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Manifestações estudantis e vacinação na CPTM marcam quarta-feira em São Paulo

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Reprodução/Twitter

Alunos, pais e professores secundaristas e do ensino superior participaram do protesto

Os moradores de São Paulo terão uma quarta-feira (15) de chuva e frente fria. De acordo com o Centro de Gerenciamento de Emergências Climáticas (CGE), o dia começa com muitas nuvens e sensação de frio, que deve prosseguir ao longo do dia por conta dos ventos úmidos que sopram do oceano. As mínimas oscilam em torno dos 17°C, enquanto as máximas chegam aos 20°C.

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O rodízio na cidade de   São Paulo 
vale hoje para veículos com placa de final 5 e 6, das 7h às 10h da manhã e das 17h às 20h da noite. Nesses períodos, fica proibida a circulação desses veículos na região do centro expandido, no perímetro entre as marginais Pinheiros e Tietê, a Avenida Luís Ignácio de Anhaia Mello e a Avenida Salim Farah Maluf.

A Companhia de Engenharia de Tráfego (CET) não prevê nenhuma interdição das vias ao longo do dia, assim como a  CPTM  e o Metrô, que não esperam alterações no funcionamento dos transportes.

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Os passageiros que utilizam a linha 7-Rubi da CPTM
terão a oportunidade de se vacinar gratuitamente contra a febre amarela, nas estações Pirituba e Vila Aurora, das 9h às 16h e na estação Piqueri, das 10h às 15h30. Aos que forem participar, é importante que levem o documento de identificação e, se houver, caderneta de vacinação atualizada.

A quarta-feira também será marcada por greves em universidades
e escolas em todo o país

e mobilizações de estudantes contra o corte de 30% da verba universidades e institutos federais, anunciada pelo presidente Jair Bolsonaro (PSL) e pelo ministro da Educação, Abraham Weintraub.

Em São Paulo, as movimentações devem acontecer no vão do Masp (Museu de Arte de São Paulo Assis Chateaubriand), na Avenida Paulista, à partir das 14h. Além disso, algumas instituições, tanto particulares como públicas, divulgaram notas criticando os cortes de verbas e convocando a comunidade acadêmica a “debater problemas da educação e ciência”, assim como afirmado por reitores da Universidade de São Paulo
(USP).

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Rio: PM suspeito de ferir grávida diz que atirou após homens tentarem tomar arma

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 Local onde ocorreu o dispaaro, em Petrópolis, no Rio
Reprodução/Google Street View

Local onde ocorreu o dispaaro, em Petrópolis, no Rio

O policial militar que se envolveu numa  confusão no último domingo em um bar no bairro Meio da Serra, em Petrópolis, na Região Serrana do Rio, disse em depoimento à Polícia Civil que atirou após homens que estavam no local terem tentado pegar a sua arma. Cinco pessoas ficaram feridas por estilhaços após o militar, que estava de folga, ter feito ao menos um disparo. Uma das vítimas é uma grávida de 19 anos. O caso está sendo investigado pela 105ª DP (Petrópolis).

Em seu depoimento, o policial ainda alega que deu um tiro de alerta no chão. No entanto, as vítimas afirmam que o militar estava descontrolado e já chegou ao local atirando. As informações iniciais são de que a confusão começou após uma discussão por causa do som alto no bar. A grávida afirma que no local era realizado o seu chá de bebê.

Em nota, a Polícia Civil informou que a delegacia de Petrópolis instaurou inquérito para apurar as circunstâncias dos disparos efetuados pelo policial. Testemunhas e vítimas estão sendo ouvidas e os investigadores buscam câmeras de segurança para esclarecer o que ocorreu. Ainda de acordo com a polícia, as vítimas sofreram lesões sem gravidade e têm estado de saúde estável.

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A grávida foi levada para o Hospital Alcides Carneiro, em Petrópolis, e continuava internada até a noite desta segunda-feira. Ainda não há informações atualizadas sobre seu estado de saúde.

O policial militar é lotado no 26ª BPM (Petrópolis) e trabalha no fórum da cidade. Segundo informações da PM, após a confusão, ele se apresentou ao comando do batalhão e um Inquérito Policial Militar (IPM) foi aberto.

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Esposa de Eduardo Bolsonaro diz que está tomando cloroquina: “Não fui vacinada”

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Heloísa Bolsonaro relata diagnóstico positivo para coronavírus
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Heloísa Bolsonaro relata diagnóstico positivo para coronavírus

Heloísa Bolsonaro, mulher do deputado federal Eduardo Bolsonaro (PSL-SP), e a filha de 11 meses do casal testaram positivo para a Covid-19 . O anúncio foi feito nesta segunda-feira (27) pelas redes sociais de Heloísa, em resposta a um internauta que perguntou se ela e bebê também estavam infectados. Eduardo havia anunciado o diagnóstico positivo para a doença na última sexta-feira (24), depois de voltar de Nova York, onde esteve com a comitiva do governo federal para a Assembleia-Geral da ONU.

Com o anúncio, Heloísa também afirmou que sentiu dores no corpo, dor de cabeça, coriza, secreção e espirros no primeiro dia. O bebê do casal, segundo ela, teve febre e coriza, foi tratado com medicamentos sintomáticos e já se alimenta e brinca normalmente. Segundo ela, esta foi sua segunda infecção para a Covid-19 e a primeira de Eduardo Bolsonaro.

Heloísa também disse ter tomado medicamentos que compõem o chamado ‘tratamento precoce’, como ivermectina, azitromicina e hidroxicloroquina, mas disse não ter feito uso desses remédios quando foi infectada durante a gravidez. No entanto, não há comprovação científica para a eficácia desses medicamentos contra a Covid-19. Ao ser perguntada se já havia tomado alguma vacina, Heloísa respondeu: “Eu não fui vacinada. Eduardo tomou a 1º dose da Pfizer um mês atrás”.


No dia 22 de outubro, antes de anunciar sua infecção e quando ainda estava nos Estados Unidos, o filho mais velho do presidente da República chegou a compartilhar fotos de uma visita a sede da rede social Gettr, em Nova York. Em nenhuma das imagens, o filho do presidente usa máscara, item considerado essencial para conter a disseminação do vírus.

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