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Ludmilla agride funcionária de boate no Rio, diz colunista

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Na noite da última terça-feira (12), Ludmilla envolveu-se em um quebra-pau com uma funcionária da boate Boox, no Rio de Janeiro. Segundo apurado por Leo Dias, a cantora causou grande agitação ao chegar ao estabelecimento, ainda na porta, uma pessoa da fila a chamou de “nojenta”, todavia, a artista pensou ter ouvido o insulto por parte da hostess.

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Ludmilla
Reprodução / Instagram

Ludmilla

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Após entrar, curtir, comer e beber gratuitamente, durante a madrugada, Ludmilla resolveu tirar satisfação com a funcionária. A artista pegou seu celular, digitou o termo “nojenta” e esfregou, literalmente, – novamente, segundo Leo Dias – na cara da colaboradora, que nada tinha a ver com a situação e começou a chorar devido ao constrangimento.

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Procurada pelo colunista, a assessoria de Ludmilla disse que a artista não se enganou quanto a autora da ofensa e esclareceu que, na saída, a cantora não esfregou o celular na cara da funcionária. Por nota, a boate disse lamentar o ocorrido, mas afirma que acredita na hostess.

Confira a nota encaminhada à redação pela assessoria de imprensa de Ludmilla:

Esclarecemos que Ludmilla não se enganou quanto a autora da ofensa e que a cantora não esfregou o celular na cara da funcionária. Ela apenas mostrou o significado da palavra “nojenta” e reforçou, educadamente, a importância de ter mais empatia e respeito pelas pessoas. Não houve choro ou qualquer tipo de agressão por parte da artista.

Ressaltamos que mesmo que a Ludmilla tenha uma imagem pública, isso não dá a ninguém o direito de agredi-la verbal e moralmente, e que repudiamos qualquer tipo de preconceito, seja qual for. Lamentamos que ainda existam comportamentos assim e esperamos que atitudes como o da Ludmilla façam as pessoas refletirem e mudarem suas posturas e pensamentos em relação ao próximo.

 

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Zé de Abreu é condenado na Justiça após compartilhar fake news sobre Bolsonaro

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José de Abreu ainda não se posicionou sobre o assunto
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José de Abreu ainda não se posicionou sobre o assunto

José de Abreu, conhecido por atuar em novelas da Globo , foi condenado a indenizar o Hospital Albert Einstein em R$ 20 mil, conforme decisão publicada neste sábado (04) pelo Tribunal de Justiça de São Paulo.

Em janeiro de 2019, José de Abreu publicou em seu perfil do Twitter uma notícia falsa, afirmando que a unidade de saúde arquitetou, junto do serviço de inteligência de Israel, uma suposta facada sofrida pelo presidente Jair Bolsonaro (sem partido).  

“Teremos um governo repressor, cuja eleição foi decidida numa facada elaborada pelo Mossad [serviço secreto de Israel], com apoio do Hospital Albert Einstein, comprovada pela vinda do PM [primeiro-ministro] israelense, o fascista matador e corruptor Bibi [Benjamin Netanyahu]”, escreveu o ator à época. 

Apesar de ter apagado a postagem após a repercussão negativa, a Sociedade Beneficente Israelita Brasileira acionou a Justiça em busca de uma indenização por danos morais. Em julho de 2019, o TJ já havia condenado Abreu a pagar o valor de R$ 20 mil em 1ª instância.

A juíza Claudia Carneiro Calbucci Renaux, da 7ª Vara Cível de São Paulo, afirmou que o ator da Globo “não se limitou a mera crítica em relação ao atual cenário político, mas fez verdadeira afirmação quanto à existência de um conluio entre o governo de Israel, a igreja evangélica e o hospital com o propósito de cometer ato criminoso”. José de Abreu ainda não se manifestou sobre o assunto. As informações são do Uol .

Fonte: IG GENTE

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Repórter da Globo detona “torcida” para não deixar bar; assista

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André Hernan%2C repórter da Globo
Reprodução Twitter

André Hernan, repórter da Globo

Neste sábado (04), André Herman, repórter da Globo , compartilhou um vídeo de pessoas em um bar cantando “eu não vou embora” para dois agentes da vigilância sanitária. Em seu perfil no Twitter, o jornalista condenou a atitude das pessoas no estabelecimento.  

“E assim, o Brasil ‘venceu’ a pandemia “, escreveu o repórter da Globo na legenda da publicação, acompanhada de dois emojis.

O vídeo foi anteriormente publicado por Renan Brites Peixoto , jornalista da GloboNews , que também criticou o coro contra os agentes da vigilância. De acordo com Peixoto, o episódio aconteceu na Barra da Tijuca, no Rio. 

“Eu estou com o nojo desse tipo de brasileiro. Tanta gente debaixo da terra, e essa gente tratando a doença como um Carnaval. São genocidas… também”, escreveu Peixoto. Assista ao vídeo. 



Fonte: IG GENTE

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