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Mais de 1,2 mil corpos foram encontrados na região de Kiev, na Ucrânia

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Vala comum na cidade de Mariupol, no Sudeste da Ucrânia
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Vala comum na cidade de Mariupol, no Sudeste da Ucrânia

As forças ucranianas já encontraram 1.202 corpos de cidadãos mortos pelos russos na região de Kiev, informam autoridades do país ao portal Ukrinform nesta segunda-feira (2).

Ainda conforma reportou o site, todos os cadáveres foram enviados para especialistas em medicina legal para identificar as causas das mortes. “Infelizmente, temos achados horríveis e registramos crimes cometidos pelo exército russo na região de Kiev quase todos os dias. Dos 1.202 corpos de civis mortos, 280 ainda não foram identificados “, informou o chefe da polícia da região de Kiev, Andryi Nebytov.

O balanço anterior, divulgado em 29 de abril, era de 1.187 vítimas. O militar ainda informou que todos os civis têm o DNA coletado e adicionado em uma base de dados comum para ajudar os familiares que buscam por seus entes queridos a comparar as informações.

Nebytov destacou ao portal que estima que cerca de 300 pessoas ainda estejam desaparecidas em toda a área.

A região próxima à capital Kiev foi fundamental para evitar o avanço das tropas russas contra a sede do governo ucraniano, mas após serem retomadas por Kiev, no início de abril, mostraram ao mundo um cenário de horror.

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A pequena localidade de Bucha ficou mundialmente conhecida por conta da quantidade de corpos abandonados nas ruas e enterrados em valas comuns , sendo que muitos deles estavam com mãos amarradas ou sinais de tortura. Um cenário semelhante foi visto em Borodyanka, em vilas de Irpin e na área periférica da própria Kiev.

Para os russos, as imagens foram “encenações” feitas pelos ucranianos. No entanto, várias investigações internas e também internacionais, como do Tribunal Penal Internacional, estão em andamento e devem acusar as tropas invasoras de crimes de guerra.

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Internacional

Desafio do TikTok deixa praias da Flórida com buracos ‘misteriosos’

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As pessoas estão cavando buracos gigantes na praia e saindo antes de preenchê-los
Reprodução/Instagram 1.7.2022

As pessoas estão cavando buracos gigantes na praia e saindo antes de preenchê-los

Uma nova tendência no TikTok pode ser a causa do surgimento de buracos gigantes em praias da Flórida, nos Estados Unidos. Autoridades pedem que os autores de um desafio na plataforma consertem o estrago já que podem ser perigoso para outros banhistas e até para as tartarugas marinhas.

Em Sanibel, os buracos tinham largura e profundidade de um metro e meio. “Quase caí em um”, disse uma moradora local, Allison Ward, citado pelo site ABC, que caminhava pela praia todas as manhãs quando encontrou os buracos. Ela também diz que nunca havia visto escavações como essas por lá.

A prefeita de Sanibel, Holly Smith, acredita que isso se deve a uma brincadeira do TikTok. O desafio instiga aos usuários a responderem “o quão fundo você pode cavar?”. Ela acrescentou que os funcionários responsáveis por obras públicas foram acionados para repará-los.

Além disso, o Departamento de Polícia de Marco Island postou uma foto de um buraco gigante localizado ao lado de uma pá. Na mensagem, as autoridades fazem um apelo: “Por favor, volte a encher o buraco e gentilmente leve suas coisas com você. É um perigo para outros banhistas e especialmente para nossas belas tartarugas marinhas”.

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Internacional

Ucrânia: míssil russo atinge prédio residencial e deixa 19 mortos

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Área atingida por ataque russo na cidade de Odessa
Reprodução: twitter – 09/05/2022

Área atingida por ataque russo na cidade de Odessa

Mísseis russos atingiram um prédio residencial de 14 andares e um centro recreativo a cerca de 80 km da cidade ucraniana de Odessa, às margens do Mar Negro, conforme Moscou intensifica seus ataques contra infraestruturas civis. Ao menos 19 pessoas morreram e dezenas outras ficaram feridas após as forças russas abandonarem uma uma ilha estratégica a cerca de 160 km ao Sul.

De acordo com as autoridades locais, 16 pessoas morreram no prédio e as outras três, no centro recreativo da cidade de Bilhorod-Dnistrovsky, incluindo duas crianças. Há ao menos 37 pessoas internadas. Os trabalhos de resgate no edifício terminaram horas após o ataque, que ocorreu por volta de 1h da manhã (19h de terça, no Brasil).

