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Mato-grossense: Cuiabá vence e dorme na ponta; Mixto, enfim, sai do zero e Sinop vence no fim

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Mixto venceu a primeira, batendo o Araguaia na Arena Pantanal / Foto: Assessoria

JORGE MACIEL

Três jogos abriram a terceira rodada do Campeonato Mato-grossense nesta terça-feira 29, com apenas uma  mudança de posição na tabela. Com a vitória apertada de 1 a 0 sobre o Luverdense, o  Cuiabá chegou aos nove pontos e vai dormir na liderança do Campeonato Mato-grossense.  Nos outros dois jogos, o Mixto enfim saiu do zero, vencendo o Araguaia por 2 a 0 em partida na Arena Pantanal. NO Gigante do Norte, o Sinop pressionou, tentou, mas não conseguiu furar o bloqueio do Poconé e o jogo terminou no empate de 1 a 0 para o Galo, que subiu a o 4º lugar.

Jogão no Passo das Emas

No jogo de número 50 entre Luverdense e Cuiabá, o Luverdense dominou a partida, martelou, martelou, mas encontrou a sua segunda derrota e uma defesa bem postada do time visitante. O gol do Cuiabá, marcado por Maxwel, aos 18 minutos da etapa inicial, foi a única coisa que o visitante consegui.

Depois de sofrer o revés, o Luverdense partiu para cima em busca do empate ou vitória, mas encontrou uma linha de cinco atrás bem formada e impenetrável. Com o resultado, o Cuiabá foi para a ponta provisória e o Luverdense despencou para um ponto acima da vice-lanterna com apenas um ponto.

Mixto sai do zero

Depois de duas derrotas seguidas, sem técnico, o Mixto conseguiu sua primeira vitória. Jogando na Arena Pantanal, o Alvinegro venceu o lanterna Araguaia por 3 a 0, gols de Vitinho e Romário (2). O Mixto deixou a nona posição e subiu para sétimo.

Sinop faz no fim

Depois de uma pressão que durou quase 15 minutos de bombardeio e recuperação de bola, o Sinop se reabilitou em casa da virada de 4 a 3 sofrida para o Dom Bosco na rodada passada. Quando o público começava a deixar o estádio resignada com um empate de 0 a 0 com o Poconé, o atacante Fogaça, que fez sua reestreia no Sinop, acertou um sem-pulo no ângulo aos 48 minutos decretando a vitória sinopense.  Com a vitória, o Galo do norte subiu para o quarto lugar, o Poconé para a vice-lanterna.

 

Veja a terceira rodada

Quarta-feira, 29/01/2020

Mixto 3 x 0 Araguaia

Luverdense 0 x 1 Cuiabá

Sinop 1 x 0 Poconé

Quinta-feira, 30/02/2020

Dom Bosco x União

Operário x Nova Mutum

 

 

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Esportes

COLUNA – O desafio de ser um retrogamer

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Você já teve vontade de reviver um jogo do passado, mas se deparou com alguns entraves tecnológicos que simplesmente o fizeram desistir? Talvez não, se você for um retrogamer (fã de jogos antigos) entusiasta como eu, mas acredito que a maioria dos jogadores simplesmente desista no meio do caminho.

Em uma mídia em que o avanço tecnológico é cada vez mais acelerado, reviver os bons jogos do passado pode ser uma tarefa árdua. Algo que não acontece com o cinema ou a música, por exemplo. Afinal, mesmo com o fim de mídias tradicionais como o disco de vinil, o VHS ou mais recentemente o DVD, não é difícil relançar um filme ou uma música antiga em plataformas modernas como o streaming, por exemplo. O mesmo não pode ser dito dos videogames, obras com uma dependência muito forte do hardware original para funcionarem corretamente, e que cuja conversão para novos videogames (o chamado port de jogos) exige um trabalho oneroso que para muitas empresas não compensa o investimento por falta de demanda.

Por isso, experimentar games nem tão antigos assim como Eternal Darkness (2002) ou Metroid Prime Trilogy (2009) com a mesma qualidade original pode ser um desafio para jogadores casuais. Mesmo que você ainda guarde os videogames e jogos antigos em bom estado, o que por si só já é um desafio, pode encontrar problemas de compatibilidade com televisores mais modernos. Pode ser que você não consiga conectar usando os mesmos cabos antigos, ou se deparará com uma qualidade de imagem inferior àquelas desempenhadas pelas antigas TVs de tubo (para as quais os jogos foram originalmente produzidos).

Muitos, portanto, apelam para o uso de emuladores ou desbloqueios de videogames. Embora o procedimento não seja nenhum bicho de sete cabeças e possa ser realizado com baixo ou até nenhum custo, não são todos que têm paciência para configurá-los (e reconfigurá-los a cada defeito, novo jogo ou atualização de sistema). Sem falar na discussão sobre a legitimidade dessas alternativas, muitas vezes usadas como forma de pirataria.

Há quem evite o uso de emuladores sob o argumento de que eles não conseguem recriar a experiência 100% original. Isso é verdade e deve sempre ser levado em conta quando se fala em um contexto acadêmico de pesquisa e preservação. Mas os emuladores de hoje em dia muitas vezes replicam os jogos de maneira muito próxima do original, principalmente aqueles de aparelhos mais antigos como Super Nintendo ou Mega Drive, de forma que apenas olhares treinados em alguns jogos perceberão incongruências. Para a maior parte dos jogadores, estes programas são a melhor, ou única, forma de preservar viva na memória os jogos da infância. Os mais entusiasmados podem ainda recorrer a truques de configuração e modificações criadas por fãs que aumentam a resolução e aprimoram o visual, o que, porém, pode ser um sacrilégio para os jogadores mais puristas.

