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Mais de 60 quilos de peixes fora da medida são apreendidos em ação da Polícia Civil no nordeste do estado

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Três pessoas foram detidas em flagrante no fim de semana, na região nordeste do estado, pela prática de crimes ambientais, como caça ilegal e pesca predatória, além de porte ilegal de arma de fogo. A situação foi registrada pela Polícia Civil no município de Santa Terezinha, no Baixo Araguaia.

Foram apreendidos pescados fora da medida, como da espécie pirarara, característica das bacias Amazônica e Araguaia-Tocantins, cuja pesca é permitida apenas acima de 90 centímetros. Além de jacaré e partes de uma tartaruga, uma arma de fogo de calibre 22 também foram apreendidas.

Nas ações fiscalizatórias, a equipe da Delegacia de Santa Terezinha recolheu 50 quilos de tucunaré e 10 quilos das espécies caxara, piabanha, pirarara e piau.

O delegado Diogo Jobane explica que a Polícia Civil intensificou a ação fiscalizatória na região, de repressão a crimes ambientais, especialmente diante da temporada de pesca na região que envolve rios e afluentes de dois dos mais antigos parques nacionais do País – o Xingu e o Araguaia.

“Um dos peixes apreendidos tem um limite de tamanho mínimo para a pesca em 90 centímetros. E esse exemplar encontrado tem pouco mais de 15 centímetros, demonstrando o desrespeito e covardia com a natureza”, pontuou o delegado.

Em Mato Grosso, é permitido o transporte de cinco quilos de pescado para a pesca amadora. Acima dessa quantidade é considerado crime ambiental. A pesca de dourado e da piraíba é proibida no estado.

Fonte: PJC MT

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Policial

PF prende quadrilha que lucrou R$ 500 mi enviando droga à Europa; mandados são cumpridos em VG

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Também são cumpridos mandados em São Paulo, Rio de Janeiro e Paraná [Foto – Polícia Federal]

A Polícia Federal deflagrou na manhã desta quarta-feira (17), a “Operação Efeito Cascata”, voltada à repressão do crime organizado, tráfico transnacional de drogas e lavagem de dinheiro.

Policiais cumprem 29 mandados de prisão preventiva, 34 mandados de busca e apreensão, ordens de bloqueio de ativos financeiros de R$500 milhões, bloqueio de veículos e sequestro de, pelo menos, 18 imóveis com valor estimado superior a R$ 25 milhões.

Também foi determinada a suspensão da atividade econômica de um contador e 19 empresas, com ordem de lacração dos estabelecimentos. As diligências ocorrem em São Paulo/SP, Baixada Santista, Rio de Janeiro/RJ, Maringá/PR e Várzea Grande/MT.

A investigação foi iniciada em julho de 2020 e deu ensejo à apreensão de 7.736 Kg de cocaína em dez eventos, nos estados de Sergipe, São Paulo, Mato Grosso e Rio de Janeiro, além de 28 veículos (caminhões, semirreboques e automóveis). Ao todo, 21 pessoas foram presas em flagrante por crime de tráfico de drogas no período da investigação.

No curso dos trabalhos investigativos também foi possível identificar movimentações bancárias milionárias.

A organização criminosa atuava no transporte rodoviário de cargas de droga em meio a mercadorias lícitas. Da fronteira boliviana, as drogas seguiam em compartimentos ocultos de caminhões até São Paulo e Rio de Janeiro, de onde eram transportadas em veículos utilitários para regiões portuárias, notadamente Santos/SP e Itaguaí/RJ, visando posterior embarque em navios para a Europa.

Uma carga de 1.200 Kg de cocaína apreendida na Bélgica em dezembro de 2020, oculta em bags de cimento, também está sendo investigada.

Dentre as apreensões, destacam-se 652 Kg de cocaína localizados em Comodoro/MT, próximo à fronteira boliviana, em setembro de 2020; 2.466 Kg de cocaína em Duque de Caxias/RJ, em dezembro de 2020; e 641 Kg de cocaína em Itaguaí/RJ, em setembro de 2021, em meio a uma carga de mangas.

A Receita Federal, com autorização da Justiça, contribuiu para a investigação, compartilhando informações em tempo real sobre empresas, cargas, itinerários, contêineres e movimentação portuária. Também foi solicitada cooperação jurídica internacional.

Os presos ficarão à disposição da Justiça Federal de São Paulo. Eles serão indiciados pelos crimes de organização criminosa, tráfico transnacional de drogas, associação para o tráfico e lavagem de dinheiro. As penas cominadas podem ultrapassar 59 anos de reclusão.

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Filho de comerciante é preso pela DHPP por matar morador de rua com tiro na região central de Cuiabá

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O autor do homicídio que vitimou o morador de rua Robson Nardine, no mês de junho deste ano, em Cuiabá, teve o mandado de prisão temporária cumprido pela Polícia Civil na manhã desta terça-feira (16), em ação da Delegacia Especializada de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP).

O suspeito foi identificado como filho de um comerciante da região e teve o mandado de prisão decretado pela Justiça por homicídio qualificado por motivo fútil.

O crime ocorreu por volta das 3 horas da madrugada de 26 de junho, na Avenida Tenente Coronel Duarte (Prainha. A vítima, que fazia uso de muletas, foi atingida por disparo de arma de fogo, ocasião em que caiu no canteiro da Avenida, não resistindo ao ferimento e morrendo no local.

Conforme as investigações da DHPP, conduzidas pelo delegado Hércules Batista Gonçalves, a vítima era um andarilho que ficava na região Centro-norte da Capital, constantemente dormindo nas portas de comércios. O suspeito, então, teria se incomodado com o fato da vítima dormir na porta da residência do seu pai, o que teria motivado o crime.

Após as investigações, foi representado por mandados de prisão temporária e de busca e apreensão domiciliar contra o suspeito, que foram deferidos pela Justiça e cumpridos na manhã desta terça-feira (16), pelos policiais da DHPP.

O suspeito foi conduzido à delegacia para as providências cabíveis e posteriormente será colocado à disposição da Justiça.

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