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Mapa reconhece seis estados como livres de febre aftosa sem vacinação

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O Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) publicou nesta sexta-feira (14), no Diário Oficial da União, a Instrução Normativa nº 52, que reconhece como livres de febre aftosa sem vacinação os estados do Acre, Paraná, Rio Grande do Sul e Rondônia. Foram reconhecidas também regiões do Amazonas (Apuí, Boca do Acre, Canutama, Eirunepé, Envira, Guajará, Humaitá, Itamarati, Ipixuna, Lábrea, Manicoré, Novo Aripuanã, Pauini e parte do município de Tapauá) e do Mato Grosso, composta pelo município de Rondolândia e partes de Aripuanã, Colniza, Comodoro e Juína.

Para realizar a transição de status sanitário, os estados e regiões atenderam requisitos básicos, como aprimoramento dos serviços veterinários oficiais e implantação de programa estruturado para manter a condição de livre da doença, entre outros, alinhados com as diretrizes do Código Terrestre da Organização Mundial da Saúde Animal (OIE).

Com o reconhecimento nacional, a ministra Tereza Cristina ressalta que os estados terão a oportunidade de ampliar a participação no mercado internacional. “Mais de 40 milhões de cabeças estarão prontas para exportação para mercados mais exigentes. O Brasil já é livre de aftosa com vacinação, mas esse bloco será livre sem vacinação. E isso deve melhorar o valor dos produtos desses locais para exportar para mercados como Japão, Coreia do Sul, que são mais exigentes e que não aceitam a carne bovina vacinada”, disse.

O processo de transição de zonas livres de febre aftosa com vacinação para livre sem vacinação está previsto no Plano Estratégico do Programa Nacional de Vigilância para a Febre Aftosa (Pnefa), conforme estabelecido pelo Sistema Unificado de Atenção à Sanidade Agropecuária (Suasa).

“O reconhecimento nacional pelo Mapa é um dos passos para alcançar o reconhecimento internacional junto à OIE [Organização Mundial de Saúde Animal]. A expectativa é de termos esse reconhecimento pela organização em maio de 2021 para esses estados”, destaca o diretor do Departamento de Saúde Animal, Geraldo Moraes. De acordo com o diretor, o Mapa encaminha nesta sexta-feira o pleito brasileiro à OIE para o reconhecimento internacional. Esses estados passarão por uma rigorosa avaliação por profissionais indicados pela organização.

Atualmente, no Brasil, apenas Santa Catarina possui a certificação internacional como zona livre de febre aftosa sem vacinação. Com isso, o ingresso de animais e produtos de risco para febre aftosa desses seis estados em Santa Catarina deve obedecer às diretrizes definidas para origem em zona livre de febre aftosa com vacinação, até o reconhecimento pela OIE como zonas livres de febre aftosa sem vacinação.

A norma entra em vigor no dia 1º de setembro.

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CITROS/CEPEA: Com baixo volume de chuvas, citricultor segue preocupado

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Cepea, 25/09/2020 – Choveu no início desta semana em algumas regiões citrícolas do estado de São Paulo, mas o volume ainda foi baixo. Com isso, produtores consultados pelo Cepea seguem preocupados com o desenvolvimento dos frutos da safra 2020/21. Quanto à venda de laranjas no mercado de mesa paulista, a procura por valência e natal vem se intensificando, principalmente devido aos preços mais atrativos frente aos da pera. Na parcial desta semana (de segunda a quinta-feira), a valência foi comercializada à média de R$ 30,30/cx de 40,8 kg, na árvore, alta de 6,8% frente à da semana anterior. Para a pera, a média semanal está em R$ 34,03/cx, elevação de 3,1% no mesmo comparativo. Com relação ao mercado de lima ácida tahiti, colaboradores do Cepea indicam que, apesar da baixa disponibilidade da variedade, os preços estão enfraquecidos, devido à pressão exercida por compradores e à desaceleração das exportações. Na parcial da semana, a tahiti tem média de R$ 64,35/cx de 27 kg, colhida, queda de 4,8% em relação à anterior. Fonte: Cepea – www.cepea.esalq.usp.br

 

Fonte: CEPEA

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FRANGO/CEPEA: Competitividade da carne cresce pelo 4º mês seguido

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Cepea, 25/09/2020 – A diferença entre os preços do frango inteiro e os das carcaças bovina e suína vem se ampliando de forma consecutiva há quatro meses. Em setembro, dados do Cepea mostram que a diferença observada foi recorde, quando consideradas as séries mensais. Esse contexto garante elevada competitividade à carne de frango frente às substitutas e, consequentemente, maior liquidez no mercado doméstico. A demanda internacional também está aquecida, o que vem resultando em altas generalizadas nos preços dos produtos avícolas. Fonte: Cepea – www.cepea.esalq.usp.br

 

Fonte: CEPEA

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