De acordo com funcionários do governo ucraniano, uma seção do prédio foi destruída entre seu primeiro e nono andar. Antes da guerra, o edifício abrigava cerca de 100 pessoas. O centro recreativo, por sua vez, ficou danificado. O governo russo negou mais uma vez que esteja mirando propositalmente em infraestruturas civis:

“Gostaria de lembrá-los mais uma vez das palavras do presidente da Rússia e comandante-chefe [Vladimir Putin]: as Forças Armadas não estão trabalhando contra alvos civis nesta operação militar especial”, disse o porta-voz do Kremlin, Dmitri Peskov, usando a expressão adotada pelos russos para se referir à invasão.

Os alvos russo, disse Peskov, incluem armazéns de armas, plantas militares e locais onde “mercenários estrangeiros” e “elementos nacionalistas” treinam e se abrigam.

O ataque, na prática, põe um ponto final nas esperanças de que a Rússia vá de fato acabar com o bloqueio dos portos ucranianos, que inclui o posicionamento de minas navais em pontos de passagem de embarcações. Com isso, os russos são desde o início do conflito acusados de barrarem a saída de navios com exportações de grãos ucranianos.

O Kremlin nega tais acusações e culpa os próprios ucranianos pela impossibilidade de manter os níveis de exportações de alimentos, que são enviados para dezenas de países ao redor do mundo. A escassez é considerada pela ONU um risco à segurança alimentar de milhões de pessoas e faz o preço dos grãos disparar pelo planeta.

Na quinta, o porta-voz do Ministério da Defesa russo, Igor Konashenkov, havia dito que a saída russa da Ilha das Cobras foi um “sinal de boa vontade” justamente para facilitar a exportação de grãos. Os ucranianos rejeitaram a justificativa:

“O terror é uma tática comum da Rússia”, disse Kyrylo Tymoshenko, um dos porta-vozes do Gabinete do presidente Volodymyr Zelensky, no Telegram. “Primeiro, encobrem seus atos criminais como ‘ações benevolentes’. Depois, lançam mísseis contra nossas cidades pacíficas”, completou.

A ilha é um território estratégico de 0,15 km² que estava sob controle de Moscou desde 24 de fevereiro, o primeiro dia da operação. Sua importância é geográfica: fica a 33 km da costa da região de Odessa, lar do maior porto da Ucrânia, e a 300 km da costa da Crimeia, península anexada pela Rússia em 2014.

Quando a guerra começou, um grupo de 13 patrulheiros de Kiev que faziam a segurança da ilha foi abordado por um navio russo, com quem supostamente travaram um diálogo que rodou o mundo. Os soldados de Moscou teriam avisado que os ucranianos deveriam se render, ou seriam bombardeados. A resposta teria sido “navio russo, vá se foder”.

O suposto autor da frase foi preso, mas solto em março como parte de uma troca de prisioneiros entre Moscou e Kiev. Posteriormente, recebeu uma medalha do governo de Zelensky.

A destruição perto de Odessa, por sua vez, vem após dias de ataques russos que atingiram infraestruturas civis por todo o território ucraniano, incluindo um shopping na cidade de Kremenchuk, no Centro do país. O prédio ficou destruído e mais de 20 pessoas morreram.

No último fim de semana, mais de 40 mísseis foram lançados contra o território ucraniano, incluindo um que atingiu um prédio residencial em Kiev. O ataque desta sexta, disse o governo alemão, foi “desumano”:

“O governo federal condena o ataque com mísseis do Exército russo”, disse o porta-voz do governo liderado pelo chanceler Olaf Scholz, Steffen Hebestreit. “A parte russa, que fala novamente de danos colaterais, é desumana e cínica (…). Isso nos mostra mais uma vez, de forma cruel, que o agressor russo aceita deliberadamente a morte de civis.”

Os ataques intensificaram os apelos perpétuos de Zelensky e sua alta cúpula por mais armas e sistemas de defesa ocidentais, já que os ucranianos esgotaram seu arsenal e agora dependem exclusivamente dos aliados. No dia 23, o país recebeu o poderoso Sistema Americano de Foguetes de Artilharia de Alta Mobilidade (Himars, na sigla em inglês).

A arma, capaz de disparar foguetes guiados por satélite capazes de atingir alvos a até 80 km de distância, era pleiteada há meses pelo governo do presidente Volodymyr Zelensky. Ainda assim, a falta de capacitação ucraniana para lidar com as tecnologias ocidentais e o temor de que sejam usadas para atacar diretamente o território russo faz com que o fluxo fique aquém do desejado por Kiev.

“Para proteger a população, precisamos de sistemas anti-mísseis”, disse Mykhailo Podolyak, um dos conselheiros de Kiev, onde a crença é que Moscou vá intensificar novamente sua operação diante dos avanços no Leste.

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Fonte: IG Mundo

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