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Economia

Mais de 2,2 mil vagas de emprego estão disponíveis nesta semana em Mato Grosso; veja os municípios

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Os interessados podem comparecer aos postos de atendimento, portando documentos pessoais e comprovante de residência

O Sistema Nacional de Emprego (Sine), órgão vinculado à Secretaria de Estado de Assistência Social e Cidadania (Setasc), divulga nessa semana 2.259 vagas de emprego disponíveis. As oportunidades estão espalhadas em diversas áreas nos 31 postos do Sine instalados em 28 municípios no Estado de Mato Grosso.

Em Cuiabá e Várzea Grande para o público em geral, são 378 oportunidades de emprego para as áreas de: operador eletromecânico, estoquista, funileiro montador, garçom, auxiliar de limpeza, administrador de banco de dados, eletricista e instalador de sistemas eletroeletrônicos de segurança.

Somente para servente de obras e auxiliar de estoque estão disponíveis 42 e 38 vagas, respectivamente. Já para as Pessoas com Deficiência (PCDs) estão disponíveis 32 vagas, dentre elas: repositor de mercadorias, ajudante de carga e descarga de mercadoria, atendente de lojas, operador de vendas (lojas), lavador de ônibus e auxiliar de lavanderia.

No município de Sinop (a 477 km da capital) são 380 oportunidades disponíveis nas áreas de camareira de hotel, barbeiro, empacotador, monitor de transporte escolar, floricultor de plantas ornamentais, consultor de vendas, operador de máquinas agrícolas e oficial de manutenção predial. Vale destacar que estão disponíveis 58 vagas para pedreiros e 56 vagas para carpinteiro.

Em Sorriso (a 416 km da capital) estão disponibilizadas 186 vagas, como: monitor infantil, recepcionista atendente, vendedor pracista, gesseiro, maquiador, auxiliar técnico de montagem, cozinheiro de restaurante, auxiliar administrativo. Destacam-se as vagas para auxiliar de laboratório de análises físico-químicas com 30 vagas.

Para o município de Primavera do Leste (a 235 km da capital) são 179 oportunidades nas áreas de repositor em supermercados, técnico agrícola, farmacêutico, agente de pesquisa, atendente de farmácia (balconista), motorista de caminhão-tanque, trabalhador da avicultura de postura e costureira em geral.

Já em Rondonópolis (a 216 km da capital) foram disponibilizadas 167 vagas, como: motoboy, azulejista, babá, aprendiz de mecânica de manutenção, engenheiro de irrigação e drenagem, analista contábil, colorista e instalador de som e acessórios de veículos.

Outros municípios como Juara, Lucas do Rio Verde, Pontes e Lacerda, Campo Verde e Alto Araguaia somam 531 oportunidades nesta semana.

Segundo Simone Koelher, coordenadora do Sine MT, o intuito do órgão é promover a intermediação de trabalhadores com empregadores para o preenchimento das vagas de emprego. “Os atendentes do SINE buscam orientar os trabalhadores, durante o seu atendimento, no processo de colocação ou recolocação no mercado de trabalho, ressaltando sempre a importância de manter os dados atualizados junto ao SINE, além de reforçar sobre a importância da capacitação profissional.”

Atendimento

Além do trabalho de intermediação de mão-de-obra, o Sine realiza serviço de habilitação do seguro desemprego, orientação para emissão de carteira de trabalho e previdência social. É preciso verificar na unidade a disponibilidade das vagas, que são ofertadas diariamente.

Os interessados podem comparecer aos postos de atendimento, portando documentos pessoais e comprovante de residência, facilitando os trâmites do atendimento. Procure os postos mais próximos de sua residência.

PAINEL DE VAGAS 13.09.2021 Todas as Unidades SINE MT

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Economia

Dívida Pública sobe 1,57% em agosto e aproxima-se de R$ 5,5 tri

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Mesmo com queda expressiva das emissões de títulos públicos, a Dívida Pública Federal (DPF) subiu em agosto e aproximou-se de R$ 5,5 trilhões. Segundo números divulgados hoje (25) pelo Tesouro Nacional, a DPF passou de R$ 5,396 trilhões em julho para R$ 5,481 trilhões em agosto, alta de 1,57%.

O Tesouro prevê que a DPF continuará subindo nos próximos meses. De acordo com a nova versão do Plano Anual de Financiamento (PAF), apresentada no fim de maio, o estoque da DPF deve encerrar 2021 entre R$ 5,5 trilhões e R$ 5,8 trilhões.

A Dívida Pública Mobiliária (em títulos) interna (DPMFi) subiu 1,59%, passando de R$ 5,155 trilhões em julho para R$ 5,237 trilhões em agosto. No mês passado, o Tesouro emitiu R$ 44,78 bilhões em títulos a mais do que resgatou. Também houve a apropriação de R$ 37,37 bilhões em juros. Por meio da apropriação de juros, o governo reconhece, mês a mês, a correção dos juros que incide sobre os títulos e incorpora o valor ao estoque da dívida pública.

Depois de mais de um ano superando os R$ 100 bilhões mensais, as emissões começaram a cair. Em agosto, o Tesouro emitiu R$ 70,69 bilhões, o menor nível de emissão desde abril do ano passado, quando o mercado ficou parcialmente paralisado após o início da pandemia da covid-19. Os resgates da DPMFi somaram R$ 25,91 bilhões, influenciados principalmente pelo vencimento de R$ 24,11 bilhões em títulos corrigidos por índices de preços.

