo calendário oficial, abrem nesta quarta (20) e segue até o dia 5 de agosto. Este é o período em que todos os candidatos são anunciados.

Questionado sobre a vaga de vice-governador, Mauro disse que a tendência é que Otaviano Pivetta (Republicanos) seja mantido na chapa. Disse ainda que formará aliança com o PL, partido do presidente Jair Bolsonaro. “O vice-governador também será objeto de discussão, mas também já coloquei minha posição, de que seu eu fosse mesmo candidato, meu desejo é ter o Otaviano Pivetta como vice. Essa definição dependerá dele e, posteriormente, dos partidos que estarão do nosso lado”.

Sobre adversários, Mauro evitou fazer comentários, mas disse não acreditar que haverá WO, “Estou muito tranquilo que esse grupo político que eu represento hoje na condição de governador, tem muita coisa para colocar à mesa e, em cima, pleitear um projeto de reeleição. Mas essa coisa de WO é uma grande bobagem e não faço movimento nenhum nessa  direção”, disse.

 

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Política MT

“Não tem nada de pressão é uma questão de foro íntimo”, diz Wallace ao anunciar recuo de disputa por vaga na AL

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Ex-prefeito de Várzea Grande, Wallace Guimarães (PV): “ouvi o coração, não estava feliz com o projeto de voltar à política”

O ex-prefeito de Várzea Grande, Wallace Guimarães (PV), anunciou a pouco sua desistência em disputar uma cadeira da Assembleia Legislativa nas eleições deste ano. “Eu estava neste projeto de candidatura a um ano, mas por uma questão de foro íntimo deixo a disputa. Não sei se quero isso para mim”, disse Wallace Guimarães com exclusividade para o portal ODOCUMENTO.

Conforme Wallace Guimarães, sua decisão foi exclusivamente por não estar feliz com o projeto de candidatura este ano. “Não tem nada  de pressão é uma questão de foro íntimo. Também não estou feliz em continuar com este projeto”, destacou.
O ex-candidato disse que a única coisa que o deixa entristecido é o fato das pessoas que já estavam engajadas no seu projeto de eleição para este ano. “Fico entristecido por conta das pessoas que já estavam no meu projeto de candidatura. E agradeço o meu partido o PV e a federação por conta do apoio que tive até o presente momento”, afirmou. “Posso ter acordado um pouco tarde, mas depois de uma conversa com minha família, filhos e amigos decidi deixar a disputa das eleições de outubro próximo”.
Conforme Wallace Guimarães, um dos motivos que mais pesou em sua decisão foi a atuação na medicina. Médico por profissão Wallace disse que pretende continuar com o trabalho que realiza no setor de saúde da cidade industrial. Ele diz ainda que vai continuar militando no partido e apoiando os projetos do PV em Mato Grosso mas que qualquer possibilidade de candidatura está afastada. “O PV tem bons quadros e a federação também e vamos estar na trincheira apoiando os companheiros”, completou.
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Júlio vê UB com força para eleger até 4 deputados estaduais e ‘estranha’ PSB na suplência de WF

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Partidos de Alckmin e Bolsonaro estão juntos em chapa de Wellington Fagundes ao Senado em MT

O ex-governador Júlio José de Campos (União Brasil), candidato a deputado estadual nas eleições deste ano, afirmou a jornalistas nesta segunda-feira (15), que a chapa do partido para a Assembleia Legislativa tem seis generais que vão disputar três vagas. “Eu digo que tem seis generais para três vagas. Vai ter uma cotovelada geral entre os seis para ver qual vai ser a promoção”, disparou.

Segundo Júlio Campos, a alta cúpula do partido se reuniu neste final de semana, decidiu oficializar e traçar a campanha. Já está mais ou menos organizado e “acredito que poderemos até fazer um quarto, mas com muita dificuldade, porque não conseguimos preencher o total de vagas”.

“Eram 25, conseguimos só 19 candidatos, e alguns com pouca penetração eleitoral, o normal é calcular que consigamos fazer três com certeza. E nenhum partido passará mais do que isso. É normal cada partido fazer uma vaga, a segunda vaga já é muito difícil para qualquer partido”, declarou.

Sobre a definição da segunda suplência de senador na chapa do senador Wellington Fagundes (PL), que disputa coligado com o União Brasil, Júlio Campos disse que “realmente é uma confusão para dar, vender e alugar. Eu mesmo nem sei quem é o segundo suplente. É do Lula (?)…é estranha essa composição, esdrúxula, fora do contexto. Não tem nem como explicar até para o eleitorado, mas em todos casos vamos aguardar o julgamento eleitoral. É o caso do vice da Márcia Pinheiro, ninguém sabe né”, opinou.

Segundo Júlio Campos, “é difícil explicar não só para o Bolsonaro, como para o eleitorado. É estranho, mas o eleitorado é que vai julgar”.

 

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