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Economia

Lojas sobem preços de produtos às vésperas da Black Friday, aponta Procon-RJ

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Procon-RJ fez levantamento sobre preços das principais lojas do Brasil
Lorena Amaro

Procon-RJ fez levantamento sobre preços das principais lojas do Brasil

O monitoramento de preços dos produtos mais procurados durante a Black Friday feito pelo Procon Estadual do Rio de Janeiro (Procon-RJ), aponta aumento até 57% nos valores às vésperas da promoção. A pesquisa foi feita entre 27 de outubro e 18 de novembro.

A air fryer, fritadeira sem óleo, foi o produto que registrou a maior alta, de 57%. O aspirador robô, que virou uma febre durante a pandemia, teve uma variação de preço de 34%.  Notebook e celular, produtos sempre na lista de mais vendidos em todas as edições da Black Friday, registram aumento de 32% e 28%, respectivamente.

O levantamento foi feito em oito grandes sites. Os agentes verificaram os preços de pelo menos 80 categorias de produtos em cada um deles.

Ao todo, 654 itens foram monitorados. Entre eles celulares, fogões, geladeiras, videogames, televisões, notebooks, aspiradores de pó, lavadoras de roupas, smart speakers, micro-ondas e fritadeiras elétricas.

O objetivo do Procon-RJ é verificar se as grandes varejistas on-line vão praticar a chamada maquiagem de preços, ou seja, elevar os valores cobrados em alguns produtos para, durante o período promocional, retornar aos preços aplicados antes, sem desconto real. 

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Para ver a lista completa de produtos com os preços monitorados basta  clicar aqui.

Maquiagem de preços e multa

Caso seja identificado indício de maquiagem de preços, serão instaurados processos administrativos, e os estabelecimentos poderão ser multados.

“O tema principal das denúncias que recebemos no período da Black Friday é em relação à maquiagem de preços. Consumidores relatam que as empresas aumentam os preços dos produtos antes da Black Friday e, depois, voltam ao preço original para dizer que o item está em promoção”, observou o presidente do Procon-RJ, Cássio Coelho.

“O Procon-RJ está de olho neste tipo de prática abusiva, e o monitoramento está sendo realizado para constatar se estas irregularidades serão cometidas”.

Nesta sexta-feira, dia que acontece o evento, um novo levantamento será realizado, para apurar os preços praticados durante a promoção.

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Economia

Preço médio do gás de cozinha fica em R$ 95 nos últimos seis meses

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A Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustível (ANP) divulgou hoje (7) a média semestral nacional do Gás Liquefeito de Petróleo (GLP), o gás de cozinha. O valor do botijão de 13 quilogramas (kg) ficou em R$ 95,63, entre junho e novembro deste ano.

Segundo a ANP, a medida atende ao decreto 10.881, publicado na semana passada, que obriga a agência a divulgar todo mês, até o décimo dia útil do mês, a média nacional dos últimos seis meses do GLP.

O sistema de levantamento de preços da agência mostra que, na última semana, Cuiabá foi a capital com o maior preço para o botijão de 13 quilos do GLP, R$ 120,31, enquanto Salvador ficou com o menor valor, R$ 92,59.

Em relação à gasolina comum, o litro mais em conta foi comercializado nos postos de combustíveis de Macapá: R$ 5,938. O Rio de Janeiro teve o valor mais alto para o litro da gasolina comum, R$ 7,208.

Curitiba teve o menor para o litro do óleo diesel: R$ 4,949. A pesquisa da ANP mostra que Rio Branco teve o litro mais alto do diesel: R$ 6.071.

A coleta de preços foi feita entre 28 de novembro e 4 de dezembro.

Edição: Maria Claudia

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Economia

Aneel aprova reajustes nas tarifas de energia do Acre e de Rondônia

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A Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) aprovou hoje (7) reajuste das tarifas de energia de Rondônia e do Acre. Os novos índices entram em vigor na próxima segunda-feira (13).

Em Rondônia, o reajuste é para os cerca de 675 mil consumidores atendidos pela Energisa. No caso dos consumidores de baixa tensão (residencial), o reajuste médio será de 6,95% e os de alta tensão (comercial e industrial), 6,85%. O efeito médio para o consumidor é 6,93%.

No Acre, também atendida pela Energisa, as 280 mil unidades consumidoras atendidas pela distribuidora sofrerão efeito médio de 9,9%. Para os consumidores de baixa tensão, o efeito médio é de 10,36% e de alta tensão, 7,65%.

Edição: Valéria Aguiar

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