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Mato Grosso registra quatro mortes em 24 horas e total de óbitos por Covid-19 chega a 67; 81 pacientes estão na UTI

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O total de casos confirmados chega a 2.636 e de pacientes curados é de 749

A Secretaria de Estado de Saúde (SES-MT) notificou, até a tarde desta segunda-feira (1), 2.636 casos confirmados da Covid-19 em Mato Grosso, sendo registrados 67 óbitos em decorrência do coronavírus no Estado. As últimas quatro mortes envolveram residentes de Acorizal, Barra do Garças, Cuiabá e Rondonópolis.

Dentre os 20 municípios com maior número de casos de Covid-19, estão: Cuiabá (795), Várzea Grande (257), Rondonópolis (206), Primavera do Leste (117), Tangará da Serra (113), Sorriso (87), Confresa (82), Lucas do Rio Verde (76), Barra do Garças (73), Sinop (58), Campo Verde (43), Rosário Oeste (42), Pontes e Lacerda (40), Jaciara (39), Alta Floresta (37), Cáceres (33), Nova Mutum (32), Peixoto de Azevedo (28), Aripuanã (25) e Sapezal (25).

A lista detalhada com todas as cidades que já registraram casos da Covid-19 em Mato Grosso pode ser acessada no Boletim anexado ao final desta matéria.

Nas últimas 24 horas, surgiram 152 novas confirmações em Barra do Garças (1), Bom Jesus do Araguaia (1), Cáceres (2), Campos de Júlio (5), Colíder (1), Comodoro (3), Confresa (3), Conquista D’Oeste (1), Cuiabá (49), Jaciara (1), Juína (4), Lucas do Rio Verde (2), Marcelândia (6), Nossa Senhora do Livramento (2), Nova Ubiratã (2), Pedra Preta (2), Peixoto de Azevedo (3), Pontes e Lacerda (10), Primavera do Leste (9), Rondonópolis (2), Sapezal (2), Sinop (4), Sorriso (1), Tangará da Serra (1), Tapurah (1), Várzea Grande (25), Vila Bela da Santíssima Trindade (3) e Vila Rica (3).

Contudo, a área técnica esclareceu que houve a correção de um caso de duplicidade em Juara. Além disso, um caso anteriormente notificado em Cuiabá foi reposicionado para Várzea Grande, município de residência do paciente.

Dos 2.636 casos confirmados da Covid-19 em Mato Grosso, 1.656 estão em isolamento domiciliar e 749 estão recuperados. Há ainda 164 pacientes hospitalizados, sendo 81 em Unidade de Terapia Intensiva (UTI) e 83 em enfermaria.

No boletim, a SES também divulga que a rede do Sistema Único de Saúde (SUS) dispõe, atualmente, de 176 leitos de UTI e 761 leitos de enfermaria especificamente para pacientes com coronavírus no Estado. O aumento da taxa de ocupação das unidades se deve à desabilitação de leitos por parte das unidades hospitalares especificadas em Boletim.

Considerando o número total de casos em Mato Grosso, 50,5% dos diagnosticados são do sexo feminino e 49,5% masculino; além disso, 747 pacientes têm faixa-etária entre 31 a 40 anos. O documento ainda aponta que um total de 7.618 amostras já foram avaliadas pelo Laboratório Central do Estado (Lacen-MT) e que, atualmente, restam 320 amostras em análise laboratorial.

Os pacientes são devidamente acompanhados pelas equipes de Vigilância Epidemiológica do Estado e dos municípios. Mais informações estão detalhadas na Nota Informativa divulgada diariamente pela SES disponível neste link, a partir das 17h.

Cenário nacional

Até o último domingo (31), o Governo Federal confirmou 514.849 casos da Covid-19 no Brasil e 29.314 óbitos oriundos da doença. No levantamento do dia anterior, divulgado pelo Ministério da Saúde, o país contabilizava 28.834 mortes e 498.440 casos confirmados de pessoas infectadas pelo coronavírus. Até o fechamento deste material, não foram atualizados os dados desta segunda-feira (1).

Recomendações

Atualmente, não existe vacina para prevenir a infecção pelo novo coronavírus. A melhor maneira de prevenir a infecção é evitar ser exposto ao vírus. Os sites da SES e do Ministério da Saúde dispõem de informações oficiais acerca do novo coronavírus. A orientação é de que não sejam divulgadas informações inverídicas, pois as notícias falsas causam pânico e atrapalham a condução dos trabalhos pelos serviços de saúde.

O Ministério da Saúde orienta os cuidados básicos para reduzir o risco geral de contrair ou transmitir infecções respiratórias agudas, incluindo o novo coronavírus. Entre as medidas estão:

– Lavar as mãos frequentemente com água e sabão por pelo menos 20 segundos. Se não houver água e sabão, usar um desinfetante para as mãos à base de álcool;
– Evitar tocar nos olhos, nariz e boca com as mãos não lavadas;
– Evitar contato próximo com pessoas doentes. Ficar em casa quando estiver doente;
– Cobrir boca e nariz ao tossir ou espirrar com um lenço de papel e jogar no lixo;
– Limpar e desinfetar objetos e superfícies tocados com frequência.

