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Marco Aurélio Mello, sobre fuga de André do Rap: “Se alguém falhou, não fui eu”

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Marco Aurélio, ministro do STF
Carlos Moura/ SCO/ STF

Marco Aurélio, ministro do STF

Durante sessão do STF nesta quinta(15), que decidiu por uma nova ordem de prisão contra André do Rap , o Ministro Marco Aurélio Mello votou contra e criticou a decisão de Fux, que anulou a liminar concedida por ele.

Marco Aurélio foi o último a votar, quando o placar a favor da prisão já estava em 9 a 0, e se defendeu das críticas sofridas pela decisão do último dia 10, quando emitiu ordem de soltura para o traficante, sob a alegação de que se torna ilegal a prisão preventiva não reavaliada a cada 90 dias.

“Não me sinto, em que pese as inúmeras críticas, no banco dos réus. Atuei como julgador nessa missão sublime de julgar personificando o que faço há 41 anos”, afirmou o ministro.

André do Rap , apontado como um dos chefes da facção criminosa Primeiro Comando da Capital(PCC), segue foragido desde o último sábado(10), quando foi solto após o habeas corpus do STF. Sobre a fuga, Mello se eximou da culpa:

“Continuo convencido do acerto da liminar que implementei. E se alguém falhou, não fui eu. Não posso ser colocado como bode expiatório do juiz de origem, com a falta de diligência do Ministério Público, Estado acusador, e ou uma falta de diligência na representação da própria polícia”.

Além disso, criticou o presidente do Superior Tribunal Federal Luiz Fux por ter suspendido a decisão da soltura. Marco e Fux discutiram durante a votação: “Só falta Vossa Excelência querer me peitar para eu modificar meu voto. Meu habeas corpus continua íntegro, será levado ao colegiado”, criticou o ministro após o presidente interromper sua fala, que depois ainda completou: “Quem ganha com isso? Apenas a vaidade do presidente”.


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São Paulo: Covas tem 57%, e Boulos, 43% dos votos válidos

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Guilherme Boulos (PSOL) e Bruno Covas (PSDB)
Divulgação

Guilherme Boulos (PSOL) e Bruno Covas (PSDB)

De acordo com o levantamento do IBOPE, o prefeito de São Paulo Bruno Covas (PSDB) aparece com 57% das intenções de votos válidos, excluindo brancos, nulos e indecisos, neste sábado, 28, véspera do segundo turno da eleição municipal . O candidato Guilherme Boulos (PSOL) aparece com 43%.

De acordo com a Folha de S. Paulo, os índices são os mesmos do levantamento anterior, divulgado na última quarta-feira, 25. Considerando os votos totais, o tucano aparece com 48% das intenções de voto, que também é o mesmo índice do levantamento anterior, Boulos registra 36%, oscilando negativamente um ponto. 14% dos entrevistados disseram que vão votar branco ou nulo. 3% não souberam responder, um ponto abaixo da pesquisa anterior.

A pesquisa do Ibope ouviu 1.204 eleitores nos dias 27 e 28 de novembro e foi encomendada pela TV Globo e pelo jornal O Estado de S. Paulo. A margem de erro é de três pontos percentuais, para mais ou para menos, e está registrada na Justiça Eleitoral sob o número SP-02990/2020.

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Rio de Janeiro: Paes 68%, Crivella 32%

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Marcelo Crivella e Eduardo Paes
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Marcelo Crivella e Eduardo Paes

O ex-prefeito Eduardo Paes (DEM) mantém larga vantagem nas pesquisas para o segundo turno da eleição municipal no Rio de Janeiro. De acordo com o Datafolha , Paes tem 68% das intenções de votos, enquanto Marcelo Crivella (Republicanos), tem 32%. Os indecisos, que ainda podem mudar de voto, são 4%, brancos e nulos representam 16%. Para virar o cenário, Crivella precisaria atrair esses votos e conquistar eleitores do adversário.

As porcentagens dos dois candidatos apontam para os votos válidos, que excluem os brancos e nulos da contagem, assim como a Justiça Eleitoral faz na contabilização da eleição.

De acordo com a Folha de S. Paulo, o cenário é de estabilidade desde o início do segundo turno. A vantagem de Paes sobre Crivella recuou de 32 pontos percentuais, há nove dias, para 26. É uma oscilação dentro da margem de erro, considerando as intenções de votos dos dois candidatos. A margem de virada de última hora segue improvável, já que apenas 7% dos eleitores de Paes afirmam que ainda podem mudar o voto.

A margem de erro da pesquisa é de dois pontos percentuais para mais ou para menos. O levantamento do Datafolha, feito pela Folha de S. Paulo em parceria com a Rede Globo, entrevistou 1.768 eleitores da capital carioca entre os dias nos dias 27 e 28 de novembro. A pesquisa está registrada no Tribunal Regional Eleitoral sob o número RJ-07737/2020.

– Informações da Folha de S. Paulo

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