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Mauro diz que pagar salário dentro do mês trabalhado é uma das metas do Governo, porém, ainda não definiu prazo

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Salários dos servidores estão sendo pagos no dia 10 do mês subsequente ao trabalhado

O governador Mauro Mendes (DEM) disse na segunda-feira (14) durante entrega da Avenida Parque do Barbado, em Cuiabá que ainda não pode garantir quando o salário dos servidores públicos será pago dentro do mês trabalhado, porém, garante que essa é uma das principais metas estabelecidas por ele e sua equipe.  Atualmente, os salários estão sendo pagos de forma integral no mês subsequente, porém, até dezembro, estava sendo pago de forma escalonada.

“Em 2020, vamos continuar trabalhando com a mesma seriedade. O objetivo é pagar fornecedor dentro do mês, pagar salário dentro do mês. Nós estamos caminhando a passos largos para isso, mas não tenho ainda como fazer um exercício de previsão de data para dizer quando isso poderá acontecer”, disse.

“Eu não gosto de trabalhar com exercício de futurologia. Nós tínhamos um planejamento. Sempre dizia isso, de ao longo de 2019 conseguirmos colocar o salário em uma única parcela. E pagamos dezembro, pagamos janeiro. Pagamos o décimo terceiro em dezembro dentro do mês da data estabelecida, sem nunca ter falado de qualquer conversinha ligada a depender de Governo Federal”, destacou.

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A folha de dezembro paga na última sexta-feira (10) teve o valor de R$ 588.270.748,00. Nela foram incluídos também R$ 121.993.840, referentes ao 13º salário e as demais verbas rescisórias do servidores não efetivos da Secretaria de Educação, cujos contratos venceram em dezembro. Só a folha dos servidores do Poder Executivo chega a R$ 466.276.908 milhões.

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Armindo de Figueiredo Filho

AINDA BEM QUE OS PASSOS ESTÃO SENDO DE “COELHOS”(passos Largos),,,JÁ PENSASTE SE FOSSEM DE “TARTARUGAS”?????? No início do mandato , já dizia “Mussolini”>>> entraram despidos (NÚS) à meta…Apenas um alerta>>> “UM GOVERNO SEM META, É COMPLETAMENTE UM GOVERNO VAZIO””… Sem mais delongas…. Fim de papo ……

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Câmara quer definir nome de consenso para a disputa da eleição suplementar ao Senado

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Misael Galvão disse que Mário Nadaf e Juca do Guaraná já colocaram os nomes para a disputa

O presidente da Câmara Municipal de Cuiabá, vereador Misael Galvão (PTB), admitiu em entrevista ao Portal ODocumento, durante o lançamento do programa Cuiabá Recicla, no shopping popular, nesta sexta-feira (17), pelo prefeito Emanuel Pinheiro (MDB), que a expectativa do Parlamento Municipal é definir um nome de consenso para disputar a eleição suplementar ao Senado da República.

“Nós estamos conversando. A Câmara vai participar ativamente desse processo. Vamos trabalhar para um consenso. Já temos nomes colocados, como os vereadores Juca do Guaraná (Avante) e Mário Nadaf (PV)”, disse o presidente do Legislativo cuiabano.

No entendimento de Galvão, “a política é a arte de conversar, de dialogar. Por isso vamos buscar o consenso em torno de um nome que represente o Legislativo nesta disputa do Senado”. Para Misael Galvão, “Cuiabá vai fazer a diferença e resgatar essa vaga do Senado”.

“Se depender da energia dos vereadores, teremos um nome de consenso. O vereador é o político mais próximo da população, que ouve mais o povo. E essa vaga, não gostaria que fosse aberta desse jeito, como está aberta, agora depende de nos unirmos para garantir um bom nome na disputa”, disse, ao argumentar que não vê dificuldades para a definição de um nome único do Legislativo para a disputa.

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Questionado sobre as eleições municipais, se a sua ida para o PTB foi uma estratégia visando disputar a condição de candidato a vice-prefeito no caso de o prefeito Emanuel Pinheiro tentar a reeleição, o presidente da Câmara descartou. Ele disse que está focado na gestão de presidente e que o seu desejo, oficial, é buscar a reeleição.

“Não é o meu desejo, não é a minha prioridade. A minha prioridade é focar na minha gestão de presidente, na gestão de vereador. Desejo ser candidato à reeleição se eu estiver com saúde, se minha família autorizar, se meu grupo político realmente entrar conosco na campanha. Esse é o projeto que tenho no meu coração e é a minha vontade”, resumiu.

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Ex-governador procura Emanuel Pinheiro em busca de apoio para disputar eleição suplementar para o Senado

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Emanuel disse que assunto voltará a ser discutido com Pedro Taques logo após retorno da viagem com a família

O prefeito Emanuel Pinheiro (MDB) confirmou durante o lançamento do programa Cuiabá Recicla, nesta sexta-feira (17), no shopping popular, que foi procurado pelo ex-governador Pedro Taques (PSDB), para tratar sobre a eleição suplementar ao Senado da República, que ocorrerá este ano devido a cassação da senadora Selma Arruda (Podemos) pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE).

Pinheiro adiantou que ainda não discutiu o assunto com o ex-governador, mas que ficaram de fazer uma reunião para conversar sobre este assunto nos próximos dias. “Ele me procurou e vamos conversar. Se der tempo ainda hoje ou quando eu voltar de viagem, no próximo final de semana”, disse, argumentando que vai tirar uma semana de descanso para viagem com a família.

A expectativa do prefeito, que já discutiu o assunto em uma reunião com o senador Jaime Campos (DEM), com a prefeita Lucimar Sacre de Campos (DEM), com os deputados federais Neri Geller (PP) e Emanuel Pinheiro Neto, o Emanuelzinho (PTB), o deputado estadual Max Russi (PSB) e o ex-governador Júlio Campos (DEM), é fechar consenso em torno de um nome que represente a Baixada Cuiabana.

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“Defendi que deveria se colocar o nome do ex-governador Pedro Taques, apesar de que o Nilson Leitão é o nome do PSDB. Mas acho que temos que avaliar, a partir do momento em que todos estão sentando à mesa, todos devem ser ouvidos. Mas, aí, acabou ficando o Nilson mesmo”, disse o prefeito.

Conforme Emanuel Pinheiro, “só em Várzea Grande temos dois ex-governadores de uma mesma família, então sentimos convocados para unir Mato Grosso, para manter a paz social e política. Entendemos que se unir Cuiabá, Várzea Grande e a Baixada Cuiabana com reflexo para unir Mato Grosso, porque Cuiabá é a mãe de todos os municípios, teremos um movimento suprapartidário para definir um nome ao Senado”, ponderou.

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