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Manifestantes ateiam fogo e depredam unidade do Carrefour em São Paulo

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carrefour
Divulgação

Manifestantes depredaram unidade do Carrefour

Revoltados com a  morte de João Alberto, homem negro que foi espancado por seguranças de uma unidade do Carrefour em Porto Alegre, no Rio Grande do Sul, manifestantes se reuniram no vão do Museu de Arte de São Paulo (Masp), na Avenida Paulista, para a realização da 17º Marcha da Consciência Negra.

Reunido, o ato se dirigiu para o Carrefour da Rua Pamplona, no bairro dos Jardins, onde atiraram pedras contra a janela do supermercado, quebraram produtos e atearam fogo. Um veículo estacionado no local também foi danificado.

Acompanhando o protesto, a Polícia Militar não interviu, apenas fechou parte da rua para que os manifestantes deixassem o local. O mercado precisou fechar as portas ainda com clientes dentro da unidade.

Confira vídeos do protesto abaixo:


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Mulher acha peixe de 12 kg no quintal após cheias no Acre: ‘almoço da família’

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Mulher encontra peixe no quintal de casa após cheias no Acre
Arquivo pessoal

Mulher encontra peixe no quintal de casa após cheias no Acre

As  cheias dos rios no Acre levaram um peixe  da espécie Caparari de 1,1 metro e aproximadamente 12 quilos para o quintal de Gessiane Monteiro, em Sena Madureira, no interior do estado. A dona de casa de 32 anos conta ao G1 que tomou um susto quando viu um “bicho enorme” se mexenda na água na manhã de sexta-feira (26).

“Como a água baixou e saiu de dentro de casa, a gente tinha limpado para voltar. Nós temos uma canoa e ajudamos os vizinhos. Aí meu vizinho pediu uma carona na canoa e disse para o meu esposo que achava que tinha pulado em cima de um bicho no nosso quintal. Ainda estava com uns 30 centímetros de água e ele pensava que era um jacaré. Quando chegamos lá, vimos que era um peixe muito grande”, diz ela ao G1.

Dez municípios foram atingidos pelas cheias de rios no Acre, e cerca de 30 mil famílias ainda estão fora de casa . Sena Madureira, onde mora Gessiane, é uma das cidades mais afetadas.

A dona de casa conta que todos ficaram com medo quando viram o animal no quintal, mas logo ela foi junto com o pai e o cunhado para ver de perto do que se tratava. “Entramos dentro da água e, quando mexemos nele, ele ainda estava em uma parte funda e vimos que estava vivo, aí o meu pai ficou batendo na água e ele deu uma lapada. Ele foi para o raso e nós vimos que era um peixão. Foi uma luta para a gente conseguir tirar da água”, lembra.

Eles, então, retiraram o peixe da água, levaram para casa e fizeram o almoço. “A gente reuniu a família toda e demos também para os vizinhos, e já foi tudo, acabou”, brinca.

Uma das milhares atingidas pelas cheias no Acre , Gessiane diz que chegou a ficar fora de casa por uma semana, depois da água atingir a residência. “Saímos de casa e fomos para a casa de uma irmã. Mais de 25 pessoas em uma casa com um quarto. A gente se arrumou por lá mesmo, mas agora todo mundo já voltou para casa. Voltamos na quinta [25].”

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Enchentes no Acre: 30 mil famílias ainda estão fora de casa

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Estado do Acre enfrenta enchentes
Arquivo/Defesa Civil

Estado do Acre enfrenta enchentes

Os rios que transbordaram atingiram pelos menos 10 cidades do Acre estão apresentando vazante, mas a situação continua crítica. De acordo com boletim divulgado neste sábado (27) pela Defesa Civil , 26,1 mil famílias ainda estão desalojadas e 4,1 mil seguem desabrigadas em todo o estado.

Na capital Rio Branco , o Rio Acre chegou a 13,84 metros na manhã deste sábado, 16 centímetros abaixo da cota de transbordo, de acordo com dados divulgados pelo Corpo de Bombeiros com base em informações das Secretarias Municipais de Ação Social/Centro de Referência de Assistência Social e Coordenadoria Municipal de Proteção e Defesa Civil (Comdec).

Ainda segundo o Corpo de Bombeiros , estima-se que mais de 120 mil pessoas ainda estão atingidas pelas enchentes.

Apesar dos rios estarem com vazante, a Defesa Civil não aconselha que os cidadãos voltem para casa. A previsão é de que as chuvas continuem atingindo o estado até o final de março, possivelmente causando novos transbordos.

“Não tem indicação da Defesa Civil de retorno porque não é seguro. Agora, muitas famílias que estão desalojadas, que não estão dentro dos abrigos, estão voltando por conta própria, a gente conversa e diz que não é o momento de retorno e eles tomam a decisão”, disse o coordenador da Defesa Civil em Rio Branco, major Cláudio Falcão, ao G1.

“Não há autorização para retorno porque estamos em pleno período invernoso e o nível dos rios pode voltar a subir novamente. Temos ainda todo mês de março e começo de abril. Temos os recursos que já estão nas nossas contas e vamos adquirir os donativos para estas pessoas e kits de limpeza, infantis e idosos. É o momento de muita cautela da Defesa Civil, e as pessoas não tem noção do risco que correm”, disse o coordenador da Defesa Civil estadual, coronel Eudemir Bezerra, ao G1.

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