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Policial

Marido arranca parte dos lábios e do nariz da mulher com mordidas

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Agressor foi preso após vizinhos acionarem a Polícia Militar

A Polícia Militar prendeu L.S.C., 27 anos, em flagrante agredindo a mulher de 21 anos, em Itanhangá, na noite de quarta-feira (31). A vítima teve parte do nariz e dos lábios inferiores arrancados pelas agressões.

De acordo com as informações do boletim de ocorrência, vizinhos do casal, no bairro Nova Conquista, acionaram a Polícia Militar ao ouvir os gritos da mulher pedindo socorro no interior da residência.

Ao chegar ao local indicado, os policiais flagraram o suspeito ainda agredindo a mulher. O homem não obedeceu à ordem da Polícia para soltar a vítima e teve que ser contido pelos militares à força. Ele foi encaminhado à delegacia de flagrantes da cidade. A vítima apresentava forte sangramento no rosto devido à gravidade dos ferimentos ocasionados pelo suspeito e foi encaminhada ao Hospital Regional de Sorriso.

 

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Policial

Homicídio ocorrido no dia de Natal, em Cuiabá, é esclarecido e autora presa

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Raquel Teixeira/Polícia Civil-MT

A Delegacia Especializada de Homicídios e Proteção à Pessoa de Cuiabá (DHPP) esclareceu o homicídio de José Carlos Ribeiro, 50 anos, ocorrido no dia 25 dezembro, no bairro Altos da Glória, na Capital. A pessoa investigada como autora do crime, de 30 anos, foi presa na segunda-feira (18) pela Polícia Militar, no Residencial José Carlos Guimarães, em Várzea Grande, em cumprimento a um mandado de prisão preventiva expedido pela Comarca da Capital.

A vítima foi encontrada morta na cama, em sua residência, e o corpo apresentava lesões causadas por instrumentos contundente e cortante. Um pedaço de madeira, com um prego na ponta, foi encontrado no local.

Com o início das investigações abertas pela DHPP, a equipe coordenada pelo delegado Caio Fernando Albuquerque coletou informações de que no dia do crime uma pessoa monitorada por tornozeleira eletrônica esteve na residência da vítima.

Após ser identificada, a investigada foi ouvida em depoimento na DHPP e declarou como cometeu o crime. Segunda ela, três meses antes do fato, quando ainda não tinha relacionamento íntimo com José Carlos, estava tomando cerveja com a vítima junto com a sobrinha dela, de 14 anos. Logo após, saiu da casa para comprar e fazer uso de entorpecentes, quando momento depois sua sobrinha a procurou chorando e dizendo que a José Carlos havia tentado violentá-la sexualmente.

A investigada retornou então à casa da vítima para tomar satisfação do ocorrido, mas o homem negou o ato de violência, embora a adolescente tenha confirmado o abuso. Após isso, ainda segundo depoimento da investigada, ela decidiu que mataria a vítima e pediu que a adolescente não comentasse a ninguém o ocorrido e que resolveria a situação.

Conforme narrado no depoimento, vendo que a vítima tentava uma aproximação, a investigada começou a ter encontros amorosos com José Carlos e afirmou ao delegado que passou a fazer isso para aproveitar a oportunidade e vingar o que ocorreu com sua sobrinha. Em um dos encontros, após se relacionarem, ela golpeou a vítima com o pedaço de madeira e com uma faca.

“Os elementos de prova colhidos durante as diligências comprovam que não houve homicídio privilegiado – quando a vítima provoca o cometimento do crime pouco antes de sua prática. Mas sim, que o crime foi motivado por vingança, configurando a qualificadora de torpeza na medida em que, premeditadamente, o autor planejou a ação homicida cerca de três meses depois do referido comportamento da vítima. Além disso, ficou configurada a qualificadora de impossibilidade de defesa pois, ao que tudo indica, ao contrário da versão da investigada, a vítima dormia quando foi golpeada”, explicou o delegado Caio Albuquerque.

Com base nos elementos coletados na investigação, o delegado representou à Justiça pela prisão preventiva da investigada. O inquérito segue para conclusão e ela será indiciada por homicídio qualificado.

Fonte: PJC MT

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Policial

Adolescente que assassinou Isabele é condena a pena máxima de 3 anos; pai apresenta filha a Deddica

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Conforme a decisão, a adolescente responderá por ato infracional análogo ao crime de homicídio doloso e qualificado (reprodução)

Por decisão da juíza Cristiane Padim da 2ª Vara Especializada da Infância e Juventude de Cuiabá, a adolescente que atirou e matou Isabele Ramos Guimarães, 14 anos, terá que ser internada em regime socioeducativo. A menor pegou a pena máxima de 3 anos de reclusão, podendo ser revista e atualizada a cada seis meses.

Após a decisão, publicada nesta terça-feira (19), a garota foi apresentada na Delegacia Especializada de Defesa dos Direitos da Criança e do Adolescente (Deddica), da Polícia Judiciária Civil. O pai dela, o empresário Marcelo Cestari, que também responde pela morte de Isabele, foi quem a levou até a unidade.

“Conveniente ressaltar que ceifar dolosamente a vida de uma pessoa é ato infracional violento; ceifar a vida de uma pessoa tida como melhor amiga no banheiro do closet do quarto da própria casa é muito mais violento em razão da vítima, por certo, não esperar tal atitude”, destacou a magistrada.

Entenda

Isabele Ramos foi morta na noite de 12 de julho na residência da família Cestari, no condomínio Alphaville em Cuiabá. A princípio, o caso era tratado como disparo acidental. Porém, com o decorrer das investigações, os policiais chegaram a conclusão que a pistola que matou a adolescente foi acionada de forma proposital pela adolescente, considerada a melhor amiga da vítima. A Politec apontou que a adolescente estava com a arma apontada para o rosto da vítima, entre 20 a 30 centímetros de distância, e a 1,44 m de altura.

 

 

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