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Líder petista afasta ‘especulações’ em MT e diz que única certeza nomomento é a chapa presidencial com Lula

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A deputada federal Rosa Neide (PT), disse ao Portal ODocumento que a federação entre o seu partido, o PV e PCdoB, está fechando as tratativas para as eleições deste ano no Estado e que a única certeza, até agora, é a consolidação do projeto nacional com a candidatura do ex-presidente Lula da Silva (PT). Sobre o Senado, segundo ela, a candidatura ainda está em construção.

“Estamos organizando a federação, conversando o tempo todo. Nós já temos o nosso candidato a presidente da República, a candidatura do Senado está tendo essa construção ainda, a Márcia Pinheiro, do PV, colocou seu nome, a professora Enelinda, que é do PT, também colocou o nome, e agora a conversa está acontecendo com o Neri Geller, que é uma conversa que vem ocorrendo com o partido em nível nacional e passando também pelo Estado”, declarou.

Quanto a busca de apoio da federação por parte do deputado Neri Geller (PP), presidente do partido em Mato Grosso e pré-candidato ao Senado, a deputada petista disse que a federação ainda vai conversar. “Ele disse que da parte dele está colocado o nome, mas a gente tem que conversar aqui com a federação e também com a nacional. Ele veio e disse que está descolado do outro grupo e que ele vai para a campanha do Lula. Isso é definição dele, mas a gente se reúne na próxima semana com os presidentes nacionais do PT, PV e PCdoB para avaliar essa questão local”.

No tocante ao Governo do Estado, a federal do PT disse ainda não há definição do grupo federado. “Estamos fechando essa discussão e temos algumas candidaturas postas ao Governo do Estado, como é da reitora Maria Lúcia e também do ex-prefeito Percival Muniz, que é do MDB, que também está colocando o nome da oposição. Essa questão ainda está sendo construída”, garantiu.

“Todos os partidos que não são do nosso projeto, possivelmente a gente não tem todo, por inteiro, mas as principais lideranças sim”, disse sobre o PP no palanque da federação de esquerda em Mato Grosso.

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Política MT

Amália Barros tem a inclusão como uma de suas principais causas

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A emocionante história de vida e superação da jornalista Amália Barros, candidata a deputada federal pelo PL em Mato Grosso, comoveu as milhares de pessoas que assistiram a entrevista concedida ao Jornal da Cidade Online (disponível no You Tube no link https://www.youtube.com/watch?v=5boHhQRZWUk).  O Cidade Online, é um dos mais seguidos em nível nacional pela rede de pessoas que apoiam o presidente Jair Bolsonaro, com mais de 700 mil inscritos.

Amália começou a entrevista com uma audiodescrição, importante para que as pessoas que não enxergam possam entender melhor, ouvindo o que não pode ser visto.

Humilde, solidária, guerreira, batalhadora e corajosa, que persistiu diante dos obstáculos que teve que enfrentar foram alguns comentários feitos pelo público. Amália, que disputa o primeiro cargo político com o apoio oficial da primeira-dama Michelle Bolsonaro, de quem é afilhada política, conquistou os espectadores com a sua postura de engajamento em uma causa maior, a inclusão.

“Vimos a importância do amor e da solidariedade”, disse o espectador Basílio Rosa. “É gente assim que deve ser escutada a respeito do nosso presidente. Inteligente, com essa vontade de lutar pelos outros, que nos passa força. Essa jornalista é, sem dúvidas, uma liderança”, disse Silvino Araujo. Outra espectadora, Rosangela Panício, destacou o engajamento de Amália com as causas sociais. “Precisamos realmente de pessoas assim, engajadas numa causa e não apenas entrar para a política por entrar. Parabéns pela luta, pelo testemunho e pelo desejo de ser útil a quem necessita”, afirmou ela.

Amália Barros tem 37 anos e mora em Campo Novo dos Parecis. Aos 20 anos ela perdeu a visão do olho esquerdo e, depois de 12 cirurgias, passou a usar prótese. Amália também enfrentou a retirada de um rim.

“Brinco que não sou inteira, mas sou completa, porque foi por meio das dificuldades que eu enfrentei que entendi qual é o meu propósito. Sempre achei que não tinha um dom, mas depois de tantas perdas sei exatamente qual o meu dom e meu propósito, que é ajudar as pessoas. A partir daí minha vida passou a ter sentido”, revelou.

