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Cuiabá

Mais de 20 mil pessoas foram abordadas em seis dias de barreiras sanitárias

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As barreiras sanitárias instaladas em quatro pontos estratégicos de entrada e saída de Cuiabá atenderam, na segunda-feira (13), a 3.814 pessoas, a bordo de 1.724 veículos. Somente três foram encaminhadas para atendimento médico, por apresentarem sintomas de Covid-19, conforme relatório da Vigilância Sanitária de Cuiabá. Com isso, 20.276 pessoas foram abordadas ao longo de seis dias da medida tomada pela Prefeitura de Cuiabá como forma de conter a proliferação do novo coronavírus, causador da Covid-19.

Na BR-163/364, saída para Rondonópolis, passaram pela barreira nesta segunda-feira (13), 1.252 pessoas em 522 veículos, sendo 489 carros/caminhonetes, dois caminhões, 28 motocicletas, três micro-ônibus/vans/ônibus.

Na Rodovia Emanuel Pinheiro (MT-251), que liga a capital a Chapada dos Guimarães, foram 931 ocupantes de 437 veículos, divididos em 412 carros/caminhonete, um caminhão, 23 motos e um ônibus.

Já na Rodovia Helder Cândia, (MT-010), saída para o Distrito de Nossa Senhora da Guia, a abordagem alcançou 928 pessoas a bordo de 411 veículos, sendo 396 carros ou caminhonetes, um caminhão, 12 motos, dois micro-ônibus/van/ônibus.

Por último, pela barreira instalada na rodovia Palmiro Paes de Barros (MT-040), saída para Santo Antônio do Leverger, passaram 703 condutores e passageiros de 354 veículos, dos quais 304 eram carros/caminhonetes, três caminhões, 45 motos, dois micro-ônibus/vans/ônibus.

As barreiras sanitárias acontecem nessas rodovias até esta quarta-feira (14), das 8h às 12h e das 13h às 17h.

Nas abordagens são efetuadas a aferição da temperatura corporal dos condutores e passageiros de veículos, aplicação de um questionário junto aos condutores e passageiros, e desinfecção dos pneus dos veículos com cloreto de benzalcônio. Caso a pessoa apresente sintomas da Covid-19, é orientada a procurar assistência médica em uma unidade e saúde mais próxima ou na rede privada.

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Cuiabá

Veja os dados do painel Covid-19 desta sexta-feira (7)

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Nesta sexta-feira (7), Cuiabá tem 13.626 casos confirmados de Covid-19 de residentes no município e 2.661 de não residentes, mas que estão sendo atendidos na capital. Dos confirmados, 3.329 já estão recuperados da doença e houve 604 óbitos de residentes e 278 de não residentes.

Na rede hospitalar há 278 pacientes confirmados com Covid-19 internados, sendo 180 na UTI e 98 em enfermaria. Também estão internados 169 pacientes com suspeita da doença, sendo 78 na UTI e 91 em enfermaria. Do total de pessoas internadas em UTI, 160 são de residentes em Cuiabá e 98 de residentes de outros municípios. Do total de internados em enfermaria/isolamento, 142 pessoas são de Cuiabá e 47 de outros municípios.

Hoje Cuiabá registrou mais 13 óbitos, chegando a um total de 604 mortes. O prefeito Emanuel Pinheiro e o secretário municipal de Saúde, Luiz Antonio Pôssas de Carvalho lamentam profundamente estes óbitos.

Segue abaixo a relação dos óbitos de residentes em Cuiabá:

-Mulher, 28 anos, internada em hospital privado. Não foi divulgado se tinha comorbidade. Foi a óbito em 07/08.

-Homem, 39 anos, internado em hospital público. Não tinha comorbidade. Foi a óbito em 07/08.

-Homem, 58 anos, internado em hospital privado. Tinha neoplasia. Foi a óbito em 07/08.

-Homem, 69 anos, internado em hospital privado. Tinha hipertensão, diabetes e problema pulmonar. Foi a óbito em 06/08.

-Homem, 82 anos, internado em hospital privado. Não tinha comorbidade. Foi a óbito em 28/07.

-Homem, 70 anos, internado em hospital público. Não tinha comorbidade. Foi a óbito em 07/08.

-Mulher, 68 anos, internada em hospital público. Não tinha comorbidade. Foi a óbito em 07/08.

-Mulher, 58 anos, internada em hospital público. Tinha hipertensão. Foi a óbito em 07/08.

-Homem, 87 anos, internado em hospital privado. Tinha hipertensão. Foi a óbito em 06/08.

