CASO ODENIL

Governador diz que prisão de assassino de PM comprova tolerância zero ao crime

· 1 minuto de leitura
Governador diz que prisão de assassino de PM comprova tolerância zero ao crime
Secretário de Segurança Pública, coronel César Roveri. e o governador Mauro Mendes

Conteúdo/ODOC - O governador Mauro Mendes afirmou que a prisão de Raffael Amorim de Brito, acusado de executar o sargento da Polícia Militar Odenil Alves Pedroso em frente a uma UPA de Cuiabá, reforça a política de tolerância zero contra o crime em Mato Grosso. A declaração foi feita após a captura do suspeito, ocorrida nesta quarta-feira (7), em Itaboraí, no Rio de Janeiro.

Segundo o governador, a ação é resultado do trabalho integrado das forças de segurança. “Quero parabenizar a Polícia Militar por todo o trabalho de inteligência nessa captura. Em Mato Grosso, quem comete crime será encontrado e preso”, declarou Mauro Mendes.

Raffael foi localizado após um ano e sete meses de buscas, em uma operação conjunta das áreas de inteligência de Mato Grosso e do Rio de Janeiro, com apoio do Gaeco e da Polícia Federal. De acordo com as investigações, ele estava escondido no Complexo do Alemão e foi interceptado quando saía da comunidade para cometer um roubo em Itaboraí.

O crime ocorreu em 28 de maio de 2024, quando o sargento Odenil Alves foi baleado na cabeça enquanto trabalhava na UPA do bairro Morada do Ouro, em Cuiabá. O militar realizava serviço no local para complementar a renda, foi socorrido e passou por cirurgia no Hospital Municipal de Cuiabá, mas não resistiu.

Lotado no 3º Batalhão da Polícia Militar, Odenil integrava a corporação desde 1998. Natural de Rosário Oeste, ele tinha uma longa trajetória na segurança pública. A Delegacia de Homicídios e Proteção à Pessoa aponta que o assassinato teve características de latrocínio.

Além desse crime, Raffael possui diversas passagens policiais por estupro, roubo e tráfico de drogas. Ele permanece preso no Rio de Janeiro e aguarda autorização judicial para ser transferido a Mato Grosso, onde deverá responder pelo assassinato do sargento e por outros mandados de prisão em aberto.