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Saúde

Mais de 53,5 milhões de pessoas já se vacinaram contra a gripe

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Mais de 53,5 milhões de pessoas dos grupos prioritários, entre eles, professores, gestantes, profissionais das forças de segurança de salvamento, crianças e idosos, procuraram os postos de saúde, onde se vacinaram contra a gripe, até essa segunda-feira (24). Também foram vacinadas 5,6 milhões de pessoas que não integram os grupos prioritários.

De acordo com o Ministério da Saúde, os dados mostram ainda que 18 estados e o Distrito Federal conseguiram vacinar 90% do público-alvo. No total, foram distribuídas 59,5 milhões de doses para todo o país. Os grupos prioritários tiveram entre os dias 10 de abril e 31 de maio para se vacinar com exclusividade.

 Dia D de vacinação contra a gripe no Leme, na zona sul do Rio de Janeiro.

Campnanha de vacinação contra a gripe – Tomaz Silva/Agência Brasil

“Apesar de atingir a meta nacional, nem todos os grupos conseguiram alcançar os 90% de cobertura: crianças (82,8%), gestantes (81,8%), pessoas com comorbidades (86,3%), profissionais das forças de segurança e salvamento (48,5%) e população privada de liberdade (74,8%) ficaram com a vacinação abaixo do ideal. Isso significa que mais de 2,6 milhões de crianças e 3,8 milhões de gestantes deixaram de se vacinar”, informou o ministério.

Atingiram a meta de vacinação os trabalhadores de saúde (90%), puérperas (103,4%), indígenas (95,2%), idosos (98,2%), professores (104,4%) e funcionários do sistema prisional (124,2%).

Quanto à cobertura vacinal nos estados, oito não alcançaram a meta de 90%: Acre (86,7%), Bahia (86%), Rio de Janeiro (86,9%), São Paulo (84,7%), Paraná (86,9%), Santa Catarina (86,8%), Rio Grande do Sul (86,5%) e Mato Grosso do Sul (89,8%).

Edição: Aécio Amado

Fonte: EBC Saúde
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Saúde

Mãe descobre que tem duas vaginas e dois úteros durante gravidez

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Foto: Reprodução/Internet

Bethany McMillin, 27, soube da sua rara condição em 2018, durante o ultrassom da sua primeira gestação

Uma professora do ensino fundamental de Michigan, nos Estados Unidos, ficou chocada quando descobriu que tinha duas vaginas e dois úteros. Bethany McMillin, 27, soube da sua rara condição em 2018, durante o ultrassom da sua primeira gestação.

Em entrevista ao Daily Mail, ela contou que, na época, acabou sofrendo um aborto e ficou arrasada ao saber que a condição poderia impedí-la de dar à luz um bebê. Isto porque o risco de um segundo aborto espontâneo ou parto prematuro era muito alto.

“O médico disse que nunca tinha visto um paciente com anatomia como a minha antes, então não havia realmente nada que ele pudesse me dizer sobre isso. Um mês depois, fui fazer um check-up, e o ginecologista de notou que também tenho um septo vaginal completo que divide minha vagina em duas seções; essencialmente, eu também tenho duas vaginas. Fiquei muito confusa. Eu nunca tinha ouvido algo assim antes, nem sabia que era possível. Não entendi como nasci assim e nunca soube”, contou em entrevista ao Daily Mail.

Contra as probabilidades, a professora descobriu que estava grávida cerca de um ano depois e deu à luz uma menina, Maeve, em setembro de 2019.

“Fiquei preocupada porque não sabia se algum médico da minha cidade sabia o suficiente sobre a minha condição para prestar assistência pré-natal adequada”, lembra. “Não me deixei ter esperança até depois das nove semanas, quando ouvi o batimento cardíaco saudável do meu bebê. Foi mais longe do que chegamos da última vez, e as estatísticas dizem que ter um batimento cardíaco saudável depois de apenas seis semanas é um forte indicador de que você não abortará”, afirma.

Agora, Bethany quer ajudar a aumentar a conscientização sobre sua condição, já que lutou para reunir informações sobre como lidar com o problema. E ainda descobriu maneiras de facilitar sua vida, como usar dois absorventes internos para cada vagina durante o período menstrual.

“Conheça seu próprio corpo”, aconselha. “Essa condição é rara e pode variar muito de mulher para mulher. Há muitas coisas que não se sabem ainda e, mesmo o que se sabe a respeito, pode não se aplicar a todas as mulheres”, finalizou.

Fonte: IG Saúde
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Saúde

Mais de 100 mil pessoas foram vacinadas no Rio contra o sarampo

Publicado

Agência Brasil

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Número de imunizados bateu a meta prevista para esta sábado (15)

Mais de 103 mil pessoas foram vacinadas neste sábado (15) nas 233 unidades da rede de atenção primária (clínicas da família e centros municipais de saúde) e nos 130 postos extras espalhados pela cidade do Rio de Janeiro durante o Dia D da Campanha Nacional de Vacinação contra o Sarampo .

Segundo a prefeitura, o resultado superou a meta para esse sábado, que era a aplicação de 60 mil doses. De acordo com o balanço, nos primeiros 46 dias deste ano, já são 268.539 pessoas vacinadas no município, número próximo do total de vacinados em todo o ano passado (309.346).

Na última sexta-feira (14) foi confirmada a primeira morte por sarampo no estado do Rio de Janeiro, em 20 anos. A vítima foi o bebê de 8 meses David Gabriel dos Santos, que vivia no abrigo Santa Bárbara, local que recebe crianças acauteladas em situação de vulnerabilidade social. A morte ocorreu em Nova Iguaçu, na Baixada Fluminense, região que registra o maior número de casos no estado.

Leia também: Brasil teve 18,2 mil casos de sarampo em 2019; doença ainda causa preocupação

No dia 1º deste mês, as secretarias Estadual e Municipal de Saúde do Rio de Janeiro também promoveram um dia de mobilização contra o sarampo, com vacinações em vários pontos do estado. A Secretaria Estadual de Saúde informou que quer chegar até o fim de março com 3 milhões de pessoas entre seis meses e 59 anos de idade imunizadas contra o sarampo.

A vacina contra o sarampo deve ser dada a todas as crianças a partir dos 6 meses de vida, a chamada dose zero. A recomendação da prefeitura é que todas as pessoas até 59 anos compareçam a um posto de vacinação para checar seu histórico vacinal e verificar se já tomaram as doses necessárias contra o sarampo. Jovens de 15 a 29 anos devem comparecer para se vacinar independentemente da história vacinal anterior.

País livre do sarampo

Em março do ano passado, o Brasil perdeu o status de país livre do sarampo, depois de registrar numerosos casos da doença. O certificado havia sido concedido em 2016 pela Organização Pan-Americana da Saúde (Opas).

Leia também: Secretário alerta: risco de epidemia de sarampo é maior que coronavírus no Rio

Na última sexta-feira (14), o secretário de Vigilância em Saúde (SVS), Wanderson de Oliveira, anunciou que o Ministério da Saúde quer a erradicação do sarampo até julho deste ano. “Nossa meta é eliminar com o sarampo até 1º de julho de 2020. Para isso temos que ter adesão da população e dos gestores estaduais e municipais”.

Fonte: IG Saúde
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