-Mulher, 80 anos, internada em hospital privado. Tinha hipertensão e diabetes. Foi a óbito em 06/08.

-Homem, 63 anos, internado em hospital privado. Tinha hipertensão, diabetes e problema cardiovascular. Foi a óbito em 07/08.

-Homem, 59 anos, internado em hospital privado. Tinha hipertensão. Foi a óbito em 06/08.

-Mulher, 76 anos, internada em hospital privado. Tinha hipertensão e diabetes. Foi a óbito em 06/08.

 

 

 

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Cuiabá

Agosto Lilás é aberto com ato simbólico contra a violência doméstica

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A Prefeitura de Cuiabá, por meio da Secretaria Municipal da Mulher, realizou na tarde desta sexta-feira (7), que marca os 14 anos de criação da Lei Maria da Penha, a abertura do Agosto Lilás, campanha de conscientização para a não violência contra a mulher, que vai ocorrer ao longo do mês, com diversas atividades. Na abertura, que contou com a participação da secretária municipal da Mulher, Luciana Zamproni; da presidente do Conselho Municipal dos Direitos da Mulher, Fabiana Soares e da coordenadora da Patrulha Maria da Penha, 1ª Tenente Denyse Valadão, houve um ato simbólico na Praça Alencastro, homenageando todas as vítimas de violência doméstica e de feminicídio. 

A secretária Luciana Zamproni fez um discurso destacando que as mulheres gostariam de não precisar de campanhas como essa e poder celebrar outras datas, mas que protestar pelo fim da violência é uma necessidade a fim de reduzir os casos, acolher as vítimas e incentivá-las a denunciar o agressor. 

Ela ainda lembrou que a Lei Maria da Penha significou a quebra de um tabu na sociedade, de que “em briga de marido e mulher, não se mete a colher”. “A lei veio para trazer os direitos das mulheres e acolher todas elas no sentido de denunciar. Nós tínhamos o tabu que em briga de marido e mulher ninguém mete a colher. As mulheres não tinham varas especializadas de violência doméstica, não tínhamos delegacia, nós não tínhamos atendimento específico para as mulheres que sofrem agressão física e a lei veio nesse sentido”, destacou Zamproni. 

Segundo ela, o Agosto Lilás em Cuiabá será um mês especial, marcado por uma série de ações em prol das vítimas de violência doméstica. “Estaremos entregando a ludoteca no Espaço de Acolhimento no HMC, para atender às crianças vítimas de violência, em parceria com o Instituto Sabin e o Laboratório Carlos Chagas; nós estaremos com rodas de conversas com vários setores, também discutiremos a questão das mulheres trans, que a lei veio protegê-las também, viremos com lives informativas e também teremos o projeto ‘Salve Vidas. Plante Amor’, no dia 14, um projeto lindo em homenagem às mulheres que morreram vítimas de feminicídio e às mulheres que estão saindo do ciclo de violência, para que a gente possa trazer de volta a auto estima delas”, elencou. 

Presidente do Conselho Municipal dos Direitos da Mulher e coordenadora da Casa de Amparo, Fabiana Soares, destaca que a entidade também fará, no dia 28 de agosto, uma ação no Agosto Lilás, que consistirá numa capacitação das 21 conselheiras para o atendimento às mulheres trans. Ela informa que mesmo durante a pandemia, o Conselho não parou suas atividades, que acontecem de forma remota, com reuniões por videoconferência e atendimento por telefone, não somente em relação à violência doméstica, mas todos os aspectos que interferem a vida da mulher cuiabana. 

Coordenadora da Patrulha Maria da Penha do 1º Batalhão da Polícia Militar de Cuiabá, a 1ª Tenente Denyse Valadão destacou a honra que é fazer parte do Agosto Lilás, enquanto agente que está no dia a dia defendendo as mulheres vítimas de agressão por parte de seus companheiros. “É mito gratificante. Hoje é um dia que deve ser comemorado, diante de todos os avanços que nós tivemos até hoje pela proteção das vítimas de violência. É muito importante esse trabalho que está sendo feito hoje pela Prefeitura de Cuiabá, pela Secretaria da Mulher. E somos parceiros também. É importante todos estarem juntos nesse enfrentamento da violência doméstica”, enfatizou. 

Durante o evento de abertura do Agosto Lilás, na Praça Alencastro, houve a afixação de faixas da campanha, um enorme laço lilás, uma cruz composta por vários pares de sapatos femininos, simbolizando as vítimas de violência doméstica e também a distribuição de kits com álcool em gel, máscara e uma fita lilás, para conscientizar as mulheres que passaram pelo local sobre a importância de não se calarem diante da agressão. 

 

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