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Marco Aurélio volta a criticar Fux: “amanhã pode cassar a decisão de um colega”

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Marco Aurélio
O Dia

Marco Aurélio afirma que Fux foi ‘autoritário’ ao cassar liminar

O ministro Marco Aurélio Mello manteve a postura sobre o entendimento do caso envolvendo o traficante André Oliveira Macedo, o André do Rap , a quem mandou soltar com base em um trecho do pacote anticrime que trata sobre a reavaliação a cada 90 dias de uma prisão preventiva. Segundo ele, a decisão do ministro Luiz Fux, presidente do STF, que revogou a determinação, serve de “alerta” para o futuro.

“Diante da decisão do plenário, na Primeira Turma, vou ressalvar. É o que eu faço em todos os casos. O plenário bateu o martelo, eu observo. Eu tenho só que continuar refletindo sobre o tema. Acho que ficou o alerta. Hoje ele cassou a minha decisão. Amanhã pode cassar a de um colega. E esse poder eu não concebo”, afirmou Marco Aurélio , em entrevista ao jornal O Globo.

Na sequência, ao ser questionado sobre a possibilidade de manter o mesmo posicionamento em processos futuros, o ministro disse que seguirá com a ideia, mas “sempre ressalvando”: “O Supremo , no colegiado maior, se pronunciou de forma contrária, de que não há ilegalidade. Eu não posso decidir individualmente, de forma diferente. Tenho que ressalvar o convencimento”.

Por fim, ele manteve o tom crítico ao posicionamento de Fux , dizendo que jamais pensou em cassar decisões de colegas quando esteve no cargo, e lamentou que o caso tenha sido tratado como “excepcionalíssimo”.

“Excepcionalíssimo por quê? Por que sob a minha relatoria? Pelo envolvimento de um traficante? As regras que revelam garantias não são acionadas por nós, homens médios. São acionadas por quem cometeu desvio de conduta. Mas, paciência, paciência, estou no colegiado”, finalizou Marco Aurélio .

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Nacional

São Paulo: Covas tem 57%, e Boulos, 43% dos votos válidos

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Guilherme Boulos (PSOL) e Bruno Covas (PSDB)
Divulgação

Guilherme Boulos (PSOL) e Bruno Covas (PSDB)

De acordo com o levantamento do IBOPE, o prefeito de São Paulo Bruno Covas (PSDB) aparece com 57% das intenções de votos válidos, excluindo brancos, nulos e indecisos, neste sábado, 28, véspera do segundo turno da eleição municipal . O candidato Guilherme Boulos (PSOL) aparece com 43%.

De acordo com a Folha de S. Paulo, os índices são os mesmos do levantamento anterior, divulgado na última quarta-feira, 25. Considerando os votos totais, o tucano aparece com 48% das intenções de voto, que também é o mesmo índice do levantamento anterior, Boulos registra 36%, oscilando negativamente um ponto. 14% dos entrevistados disseram que vão votar branco ou nulo. 3% não souberam responder, um ponto abaixo da pesquisa anterior.

A pesquisa do Ibope ouviu 1.204 eleitores nos dias 27 e 28 de novembro e foi encomendada pela TV Globo e pelo jornal O Estado de S. Paulo. A margem de erro é de três pontos percentuais, para mais ou para menos, e está registrada na Justiça Eleitoral sob o número SP-02990/2020.

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Rio de Janeiro: Paes 68%, Crivella 32%

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Marcelo Crivella e Eduardo Paes
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Marcelo Crivella e Eduardo Paes

O ex-prefeito Eduardo Paes (DEM) mantém larga vantagem nas pesquisas para o segundo turno da eleição municipal no Rio de Janeiro. De acordo com o Datafolha , Paes tem 68% das intenções de votos, enquanto Marcelo Crivella (Republicanos), tem 32%. Os indecisos, que ainda podem mudar de voto, são 4%, brancos e nulos representam 16%. Para virar o cenário, Crivella precisaria atrair esses votos e conquistar eleitores do adversário.

As porcentagens dos dois candidatos apontam para os votos válidos, que excluem os brancos e nulos da contagem, assim como a Justiça Eleitoral faz na contabilização da eleição.

De acordo com a Folha de S. Paulo, o cenário é de estabilidade desde o início do segundo turno. A vantagem de Paes sobre Crivella recuou de 32 pontos percentuais, há nove dias, para 26. É uma oscilação dentro da margem de erro, considerando as intenções de votos dos dois candidatos. A margem de virada de última hora segue improvável, já que apenas 7% dos eleitores de Paes afirmam que ainda podem mudar o voto.

A margem de erro da pesquisa é de dois pontos percentuais para mais ou para menos. O levantamento do Datafolha, feito pela Folha de S. Paulo em parceria com a Rede Globo, entrevistou 1.768 eleitores da capital carioca entre os dias nos dias 27 e 28 de novembro. A pesquisa está registrada no Tribunal Regional Eleitoral sob o número RJ-07737/2020.

– Informações da Folha de S. Paulo

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