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Internacional

Mahmoud Abbas cobra de Biden ‘justiça’ por morte de repórter palestina

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O presidente da Autoridade Nacional Palestina (ANP), Mahmoud Abbas
Reprodução/Flickr – 15.07.2022

O presidente da Autoridade Nacional Palestina (ANP), Mahmoud Abbas

O presidente da Autoridade Nacional Palestina (ANP), Mahmoud Abbas, cobrou em reunião com Joe Biden nesta sexta-feira (15) que seja feita “justiça” no caso da morte da repórter palestino-americana Shireen Abu Akleh, assassinada em 11 de maior em Jenin, na Cisjordânia.

“Pedimos que sejam entregues à justiça os responsáveis pela morte de Shireen Abu Akleh. É preciso impedir que Israel se sinta acima do direito internacional”, afirmou Abbas no discurso pós-encontro.

A cobrança vem poucos dias depois de um relatório divulgado por Washington e por Israel dizer que não era possível determinar “a origem do disparo”, mas que “possivelmente” veio das posições ocupadas por militares israelenses no local e que não se pode afirmar que o disparo foi “proposital”.

A análise é oposta a feita pelos palestinos e pelas Nações Unidas que acusam os militares israelenses de atirarem deliberadamente contra o grupo de quatro jornalistas, que estavam identificados por coletes, dentro do campo de refugiados.

Dois Estados

Grande parte da conversa entre Abbas e Biden, que foi a Belém antes de embarcar para a Arábia Saudita, se concentrou na crise entre israelenses e palestinos. Ao fim do encontro, o presidente dos Estados Unidos afirmou que mantém suas posições sobre o assunto.

“O povo palestino espera um Estado independente e o meu compromisso pela solução dos Dois Estados sob as fronteiras de 1967 não mundo. O povo palestino tem o direito de um Estado próprio que seja independente, soberano, vital e dotado de continuidade territorial. Percebo, porém, que o objetivo dos Dois Estados parece ser remoto como coisas indignas como as restrições aos deslocamentos ou as preocupações cotidianas com a segurança dos seus filhos são reais e imediatas”, disse em discurso.

Segundo Biden, a sua visita é “o ínicio de um novo e reforçado diálogo” entre palestinos e norte-americanos e que ele está “rejeitando” a política adotada por seu antecessor, Donald Trump, na região.

“Anuncio hoje de ter destinado US$ 200 milhões para a agência da ONU para os refugiados daqui e outros US$ 100 milhões para a rede sanitária palestina. Esse é o momento de reforçar as instituições palestinas”, acrescentou.

Após o encontro com Abbas, Biden também fez uma visita sob forte esquema de segurança na Basílica da Natividade.

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Fonte: IG Mundo

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Internacional

FBI executa mandado de busca na residência de Trump, na Flórida

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Donald Trump, ex-presidente dos EUA
Reprodução Documentário ‘Unprecedented’

Donald Trump, ex-presidente dos EUA

O FBI desempenhou um mandado de busca nesta segunda-feira (08) no resort Mar-a-Lago de Donald Trump em Palm Beach, na Flórida. A informação foi confirmada pelo ex-presidente à CNN Internacional. 

“Minha linda casa, Mar-A-Lago, em Palm Beach, Flórida, está atualmente sitiada, invadida e ocupada por um grande grupo de agentes do FBI”, disse o ex-mandatário em comunicado.

Trump não disse a razão dos agentes do FBI estarem em Mar-a-Lago, mas o ex-presidente relatou que a operação não foi anunciada e “eles até arrombaram meu cofre”.

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Fonte: IG Mundo

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Internacional

Livro revela que Trump jogava documentos na privada da Casa Branca

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Donald Trump
Reprodução/Twitter

Donald Trump

O ex-presidente dos Estados Unidos Donald Trump tinha o costume de jogar documentos na privada, e a Casa Branca acionou encanadores para desentupi-la em pelo menos duas ocasiões. É o que revelam fotografias recém-divulgadas de “Confidence man”, o próximo livro de Maggie Haberman, repórter do New York Times e colaboradora da CNN.

Nas imagens publicadas nesta segunda-feira, não está claro o conteúdo dos documentos nem quem os escreveu, mas Haberman e a imprensa americana afirmam que a caligrafia é idêntica à de Trump, que teria usado uma caneta Sharpie, sua preferida. Os rascunhos incluem o nome da deputada republicana Elise Stefanik, uma defensora de Trump.

Segundo Haberman, uma foto é de um banheiro da Casa Branca e a outra é de uma viagem ao exterior, ambas fornecidas por uma fonte da jornalista no governo do ex-presidente. Essa mesma fonte teria dito a Haberman que era muito comum Trump jogar documentos nas privadas e que os encanadores costumavam ser chamados para desentupi-las.

“Que Trump estava descartando documentos dessa maneira não era amplamente conhecido na Ala Oeste [onde fica o escritório da Presidência], mas alguns assessores estavam cientes do hábito, no qual ele se envolveu repetidamente”, disse Haberman ao site Axios, que publicou as imagens em primeira-mão. “Foi uma extensão do hábito de Trump de rasgar documentos que deveriam ser preservados sob a Lei de Registros Presidenciais.”

Em fevereiro, a CNN relatou que Trump costumava rasgar documentos, rascunhos e memorandos depois de lê-los, o que contraria as leis presidenciais de manutenção de registros. Segundo a emissora, quando viajava, o ex-presidente levava até rascunhos de tuítes não lidos a bordo do avião presidencial para revisá-los antes de descartá-los.

Em uma ocasião, Trump também perguntou se alguém da sua equipe gostaria de colocar à venda no eBay uma cópia de um discurso que ele acabara de fazer, de acordo com a CNN.

Trump negou todas as alegações e, em uma declaração dada ao Axios nesta segunda, seu porta-voz disse que a reportagem foi inventada.

“Você precisa estar muito desesperada para vender livros se fotos de papel em um vaso sanitário fizerem parte de sua campanha de marketing”, afirmou Taylor Budowich. “Nós sabemos [que] há pessoas suficientes dispostas a inventar histórias como essa para impressionar a mídia, que está disposta a publicar qualquer coisa, desde que seja anti-Trump.”

Investigações

Em maio, promotores federais dos EUA deram início a uma investigação sobre denúncias de que Donald Trump teria usado de forma indevida documentos confidenciais do governo americano, que foram levados para a residência do ex-presidente no estado da Flórida, já depois de ter deixado a Presidência.

Pelas regras, os itens deveriam ter sido enviados para a administração dos Arquivos Nacionais dos EUA, e, quando os pesquisadores os analisaram, encontraram diversos documentos marcados como confidenciais, contendo informações relacionadas à segurança nacional.

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Fonte: IG Mundo

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