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Política MT

Mauro critica “medida eleitoreira” do Congresso com Lei do ICMS dos combustíveis e prevê “caos fiscal no país”

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O governador Mauro Mendes (União Brasil), criticou duramente na tarde desta segunda-feira (27), durante entrega de ônibus escolares para os municípios do Estado, a postura do Congresso Nacional que muda o cálculo da tributação e determina que o ICMS cobrado em cada estado seja calculado com base no preço médio dos combustíveis. Segundo Mendes, “estão construindo o caminho para o caos fiscal no País”.

“Eu falei dezenas de vezes, a Petrobras está arrancando o couro dos brasileiros. Fiquei feliz que agora o presidente caiu a ficha e viu que realmente a Petrobras está arrancando o couro dos brasileiros. Falou-se que o culpado era o ICMS, ele está congelado ao diesel em R$ 5,20 e o diesel já chegou a R$ 8,00”, disse Mendes.

Segundo o governador, “todo esse aumento dado até o presente momento foi culpa, exclusivamente, do mercado e da Petrobras, que tem uma política de preço diferente de todo mundo. É a segunda empresa petrolífera do mundo que tem o maior lucro às custas dos altos preços que ela repassa nas costas dos brasileiros”.

Conforme Mendes, esse problema não é de fácil solução e nem de medidas milagrosas. “Não é um problema simples, de solução milagrosa como a Câmara tentou construir no corre-corre de última hora. Toda hora eles criam alguma coisa, eles estão construindo o caminho para o caos fiscal no país, diminuindo receita e aumentando despesas. Uma hora, meus amigos, isso vai quebrar o país por irresponsabilidade fiscal”, afirmou.

Questionado sobre a medida do Congresso por conta do ano eleitoral, Mendes foi direto: “posso dizer, sim, que do jeito que foi feito o Congresso Nacional fez uma medida eleitoreira. Nós reduzimos o ICMS da energia no ano passado, porém, nós levamos oito meses planejando isso. Não tem milagre, solução rápida, e se faz no corre-corre, a conta chega”, completou.

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1 comentário

1 comentário

  1. Marcus disse:

    Mas porque nao cobra dos Senadores que estão todos no mesmo palanque fazendo campanha para releição dele e votaram a favor , inclusive seu socio Fabio. tem mais ele não esta alinhado com o presidente pela releição do mesmo, não entendo essa demagogia barata seu MM.

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Política MT

Após dobradinha com Mauro, Wellington Fagundes ‘fecha’ apoio com a maioria dos prefeitos do MDB para o Senado

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O senador Wellington Fagundes ao lado do ex-secretário Mauro Carvalho (esquerda) e do prefeito Léo Bortolin: apoio de 80% dos prefeitos da legenda

A maioria dos prefeitos do MDB decidiu apoiar a reeleição do senador Wellington Fagundes (PL). A dobradinha com o governador Mauro Mendes (União Brasil) por mais quatro anos no comando do Palácio Paiaguás também encontra eco junto aos prefeitos emedebistas.

A afirmação é do prefeito de Primavera do Leste, Léo Bortolin. Segundo ele, apesar do MDB ter definido pela independência dos correligionários, ele e a maioria dos prefeitos decidiram não mexer “no time que já está ganhando e fazendo o melhor pelo Estado”.

“Cerca de 80% dos prefeitos do MDB que estão juntos nesta campanha, ao lado do presidente Bolsonaro, do governador Mauro Mendes e do senador Wellington. O MDB e o PL estão caminhando juntos. A convenção do MDB liberou os prefeitos e os correligionários para escolherem qual caminho seguir pelo Senado. Mas a maioria já confirmou e vai estar ao lado de Wellington Fagundes. Cerca de 20 prefeitos já estão juntos com Wellington”, Bortolin.

O prefeito de Várzea Grande Kalil Baracat também é um apoiadores da reeleição de Wellington. “É um senador que tem serviços prestados a Várzea Grande e a Mato Grosso e veja que através das emendas e esforços do senador Wellington Fagundes conseguimos ampliar nossa malha asfáltica levando pavimento para diversos bairros e retomar as obras do Instituto Federal de Mato Grosso, o IFMT e também da Universidade Federal de Mato Grosso”, disse Kalil.

“Mas considero como mais importante são os recursos que estão ajudando na solução do problema crônico do desabastecimento de água em Várzea Grande que será solucionado até 2024 com as obras que estão em execução e com aquelas que ainda serão realizadas”.

Kalil afirmou que a boa relação dele com os membros da bancada federal, estadual e com o governador Mauro Mendes, coloca a gestão de Várzea Grande em destaque e como resolutiva visando uma melhor qualidade de vida para as pessoas.

Entre os prefeitos do MDB que já declararam apoio publicamente a Wellington Fagundes estão Dr. Mariano (Água Boa), Adair José Alves de Moura (Alto Paraguai), Osmar Froner (Chapada dos Guimarães), Parassu de Souza Freitas (Luciara), Vanderlei de Abreu (Porto dos Gaúchos), José Guedes de Souza (Rondolândia), André (Vila Bela da Santíssima Trindade.

 

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Russi nega interferência do PSB para Natasha desistir de disputar o Senado e quer que ela siga na legenda

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O presidente do PSB de Mato Grosso, deputado estadual Max Russi, primeiro-secretário da Assembleia Legislativa, questionado durante coletiva na sede do partido, na segunda-feira (8), sobre a desistência da médica Natasha Slhessarenko (PSB), de disputar o Senado, se houve implosão da candidatura pelo seu partido, argumentou que o PSB sempre defendeu a candidatura da médica. “Em pouco tempo ela provocou um alvoroço, preocupou muita gente, de muitos grupos fortes do Estado e mexeu no tabuleiro político”, disse.

Conforme Russi, “enquanto ela era candidata teve todo o apoio e a condição. A partir do momento em que foi se inviabilizando essa possibilidade de chegar no interior, de ter um bom temo de televisão, depois desse momento, o PSB começou a fazer articulação. Foi onde o partido definiu caminhar com o governador Mauro Mendes. Em todo momento a Natasha fez a melhor construção para o partido”, declarou.

Segundo Max Russi, “o PSB tem todo interesse na Natasha. É um grande quadro e será nosso projeto para as próximas eleições. E isso ela também deixou claro aqui nesta coletiva. A decisão de não disputar as eleições este ano em qualquer outro cargo foi dela, o partido estava e sempre está à disposição”.

“Após ela ter declinado da candidatura, o PSB está tocando o seu projeto estadual”, disse ainda sobre as discussões de ter um suplente do senador Wellington Fagundes (PL). “Se puder ter um espaço na coligação, nos vamos buscar”.

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