Amália ajudou os monoculares com a doação de próteses, criou o Instituto Amália Barros, que já atendeu mais de 80 pessoas de quase todas as regiões do país e hoje dá nome a uma lei que garante aos monoculares os mesmos direitos das pessoas com deficiência. A lei 14.126/2021 foi sancionada pelo presidente Jair Bolsonaro em 22 de março de 2021, dia do aniversário de Amália e também de Michelle Bolsonaro.

“A primeira-dama Michelle Bolsonaro fez toda a diferença na aprovação desta lei. Ela é uma mulher valiosa, que trabalha pelas pessoas deficientes, abraçou a causa e ajudou a divulgá-la até que virasse lei”, frisou.

Amália Barros disse ainda que, se eleita, a inclusão é uma das principais causas que vai defender. Não apenas a inclusão de deficientes, mas de outras pessoas que sofrem com as mais diversas carências.

“A inclusão não é a gente olhar apenas para pessoas com deficiência ou minorias, é olhar para um todo. A mãe que quer voltar ao mercado de trabalho, mas não encontra vaga na creche, cidades que estão isoladas pela falta de asfalto nas rodovias, como é o caso de muitos municípios em Mato Grosso”, disse.

Com muita vontade de trabalhar pelo outro, Amália Barros disse que a motivação para entrar na política surgiu quando ela viu que é possível fazer a diferença na vida das pessoas. “Sem estar na política eu já lutei por uma lei. Como deputada vou poder fazer mais ainda. Acredito que a Câmara Federal é a casa do povo e a gente precisa ter todo tipo de representatividade, por isso coloco meu nome à disposição”, contou.

Ela disse ainda que entrar para a política foi um grande desafio, mas hoje é um caminho natural e que a sociedade precisa de representantes legislativos que apoiem as causas sociais.

Amália Barros, a mulher que virou lei, falou na entrevista sobre seu livro “Se Enxerga: transforme desafios em grandes oportunidades para você e outras pessoas”, lançado em 2021 e à venda em formato físico no Mercado Livre e no formato digital pela Amazon.

“O livro é um alerta, a vida é o que a gente tem de mais de precioso, um presente de Deus para nós. Poderia enxergar meus problemas de maneira pessimista. A forma como enxergamos as dificuldades é a maneira como a nossa vida vai ser encarada. Falo sobre ressignificação e passo uma mensagem: eu sou maior que meus problemas”, conclui.

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Bolsonarista, ‘barão do agro’ lança candidatura ao Senado e lembra ligação de Wellington Fagundes com a esquerda

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No lançamento de sua candidatura ao Senado, Antônio Galvan diz que Wellington não defende Bolsonaro

O candidato a Senado Antonio Galvan (PTB) criticou a ligação do senador Wellington Fagundes (PL) com a esquerda e lembrou que seu atual segundo suplente, Manuel Motta, é filiado ao PCdoB. No lançamento de sua candidatura, nessa quinta-feira (18), em Sinop, Galvan afirmou que o presidente Jair Bolsonaro precisa de pessoas comprometidas de verdade com as bandeiras conservadoras no Senado da República.

“Quero lembrar que esse cidadão [Wellington] que se diz Bolsonarista, mas nunca vi uma única vez se manifestar na tribuna em defesa do nosso presidente e denunciar os abusos de alguns ministros do Supremo Tribunal Federal (STF)”, disse Galvan.

Ainda no discurso, Galvan lembrou que Wellington Fagundes apoiou os ex-presidentes Lula e Dilma Rousseff, ambos do PT, e na eleição de 2018 ele fez campanha para o Fernando Haddad (PT) para presidente. “Wellington trabalhou junto com Lula na eleição e na reeleição e também trabalhou junto com Dilma na eleição e na reeleição. Em 2018, fez campanha contra Bolsonaro. Apoiou o Haddad do PT”, frisou Galvan.

O candidato a senador também citou ainda que seu rival estava até pouco tempo atrás com alianças com partidos de extrema esquerda e por isso não deve se dizer bolsonarista. Além disso, está em uma coligação com o PSB que apoia Lula para presidente. “Em 2018 juntou com o PCdoB, juntou com o PT e juntou com PV e pediu voto pro Haddad pra presidente. Agora esta coligado com o PSB. Será que é esse cidadão que representa Bolsonaro e a direita?”, questionou Galvan.

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