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Internacional

Maior hospital de Portugal tem fila de ambulâncias por Covid-19; veja

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Imagens de fila de ambulâncias em hospital viralizaram nas redes sociais
reprodução / Twitter

Imagens de fila de ambulâncias em hospital viralizaram nas redes sociais

O Hospital Santa Maria, em Lisboa, o maior de Portugal, tem tido filas de ambulâncias com pacientes com Covid-19 nos últimos dias. Na quinta e na sexta-feira, as filas foram grandes, trazendo pessoas da capital e também de outras cidades do país, que vive um momento de colapso com o aumento dos casos de pessoas com o novo coronavírus (Sars-Cov-2).

“Há surtos em vários serviços. E o problema é que desde quinta-feira à noite não estamos conseguindo vagas para transferir os doentes infectados dos nossos serviços para os covidários”, disse Nídia Zózimo, uma das médicas do hospital em entrevista ao jornal “O Público”.

De acordo com a imprensa portuguesa, o Santa Maria já está em seu limite de capacidade, assim como grande parte das redes pública e particular do país, que vive caos por conta da segunda onda de Covid-19. Em lockdown desde 15 de janeiro, Portugal registra cerca de 13 mil a 14 mil novos casos da doença diariamente.

Fonte: IG Mundo

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Internacional

Massacre deixa ao menos cinco mortos no Nordeste da Colômbia

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Ministro da defesa vai enviar 600 militares para Catatumbo
Reprodução/Twitter

Ministro da defesa vai enviar 600 militares para Catatumbo


Pelo menos cinco pessoas morreram e outras cinco ficaram feridas em um massacre na região de Catatumbo , no Nordeste da Colômbia . As informações foram divulgadas por autoridades colombianas neste domingo (7), que ainda não sabem quem cometeu o crime e qual seria a motivação. 

“Avaliamos fatos alvo de investigação pelo homicídio coletivo de cinco pessoas e cinco feridos”, anunciou pelo Twitter o ministro da Defesa, Diego Molano. A Defensoria do Povo fez um alerta sobre os riscos para a população da região, devido à disputa pelo controle do narcotráfico pelo Exército da Libertação Nacional (ELN) e o Exército Popular de Libertação (EPL). 


O ministro da defesa vai enviar 600 militares para Catatumbo e ofereceu uma recompensa de cerca de 50 mil pesos colombianos para quem tiver informações sobre o crime. De acordo com o observatório Indepaz, somente este ano, já aconteceram 16 massacres ou homicídios de, ao menos, três pessoas no mesmo caso. No ano passado, foram registrados 91. A  Colômbia vive o pior surto de violência desde a assinatura do acordo de pais com os rebeldes das Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia ( Farc ), em 2016.

Fonte: IG Mundo

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Programa da ONU ajuda venezuelanas a refazer a vida no Brasil

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Mulheres que vem da Venezuela, encontram dificuldades para arrumarem emprego
Antonio Cruz/ Agência Brasil

Mulheres que vem da Venezuela, encontram dificuldades para arrumarem emprego

O contexto migratório vivido por venezuelanos desde 2018 é duro para todos os envolvidos. A fuga de um país em crise, como a Venezuela, sem comida, sem emprego e sem oportunidades, é difícil para os que procuram o Brasil ou outros países vizinhos. Entretanto, essa realidade pode ser ainda mais dura para as mulheres. A ONU Mulheres , entidade vinculada à Organização das Nações Unidas (ONU), identificou os riscos adicionais sofridos pelas mulheres nesse processo.

Segundo a instituição, as meninas enfrentam mais riscos de violência e têm menos acesso à educação. De acordo com a ONU Mulheres, a maior vulnerabilidade das venezuelanas é devida a situações de pobreza, separação familiar, mudança nos papeis entre mulheres e homens, barreiras no acesso à proteção e a serviços e exposição a maiores riscos de violência. Por isso, a ONU Mulheres e outras agências das Nações Unidas puseram em prática o programa Liderança, Empoderamento, Acesso e Proteção para mulheres migrantes, solicitantes de refúgio e refugiadas no Brasil ( Leap ).

O Leap é conduzido em parceria com o Fundo de População das Nações Unidas (UNFPA) e o Alto Comissariado das Nações Unidas para Refugiados (Acnur), com financiamento do governo de Luxemburgo. O programa desenvolve ações para reduzir a dependência econômica das mulheres em um cenário onde os homens encontram mais oportunidades de emprego.

Dentre as iniciativas de empoderamento econômico proporcionadas pelo Leap, estão capacitações para o mercado de trabalho brasileiro, cursos de empreendedorismo e parcerias com o setor privado para identificar e promover vagas de trabalhos formais para essas mulheres. Segundo a ONU Mulheres, 6.935 mulheres estão sendo ajudadas por essas iniciativas.

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“O programa Leap atua em três frentes: liderança e participação, empoderamento econômico e fim da violência contra mulheres e meninas”, informa a gerente de Liderança e Participação em Ação Humanitária da ONU Mulheres, Tamara Jurberg. Tamara acrescenta que, até janeiro deste ano, mais de 3 mil mulheres foram envolvidas em atividades para pensar de que forma a resposta humanitária pode ser mais inclusiva e levar em conta as diferentes necessidades apresentadas por homens e mulheres no processo de migração e refúgio no Brasil.

Um relatório publicado em janeiro pela Organização Internacional para as Migrações (OIM) e pela Operação Acolhida, do governo brasileiro , mostrou que a taxa de homens que participam do processo de interiorização já com emprego garantido em outra cidade é três vezes maior que a de mulheres. A elas cabem com mais frequência tarefas domésticas e o cuidado com crianças.

Segundo a gerente de Empoderamento Econômico em Ação Humanitária da ONU Mulheres em Roraima, Flávia Muniz, elas sofrem mais com a violência doméstica e com episódios de tráfico e contrabando de pessoas. A ONU Mulheres informou que o Leap já auxiliou financeiramente mais de 440 mulheres no processo de recuperação, resiliência, capacitação econômica e interiorização para outras localidades do Brasil. Assim, elas receberam capacitação, suporte e condições para dar um novo início às suas vidas no país.

“Os avanços desde o início da crise humanitária venezuelana têm sido grandes no Brasil, graças à ação conjunta e coordenada a partir de Roraima, mas os desafios ainda são grandes. Com ações direcionadas, com a incorporação da perspectiva de gênero, os impactos que conseguiremos alcançar serão mais inclusivos”, afirma Flávia Muniz.

Fonte: IG Mundo

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