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Agro News

Mapa vai atualizar normas de controle e erradicação do Mal da Vaca Louca

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O Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) criou comitê que vai revisar as normas para vigilância, controle, erradicação, certificação e emergência sanitária do Mal da Vaca Louca e todas as formas de Encefalopatias Espongiformes Transmissíveis (que incluem seres humanos), com as atualizações do Código Terrestre de Animais da Organização Mundial de Saúde Animal (OIE).

Também serão modernizadas as análises laboratoriais para diagnóstico da doença. O grupo foi criado pela Portaria 44 . Além de integrantes do Ministério o comitê terá pesquisadores de universidades.

As ações imediatas do comitê serão a análise dos pedidos de atualização da legislação do programa do ministério para a doença e inclusão de novas descobertas e conhecimentos sobre as encefalopatias.

Atualmente, a OIE classifica o Brasil com o menor grau de risco para a vaca louca: “insignificante”. A pior situação é a do risco desconhecido. Existe ainda o risco controlado no qual se enquadram alguns países da Europa. O mal da Vaca Louca (encefalopatia espongiforme bovina) é uma doença degenerativa que atinge o sistema nervoso do gado e seus sintomas incluem agressividade e falta de coordenação.

O último caso atípico de vaca louca no Brasil foi confirmado em 2014, pelo Laboratório Nacional Agropecuário em Pernambuco (Lanagro-PE), do Ministério, em uma vaca de 12 anos de idade, de uma fazenda de Mato Grosso. Foi considerado atípico pois o animal não consumia ração de origem animal (de restos de carne, miúdos e medula óssea), que pode conter a proteína que desencadeia a doença no cérebro do bovino. O animal foi abatido e destruído em 19 de março daquele ano. Foram feitas investigações em 11 propriedades próximas da fazenda e sacrificados e destruídos 49 animais nascidos um ano antes e um ano depois do animal com a encefalopatia.

Mais informações à Imprensa:Coordenação geral de Comunicação Social
Janete Lima
[email protected]

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Agricultores iniciam colheita de pluma de algodão em Mato Grosso

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Os agricultores começaram a colher algodão em pluma, uma das culturas cultivadas em Mato Grosso. Nesta safra, a área plantada aumentou para 1,18 milhão de hectares e, em 2021, foram plantados 960 mil hectares.

A produção deve ser de 278 arrobas de algodão em caroço por hectare, apenas um arroba a mais em relação à temporada do último ano.

No entanto, como a área é grande, o volume de algodão colhido deve crescer e ficar próximo de 5 milhões de toneladas, cerca de um milhão a mais que no ano passado.

Na primeira safra, plantada em dezembro, os resultados são bons, enquanto a segunda safra, plantada em janeiro logo após a colheita da soja, não teve o mesmo efeito. O algodão foi cultivado durante o que foi considerado uma boa estação, mas o clima não colaborou com os produtores.

Em uma fazenda em Novo São Joaquim, a 487 quilômetros de Cuiabá, o resultado foi diferente nesta temporada. Segundo o gerente local, Jackson Ferreira, o algodão colhido ocupa 3.000 hectares, 15% a mais que na safra passada.

No início do ciclo, o clima afetou o crescimento da safra e a taxa média de produção foi de 5% em relação ao ano anterior.

“No ano passado choveu muito durante a janela de plantio e não executamos dentro do ideal. Já neste ano a chuva foi muito boa e conseguimos plantar dentro da janela. Durante o ciclo da cultura a chuva foi bem distribuída, mas a safrinha recebeu bem menos volume. Isso vai afetar um pouco na produtividade do algodão. Esperávamos colher 250 arrobas, mas vai chegar no máximo 230 arrobas”, disse Jackson.

Em uma fazenda em Campo Verde, a 139 quilômetros de Cuiabá, a colheita já começou. Segundo o agricultor Rodolfo Bertani Lopes da Costa, foram plantados mais de 1.500 hectares, sendo 580 em dezembro e o restante no mês seguinte.

“Esse ano choveu antes. Eu terminei o plantio do algodão safrinha em 20 de janeiro. Então foi dentro da janela e, com o preço do algodão, resolvemos aumentar as áreas de sarfinha. Só que tivemos um corte de chuva antecipado e isso ocasionou perda e a perspectiva de produção foi reduzida. A gente esperava produzir 120 arrobas de pluma e agora a produção vai ser por volta de 80 arrobas de pluma por hectare. Este ano estamos trabalhando com 40% de algodão safra e 60% de safrinha”, concluiu.

Fonte: Agroplus.tv  

Fonte: AgroPlus

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Agro News

Exportações de grãos da Ucrânia caem 40% em maio

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As exportações de grãos da Ucrânia tiveram uma queda de 40% na primeira quinzena de junho, se comparada ao mesmo período de 2021, com 613 mil toneladas.

O país embarcava até 6 milhões de toneladas de grãos por mês, antes da invasão russa, que teve início no final do mês de fevereiro, desde então, os volumes diminuíram para cerca de 1 milhão de toneladas.

Isso porque a Ucrânia costumava exportar a maior parte dos seus produtores por portos marítimos e agora foi forçada a fazer o transporte de grãos por meio de trens pela fronteira ocidental.

Fonte: Agroplus.tv

Fonte: AgroPlus

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