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Política Nacional

Manifestação contra Bolsonaro unirá rivais neste domingo; em Cuiabá agenda é para a tarde

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Manifestação contra o governo Bolsonaro está marcada para este domingo
Reprodução / Twitter Gleisi Hoffmann

Manifestação contra o governo Bolsonaro está marcada para este domingo

Manifestações contra o presidente  Jair Bolsonaro  são aguardadas nas ruas de várias partes do Brasil neste domingo (12). Promovidos pelo MBL (Movimento Brasil Livre) e pelo VPR (Vem Pra Rua), os atos prometem ter uma ampla adesão de partidos e pessoas que se identificam ideologicamente com concordância de centro-esquerda e centro-direita.

Marcados para acontecer em 19 capitais do país ao longo do dia, os protestos não terão o apoio PT e outras legendas de esquerda. Sem ‘proximidade’ com os organizadores do ato deste domingo, a direção do Partido dos Trabalhadores deve realizar uma manifestação contra Bolsonaro no dia 2 de outubro.

Considerados rivais políticos, o movimento Vem Pra Rua e o MBL estão trabalhando juntos na convocação para os atos. Nomes como o dos ex-ministros Ciro Gomes e Luiz Henrique Mandetta devem marcar presença na manifestação prevista para este domingo na avenida Paulista, em São Paulo.

O ato devem contar também com a presença de nomes da política, como o deputado federal Kim Kataguiri (DEM-SP), o vice-presidente da Câmara dos Deputados, Marcelo Ramos (PL-AM), os senadores Alessandro Vieira (Cidadania-SE) e Simone Tebet (MDB-MS), os deputados federais Alessandro Molon (PSB-RJ), Orlando Silva (PCdoB-SP) e Tabata Amaral (sem partido), e ainda João Amoedo, que foi candidato a presidência pelo partido Novo em 2018.

Carlos Lupi, presidente do Partido Democrático Trabalhista (PDT), confirmou a presença da legenda nos protestos. Em mensagem pelo Twitter na sexta-feira, ele convocou os manifestantes para ir às ruas.

“Petistas, Ciristas e Brizolistas, atenção! Todos nós que lutamos pela democracia do nosso país devemos comparecer às manifestações do dia 12/9. Vamos lutar pelo futuro do Brasil sem o caos desse governo obscuro!”.

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Política Nacional

Sergio Camargo desrespeita decisão judicial e reverencia torturador em postagens

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Presidente da Fundação Palmares,Sérgio Camargo
Reprodução/ Estado de Minas

Presidente da Fundação Palmares,Sérgio Camargo


Alvo de uma decisão da Justiça do Trabalho que o impede de postar conteúdo intimidatório ou vexatório contra servidores, ex-servidores e representantes da Justiça nas redes sociais, o presidente da Fundação Palmares, Sérgio Camargo, tem ignorado a restrição. Ele usa o Twitter para criticar a sentença e ex-funcionários da entidade.

Segundo a coluna de Mônica Bergamo, na Folha de S. Paulo, entre a segunda-feira (11) da semana passada e esta terça (19), Camargo fez pelo menos 15 posts nesse sentido na rede social. “A aberração jurídica a que a Palmares foi submetida precisa ser anulada, removida, derrubada!”, publicou em um tweet. “Juiz do trabalho, vá catar coquinho”, xingou em outro.

Outras mensagens desta quinta-feira (21) seguem na afronta. “Exonero esquerdistas e traíras da direita! Ninguém pode me obrigar a manter, em cargos de confiança, pessoas que me odeiam, discordam de tudo o que faço e, se pudessem, encomendariam a minha morte”, declarou. Horas antes, o Tribunal Regional do Trabalho da 10ª Região (TRF10) manteve a decisão que o proíbe de nomear e exonerar funcionários da fundação .


Em meio a isso, Camargo ainda se intitulou como “Black Ustra”. “Vou torturar sim, já que não posso nomear”, publicou. A mensagem faz referência ao coronel Carlos Alberto Brilhante Ustra, famoso torturador do regime ditatorial. Camargo depois apagou o tweet, segundo ele “em respeito à memória” do torturador, que morreu em 2015.

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Política Nacional

Projeto de valorização da família pode promover proteção social, dizem especialistas

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Gustavo Sales/Câmara dos Deputados
Seminário em celebração ao Dia Internacional da Pessoa Idosa e aos 5 anos da Cidoso - Perspectivas e Desafios do envelhecimento. Dep. Carmen ZanottoCIDADANIA - SC
Carmen Zanotto é relatora do projeto

Especialistas ouvidos pela Comissão de Seguridade Social e Família da Câmara dos Deputados sobre o Projeto de Lei 1926/20, que estabelece diretrizes para fortalecimento de vínculos familiares, afirmam que a proposta pode representar mais proteção social para vulneráveis.

A representante da Secretaria Nacional de Assistência Social, Juliana Fernandes, destacou que somente com o apoio do Estado, através de programas sociais, as famílias em situação mais vulnerável terão condições de assegurar um ambiente de cuidado para seus membros. Para ela, a grande importância do projeto é justamente dar visibilidade à importância da família. “O grande aprimoramento que nós podemos ter nesse momento é aprovar uma proposta que fortaleça a intersetorialidade em torno dessa questão. Não se trata de uma política específica para fazer isso, mas de um esforço de todas as políticas para agir nessa direção”, defendeu.

A deputada Carmen Zanotto (Cidadania-SC) é relatora da proposta na comissão. Ela citou estudos que demonstram a importância da família na proteção da primeira infância. “Tudo aquilo que nós fizermos para nossas crianças da gestação aos seis anos de vida é o momento de ouro para que a gente possa estimular e desenvolver as competências das nossas crianças”, afirmou.

Já o deputado Diego Garcia (Pode-PR) é autor do Projeto de Lei 18/20, que institui o mês de maio como o mês de conscientização sobre a família como o berço da saúde, do fortalecimento dos vínculos familiares e da promoção da convivência familiar. Os dois projetos estão sendo analisados em conjunto.

A secretária nacional da Família, Angela Vidal Gandra, lembrou que não existe legislação capaz de fazer com que parentes se amem e se cuidem, mas uma rede de apoio baseada em políticas públicas pode garantir que essas famílias sejam um espaço seguro para desenvolvimento de crianças e jovens.

Segundo Angela Gandra, a política nacional sugerida no projeto de lei vai definir quais políticas públicas podem promover o fortalecimento das famílias. “Um projeto que vise uma política nacional de fortalecimento de vínculos familiares leva a um diálogo nesse sentido”, avalia.

Reportagem – Karla Alessandra
Edição – Geórgia Moraes

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