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Política MT

Mauro destaca trabalho da AL, mas diz que não tem como conceder reajuste parcelado aos servidores da Educação

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Governador voltou a citar estouro da LRF como impedimento para conceder reajuste mesmo que de forma parcelada

O governador Mauro Mendes (DEM) disse nesta sexta-feira (12) em conversas com jornalistas no Palácio Paiaguás que recusou a proposta da Assembleia Legislativa para que concedesse o reajuste dos salários dos servidores da Educação em greve desde o último dia 27 de maio. O ofício encaminhado pelo Legislativo esta semana propunha que o reajuste de 7,69% fosse feita de forma escalonada, sendo 2,6% na folha salarial de agosto, 2,6% em novembro e 2,4% na folha de fevereiro do próximo ano.

Mauro voltou a justificar o estouro da Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF) como impedimento para não conceder o reajuste. “Nós já respondemos a Assembleia da mesma forma que já respondemos a todos, inclusive o sindicato em uma reunião que fizemos aqui com eles, dizendo clara e objetivamente: existe uma Lei Federal que é superior às estaduais e diz claramente que estourando limite de gasto com pessoal, ficamos impedidos de dar qualquer aumento”, disse.

Mauro destacou o trabalho da Assembleia Legislativa (ALMT) em buscar um consenso para o impasse, mas lembrou que a situação financeira do Estado ainda é preocupante.

“Nada disso mudou na última semana, últimos meses… e enquanto não mudar, não temos condições de conceder o aumento. Eu respeito a Assembleia. Eles têm uma dinâmica mais voltada ao diálogo. E é importante que façam esse diálogo. Respeitamos nossos deputados. Estamos aqui para ouvir, mas decidir em cima da verdade e de fatos concretos. Não seremos uma administração irresponsável, que dará cheque sem fundo, autorizando gastos e obras”, disse.

 

 

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Política MT

Deputado apresenta indicações para construção de obras na região de Juscimeira

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Foto: ANGELO VARELA / ALMT

O deputado Elizeu Nascimento (DC) protocolou na quarta-feira (12), indicação ao governador do estado, com cópia ao superintendente regional do DNIT em Mato Grosso, Orlando Fanaia Machado, requerendo a construção de uma rotatória no distrito de “Placa Santo Antônio”, e de um viaduto rodoviário no cruzamento da MT-373 com a BR-364, ambos no município de Juscimeira (163 km de Cuiabá). Para o pedido de construção do viaduto rodoviário também foi enviado uma cópia do requerimento ao secretário de Estado de Infraestrutura e Logística, Marcelo de Oliveira e Silva.

As obras, com pedido de urgência, foram solicitadas a Elizeu Nascimento pelo morador da cidade de Juscimeira,  Braz da Silva Oliveira (conhecido como professor Braz).

Quando esteve no gabinete do parlamentar, Braz contou que a ausência de uma rotatória no local tem provocado diversos acidentes no lugar e também relatou que na MT, ligando a zona urbana do município com a zona rural, os condutores de veículos e os moradores da cidade, que trafegam pelo local, são obrigados a percorrer mais de 6 km, até o retorno para a MT – 373.

“Fizemos a solicitação e agora conto com a sensibilidade do Poder Executivo para a execução dessas obras, que após ser implementadas,  irá beneficiar e facilitar a vida das mais de mil famílias que residem na região”,  disse Nascimento.

Fonte: ALMT

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Política MT

Júlio rebate Vargas e acusa empresário de sonegação: “vive escondendo coisas da Receita Federal, do Estado e de VG”

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Ex-governador saiu em defesa da família após criticas de Flávio Vargas e fez sérias críticas ao empresário

O ex-senador Júlio Campos (DEM), uma das maiores lideranças do partido em Mato Grosso, rebateu veementemente a fala do empresário Flávio Vargas (PSB), pré-candidato à sucessão da prefeita Lucimar Campos (DEM), de que vê a família Campos usar Várzea Grande como um balcão de negócios. “Toda eleição que disputei foi pelo voto direto, se a população entendeu que nós temos trabalho prestado, essa fala é mentirosa, cretina e irresponsável”, disse o democrata.

Para o ex-senador e ex-governador de Mato Grosso, “ele é que tem de esclarecer fatos estranhos, como muitas propriedades em nome de terceiros e impostos atrasados. Vive escondendo coisas da Receita Federal, do Estado e de Várzea Grande. Vai ter é que dar muita satisfação, vai ser chamado à responsabilidade, como tem que ser. Vai ter que falar porque não recolhe para a União, estado e município”, disse taxativamente.

Conforme o senador, quem pretende se aventurar na vida pública tem que estar preparado para tudo. “Tem que estar preparado para os ataques que vão surgir, e olha que a documentação é farta. Seria bom ele pensar direito se quer mesmo ir para a vida pública”, declarou.

Segundo Júlio Campos, “falar bem ou ruim dos Campos, muitos falam. Já tiveram várias operações, para todos os lados, mas nunca a família Campos foi envolvida. Tenho 40 anos de mandato, comecei a vida pública em 1972. Meu irmão, o senador Jaime Campos tem mais de 30 anos de mandato. Apesar do petrolão, do mensalão, todos os escândalos, nunca fomos, sequer, envolvidos, quanto mais investigados. Estamos de cabeça erguida, na certeza do dever cumprido. Disputei oito eleições, ganhei seis e perdi duas. Disputei contra tudo e contra todos”, completou.

 

 

 

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