 

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Focos de incêndio no Pantanal mato-grossense reduzem em 80%; Estado continua com operação na região

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São mais de 40 equipes, assim como a estrutura física de aeronaves e viaturas, em todo o Estado para atuar no combate aos incêndios florestais [Foto – Mayke Toscano]

Os focos de incêndio no Pantanal tiveram redução de 80% desde o último sábado (19). Nesta quinta-feira (23) são 190 focos, contra 919 da semana anterior, entre os dias 14 e 18 de setembro.

De acordo com o comandante-geral do Corpo de Bombeiros de Mato Grosso, coronel Alessandro Borges, todo o efetivo de militares está em campo, são mais de 40 equipes, assim como a estrutura física de aeronaves e viaturas, em todo o Estado para atuar no combate aos incêndios florestais.

Em Mato Grosso, a redução dos focos de incêndio alcançou 85% nesta semana. Entre os últimos dias 14 e 18, eram 4.678, agora, de 19 a 23 de setembro, foram registrados 705 focos.

“Contamos também com o reforço da Marinha, Exército, Defesa Civil e voluntários e neste momento em que o clima ameniza a situação dos incêndios atuaremos no rescaldo, em uma operação abafa final. Temos agora uma condição muito favorável com o início da primavera, em que o fogo não se propagada com tanta rapidez e continuamos em campo até que todos os incêndios sejam debelados”, explicou o comandante.

Hoje, mais uma aeronave começou a atuar no combate ao fogo. O avião foi contratado pelo Governo de Mato Grosso e está em serviço na região de Porto Jofre. Ao todo, sete aviões atuam contra os incêndios em Mato Grosso.

O Estado já investiu R$ 22 milhões em recursos próprios no combate aos incêndios florestais e desmatamento ilegal. O Governo Federal enviou R$ 10,1 milhões nesta semana.

Nesta quinta-feira, o ministro do Meio Ambiente, Ricardo Salles, veio a Mato Grosso e está na região do Pantanal.O ICMBio enviou mais 160 brigadistas que chegaram nesta manhã e à tarde, 48 militares da Força Nacional se unem às equipes em campo na região.

“Essas equipes nos darão suporte no monitoramento, levantamento de área e também na atuação daqueles focos de incêndio que porventura recomeçarem. Será uma otimização dos trabalhos, pois as ações continuam, uma vez que as precipitações de chuva foram leves e as equipes permanecem em campo em todo o Estado até que o período chuvoso de fato tenha início”, afirmou o comandante do Comitê Integrado Multiagências de Mato Grosso (Ciman-MT), tenente-coronel Dércio Santos da Silva.

 

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PF cumpre mandados em MT contra exploração ilegal de diamantes que movimenta 20 milhões de dólares por mês

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Também há mandados em Rondônia, São Paulo, Roraima, Paraná, Piauí, Minas Gerais e Distrito Federal

G1– A Polícia Federal deflagrou nesta quinta-feira (24) a “Operação Crassa” contra exploração ilegal de diamantes na Terra Indígena Cinta Larga e na Reserva Roosevelt em Rondônia. No total são cumpridos 53 mandados de busca e apreensão no interior de Rondônia, São Paulo, Roraima, Paraná, Piauí, Mato Grosso, Minas Gerais e Distrito Federal.

As pedras preciosas, segundo a PF, são retiradas ilegalmente e passam por avaliação de intermediário até serem vendidas em joalherias — principalmente em São Paulo e no exterior, em países como França, Itália e Suíça.

O esquema, segundo a investigação que começou em 2018, movimenta cerca de US$ 20 milhões por mês.

Os diamantes da reserva estão entre os considerados como mais valiosos do mundo. Entre os alvos da operação estão lideranças indígenas, garimpeiros, intermediários e empresários.

De acordo com a investigação da PF, esses líderes autorizavam a entrada de garimpeiros na reserva. Depois, um intermediador fazia a ponte com um comprador.

Investigações

Segundo a PF, o trabalho investigativo começou em 2018, com a prisão em flagrante de três pessoas em posse de diamantes. Eles haviam se deslocado de São Paulo a Rondônia para adquiri-las. Na ocasião, admitiram que os diamantes eram da Reserva Roosevelt.

Durante as apuração do esquema foram identificadas as participações de garimpeiros, lideranças indígenas, financiadores do garimpo, avaliadores, comerciantes e intermediadores que estabelecem a conexão entre os fornecedores e o mercado consumidor nacional e internacional.

Entre os crimes investigados estão organização criminosa, usurpação de bens da União e lavagem de dinheiro.

A assessoria da Polícia Federal em Rondônia explica que o termo “crassa” faz referência ao estado bruto dos diamantes, tendo sido identificado no início das investigações a sinalização “bruto” ao lado dos contatos relacionados aos garimpeiros e intermediários do comércio ilegal na agenda dos indivíduos presos em flagrante.

 

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