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Economia

Mais de mil e cem economistas assinam manifesto de apoio a Lula

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Fundador do PSDB, Bresser-Pereira ocupou cargos de ministro nos governos Sarney e Fernando Henrique Cardoso
Fábio Rodrigues Pozzebom/Agência Brasil – 25.3.2014

Fundador do PSDB, Bresser-Pereira ocupou cargos de ministro nos governos Sarney e Fernando Henrique Cardoso

Mais de mil e cem economistas da Associação Brasileira de Economistas pela Democracia (ABED) lançaram nesta terça-feira (14) um manifesto de apoio à candidatura do ex-presidente Lula ao Palácio do Planalto. (Veja a íntegra no final da matéria).

O documento, assinado por nomes como Bresser-Pereira (ex-ministro da Fazenda), Luiz Gonzaga Belluzzo (professor da Unicamp) e Otaviano Canuto (diretor do Center for Macroeconomics and Development), defende uma guinada econômica à esquerda, a partir da revisão das reformas trabalhista e previdenciária, e a elaboração das reformas política e tributária ampla, com a taxação de lucros e dividendos.

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Além disso, os economistas pedem fim da Emenda Constitucional 95, do teto de gastos, dispositivo que limita o crescimento das despesas públicas à inflação do ano anterior, e também querem fortalecimento da Petrobras, com investimento em refinarias e fim da política de preços em paridade de importação (PPI).

O grupo vai pleitear a reestatização da Eletrobras, que teve suas ações listadas na Bolsa de Valores nesta segunda-feira (12), após privatização avaliada em R$ 33,7 bilhões. 

No documento, os economistas criticam o “desmonte da economia nacional” e a “instrumentalização” dos programas de transferência de renda “para fins eleitorais e fragilizados, e não alcançam toda a população que deles necessita”.

Na ceara política, o grupo critica os ataques promovidos ao Supremo Tribunal Federal (STF) pelo presidente Jair Bolsonaro. 

“Defendemos que um novo governo democraticamente eleito tem que se pautar em reformas que ampliem e garantam direitos sociais, ambientais e trabalhistas, que se adequem à era digital e estejam em sintonia com princípios democráticos e com o potencial do novo e real no mundo do trabalho”, diz o texto.

Já na pauta internacional, o documento cita necessidade de reaproximação com o Mercosul e critica “abertura indiscriminada ao capital estrangeiro e às importações” e a tentativa de adesão à OCDE. 

“Nós economistas, que subscrevemos este manifesto, temos clareza de que o retorno do Brasil a uma trajetória de progresso civilizatório passa, necessariamente, pela eleição da chapa Lula-Alckmin no primeiro turno das eleições gerais. Também é fundamental votarmos para governadores, senadores e deputados federais e estaduais que se oponham firmemente ao governo de Jair Bolsonaro e estejam alinhados com a defesa permanente da democracia, do Estado de Direito e da Constituição Federal de 1988”, concluem os subscritores do manifesto.

Veja a  íntegra do manifesto e os nomes que assinam. 

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Economia

Caixa: Guimarães cita esposa e se defende de acusação de assédio

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Acusado de assédio, presidente da Caixa abriu evento do banco nesta manhã citando esposa na plateia: 'Vida pautada pela ética'
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Acusado de assédio, presidente da Caixa abriu evento do banco nesta manhã citando esposa na plateia: ‘Vida pautada pela ética’

O presidente da Caixa Econômica Federal, Pedro Guimarães , participou brevemente, e a portas fechadas, na manhã desta quarta-feira (29) do evento que anunciou estratégias para o Ano Safra 2022/2023, na sede da Caixa Cultural em Brasília. Acusado de assédio , ele contava na plateia com sua esposa, Marcela Guimarães, e a citou no discurso sobre ética:

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“Quero agradecer a presença de todos vocês, da minha esposa, acho que a mulher é muito cara, são quase 20 anos juntos, dois filhos, uma vida inteira pautada pela ética, tanto é verdade que quando o assumi o banco, o banco tinha os piores ratings das estatais, dez anos de balanço com ressalvas”, disse, segundo vídeo obtido pelo GLOBO.

Segundo assessores do banco público, o presidente discursou por cerca de 30 minutos pouco depois das 10 horas da manhã. Em seguida, cancelou a coletiva de imprensa que estava prevista para acontecer na frente do prédio e deixou o local.

Os jornalistas que tentaram acompanhar o evento foram impedidos de entrar no auditório, onde mais de cem pessoas acompanharão os anúncios até às 17h.

Fonte: IG ECONOMIA

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Economia

Zambelli sinaliza apoio a presidente da Caixa após denúncia de assédio

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Zambelli sinaliza apoio ao presidente da Caixa após denúncias de assédio
Brasil Econômico

Zambelli sinaliza apoio ao presidente da Caixa após denúncias de assédio

A deputada federal Carla Zambelli (PL-SP) sinalizou apoio ao presidente da Caixa, Pedro Guimarães , horas após o site “Metrópoles” divulgar múltiplas  denúncias de assédio contra o gestor do banco estatal. O caso é investigado pelo Ministério Público Federal (MPF) em sigilo. 

A deputada postou uma foto de Guimarães abraçando uma idosa em sua conta no Twitter, sem legenda, mas com dois ‘emojis’, um da bandeira do Brasil e outro de um sinal de ‘jóia’.

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Veja: 

Guimarães é próximo a Bolsonaro e uma das figuras mais frequentes nas viagens presidenciais. Nesta terça-feira (28), ele esteve em Maceió (AL) em cerimônia de entrega de 1.220 moradias. O presidente Jair Bolsonaro, no entanto, vê a situação como insustentável e  deve exonerar Guimarães ainda hoje. 

O dirigente tinha na agenda desta quarta-feira (29) uma entrevista coletiva a jornalistas nesta quarta-feira para falar sobre estratégias do banco, mas a assessoria de imprensa comunicou o cancelamento do evento na noite desta terça-feira.

Denúncia

Funcionárias da Caixa denunciaram Pedro Guimarães sob condição de anonimato para preservar a identidade das envolvidas. De acordo com a reportagem publicada nesta terça-feira, funcionárias do banco narram toques íntimos não autorizados, convites incompatíveis com a situação de trabalho e outras formas de assédio por parte de Guimarães. “Ele passou a mão em mim. Foi um absurdo. Ele apertou minha bunda. Literalmente isso”, relatou uma vítima. 

Nas entrevistas concedidas ao site, funcionárias do banco narram toques íntimos não autorizados, convites incompatíveis com a situação de trabalho e outras formas de assédio por parte de Guimarães. “Ele passou a mão em mim. Foi um absurdo. Ele apertou minha bunda. Literalmente isso”, relatou uma vítima ao Metrópoles.

Outra funcionária do banco detalhou um jantar em que Guimarães falou sobre a intenção de organizar um “um carnaval fora de época” onde “ninguém vai ser de ninguém. E vai ser com todo mundo nu’”. Outros presentes no local confirmaram as falas do executivo. As situações de assédio aconteciam, na maioria das vezes, em viagens do executivo como parte do programa Caixa Mais Brasil.

Fonte: IG ECONOMIA

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