Muitos fãs acabam apelando para o mercado cinza para comprarem aparelhos pré-configurados com emuladores. Ou então dependem de ports e remasterizações, o que pode nunca acontecer com aquele seu game favorito de outras gerações e que quase ninguém mais lembra. No entanto, o mercado cada vez mais tem exigido a retrocompatibilidade em videogames mais modernos, e celebrou quando a Microsoft anunciou este atributo (ainda que de forma limitada) no Xbox One, capaz de rodar muitos (porém não todos) dos principais sucessos do Xbox 360 e até do Xbox original. Segundo a empresa, isso será mantido no Xbox Series X. O PlayStation 5 também vai oferecer uma retrocompatibilidade com alguns jogos de PS4 no lançamento.

Mesmo com todos esses atributos, replicar a experiência original em ambientes onlines é tarefa praticamente impossível com o passar dos anos. Servidores são desligados ou, mesmo nos que resistem, pode ser difícil encontrar um outro jogador online interessado em jogar com, ou contra, você num jogo antigo. E tudo bem, afinal, nem tudo é para sempre. As histórias sempre podem ser contadas através de conversas, reportagens, livros ou trabalhos acadêmicos. Outra forma bem popular nos dias de hoje é assistir alguém jogando o game no YouTube, Twitch ou outras plataformas de streaming.

Tem ainda um outro fator limitador, que, na minha opinião, é o pior de todos: a exigência de dedicação de horas a fio para acessar fases mais avançadas em um game, ou liberar aquele seu personagem favorito. Embora isso seja um assunto que pouco vejo sendo discutido, a falta de liberdade no uso dos nossos próprios saves, e, na falta dele, a impossibilidade de pular para aquela parte do jogo que todo mundo comenta, é um fator muito inibidor. Imagina você ser obrigado a ver um filme de mais de 2 horas só para chegar na sua cena favorita? É mais ou menos isso, só que pior (e mais demorado).

Se você já desistiu a esse ponto, vale ficar atento a essas duas próximas dicas. O designer de games americano Leo Burke teve uma ideia criativa para celebrar uma época perdida dos games, ele criou um museu virtual com veículos de jogos de corrida lançados para Nintendo 64 (videogame que prosperou na segunda metade dos anos 1990). Basta baixar o aplicativo Auto Museum 64, disponível gratuitamente para computador. Dentro do salão virtual, você pode ver de perto e em detalhes carros de jogos como AeroGauge (1997) e San Francisco Rush 2049 (2000), todos identificados com o nome dos designers originais. O Auto Museum 64 é uma produção independente sem qualquer apoio das empresas mencionadas. Leo Burke simplesmente importou os modelos poligonais dos jogos retratados e enfileirou em seu museu virtual.

Iniciativa ainda mais impressionante é a do Noclip. Webiste que permite você revisitar fases de jogos famosos em seu computador. Não se trata do jogo em si, apenas recriações dos ambientes em 3D, onde você controla uma câmera virtual capaz de percorrer todo o cenário, inclusive voar e atravessar paredes, sem inimigos ou outras distrações e limitações que o dificultem de apreciar a beleza desses mundos virtuais.

Opções como essa fascinam por oferecerem um olhar de muitos jogos do passado de uma maneira inesperada, e até educativa para quem quer aprender sobre a história dos videogames. Aguardo ansioso pelo dia em que os entraves tecnológicos que os games antigos ainda enfrentam se tornem apenas peças de museu.

Edição: Fábio Lisboa

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Esportes

Botafogo anuncia contratação do atacante marfinense Salomon Kalou

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No final da tarde desta quinta (9), o Botafogo anunciou, através de seus perfis nas redes sociais, a contratação do atacante Salomon Kalou, de 34 anos e nascido na Costa do Marfim. O acordo é até o final da temporada de 2021. O atleta é esperado no Rio de Janeiro na próxima semana.

 
 
 

 
 
 
 
 

 
 

 
 
 

Bienvenue, Kalou! Craque marfinense é o novo jogador do BOTAFOGO! #PutFire ⭐??

Uma publicação compartilhada por Botafogo F.R. (de ?) (@botafogo) em 9 de Jul, 2020 às 3:25 PDT

Para comemorar o acerto com o jogador, o alvinegro carioca publicou um vídeo com alguns lances do atleta no futebol europeu e elefantes (símbolos da seleção nacional do atleta). O próprio Kalou deixou uma mensagem aos torcedores: “Muito orgulho de ser Botafogo. Put Fire“.

 
 
 

 
 
 
 
 

 
 

 
 
 

Kalou agora tem muito orgulho de ser Botafogo! ????? #PutFire ?

Uma publicação compartilhada por Botafogo F.R. (de ?) (@botafogo) em 9 de Jul, 2020 às 3:18 PDT

Em um acordo parecido com o formalizado com o japonês Honda, o jogador receberá um valor mensal fixo e quantias variáveis, que dependerão do sucesso em ações de marketing.

Essa será a primeira experiência do atacante no futebol brasileiro. Ele passou a maior parte da carreira na Europa. O começo da passagem pelo Velho Continente foi no Feyenoord (Holanda) e o melhor momento ocorreu no Chelsea (Inglaterra), com o título da Liga dos Campeões em 2012. Depois passou por França e Alemanha, onde estava no Hertha Berlin desde 2014. Kalou tem também duas participações em Copas do Mundo no currículo, em 2010 e 2014.

Edição: Fábio Lisboa

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