A alta também foi impulsionada pela Dívida Pública Federal externa (DPFe), que subiu 1,09%, passando de R$ 240,87 bilhões em julho para R$ 243,51 bilhões em agosto. O principal fator foi a assinatura de financiamentos estrangeiros de R$ 1,34 bilhão no mês passado. A valorização de 0,42% do dólar em agosto também contribuiu para a elevação.

Colchão

Nos últimos meses, o Tesouro tinha intensificado a emissão de títulos públicos para recompor o colchão da dívida pública (reserva financeira usada em momentos de turbulência ou de forte concentração de vencimentos). Essa reserva subiu de R$ 1,160 trilhão em julho para R$ 1,227 trilhão em agosto.

Atualmente, o colchão cobre quase um ano de vencimentos da dívida pública. Nos próximos 12 meses, está previsto o vencimento de R$ 1,364 trilhão em títulos federais.

Nos primeiros meses da pandemia da covid-19, o governo queimou parte desse colchão para compensar a instabilidade no mercado financeiro. Em agosto do ano passado, o Banco Central teve de repassar ao Tesouro R$ 325 bilhões para ajudar a recompor essa reserva. O restante está sendo feito com as novas emissões.

Em abril, a Emenda à Constituição do Novo Marco Fiscal, originária da PEC Emergencial, reforçou o colchão com mais R$ 140 bilhões da desvinculação do superávit de fundos públicos.

Composição

As altas recentes da taxa Selic estão atraindo o interesse pelos títulos corrigidos pelos juros básicos da economia e mudando a composição da DPF. A proporção de títulos vinculados à Selic subiu de 35,67% para 36,11%. O PAF prevê que o indicador feche 2021 entre 33% e 37%.

A fatia de títulos prefixados (com rendimento definido no momento da emissão) caiu de 32,05% para 31,86%. A nova versão do PAF prevê que a fatia da inflação na dívida pública encerre o ano em uma faixa entre 31% e 35%.

A fatia de títulos corrigidos pela inflação na DPF caiu levemente, de 27,59% para 27,35%. Composto por antigos títulos da dívida interna corrigidos em dólar e pela dívida externa, o peso do câmbio na dívida pública ficou praticamente estável, passando de 4,69% para 4,68%. Os dois tipos de indexadores estão dentro dos limites estabelecidos pelo PAF para o fim de 2021, entre 26% e 30% para os papéis vinculados à inflação e entre 3% e 7% para o câmbio.

Detentores

As instituições financeiras seguem como principais detentores da Dívida Pública Federal interna, com 31% de participação no estoque. Os fundos de investimento, com 24,1%, e os fundos de pensão, com 22%, aparecem em seguida na lista de detentores da dívida.

Apesar das turbulências no mercado financeiro em agosto, a participação dos não residentes (estrangeiros) subiu levemente de 9,7% em julho para 9,8% em agosto. O percentual retornou ao nível de março de 2020, no início da pandemia da covid-19. Os demais grupos somam 13,2% de participação, segundo os dados apurados no mês.

Por meio da dívida pública, o governo pega dinheiro emprestado dos investidores para honrar compromissos financeiros. Em troca, compromete-se a devolver os recursos depois de alguns anos, com alguma correção, que pode seguir a taxa Selic (juros básicos da economia), a inflação, o dólar ou ser prefixada (definida com antecedência).

Edição: Fernando Fraga

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Câmara aprova derruba de veto em projeto que prevê suspensão de despejos

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Câmara derrubou veto em projeto que previa suspensão de despejos durante pandemia
Saulo Cruz/Camara dos Deputados

Câmara derrubou veto em projeto que previa suspensão de despejos durante pandemia

A Câmara dos Deputados aprovou no começo da tarde desta segunda-feira (27) a derrubada do veto do presidente Jair Bolsonaro (sem partido) ao projeto que suspendia despejos durante a pandemia. Após negociações, a votação foi larga vantagem de 435 favoráveis a derrubada do veto e outros 6 contra.

A medida previa a suspensão de despejos para imóveis urbanos ou áreas produtivas até 31 de dezembro deste ano. Bolsonaro vetou a medida e liberou os despejos imediatamente. O veto ainda deverá ser analisado pelo Senado, às 16h.

O texto ainda previa a proibição de concessão de liminares judiciais para desocupação de imóveis, desde que o locatário justifique a falta de pagamento do aluguel devido às perdas financeiras causadas pela pandemia. Negociações para despejo durante à crise também estariam proibidas.

A deputada Fernanda Melchionna (PSOL-RS) criticou o veto de Bolsonaro à proposta e disse ter sido cruel.

“Vetar um projeto que proíbe os despejos em meio à pandemia, tem que ser muito cruel para fazer um veto desse. É muito bom que a Câmara derrube esse veto”, disse a parlamentar.

De acordo com as negociações no Congresso Nacional, a proposta também deverá ser derrubada no Senado e passar a valer após a publicação no Diário Oficial da União. As votações estão acontecendo de forma separada devido à pandemia de Covid-19 e para evitar aglomeração entre deputados e senadores.

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