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Líder nega interferência do Governo em ações da Polícia Civil para investigar prefeito

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Deputado Dilmar Dal Bosco garante que governador não interfere nas ações da PC

O líder de governo na Assembleia Legislativa, deputado Dilmar Dal Bosco (DEM), afirmou na manhã desta terça-feira (3), que não tem informação sobre a entrega de uma denúncia pelo prefeito de Cuiabá, Emanuel Pìnheiro (MDB), contra a Polícia Civil e a Delegacia Especializada em Crimes Fazendários e Contra a Administração Pública (Defaz), por suposto uso ilegal da máquina pública do Estado com o objetivo de prejudicar sua gestão no Executivo da Capital.

“Não sei se o presidente Botelho já chegou na Casa de Leis. Ontem (2) ele não estava”, disse o líder que se caso ocorreu algo neste sentido, “nada tem haver com o governador Mauro Mendes (DEM). A Polícia Civil é independente, o governo não interfere nas ações de lá”, disse o líder.

Pinheiro afirma, na denúncia que foi protocolizada na presidência da Assembleia Legislativa, que o delegado-geral da Polícia Civil, Mário Demerval, pressionou os delegados da Defaz, Anderson Veiga e Lindomar Toffoli, para investigá-lo sobre a suposta compra de votos de vereadores para cassar o vereador Abílio Júnior (PSC).

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O deputado líder de governo no Parlamento adiantou que vai aguardar maiores informações para falar sobre o assunto, porém, adiantou que não acredita em qualquer ação do governador neste sentido. Nesta terça-feira (3), conforme informações de bastidores, o assunto será tratado durante reunião do Colégio de Líderes da Assembleia Legislativa, que acontece a partir das 15 horas na presidência da Casa de Leis.

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TSE retoma julgamento que pode resultar na cassação da senadora Selma Arruda nesta terça-feira

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Voto do relator foi pela perda de mandato da senadora

O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) retoma nesta terça-feira (10), o julgamento que pode levar a cassação do mandato da senadora Selma Arruda (Podemos), eleita pelo PSL. Gastos não declarados durante a campanha, pela senadora, teriam infringido as normas eleitorais vigentes, alega a acusação.

Um dos advogados que denuncia essas irregularidades é José Eduardo Cardoso, que já foi ministro da justiça. “Quando eu vi as provas vindas de uma pessoa que como magistrada tinha uma postura rigorosa, eu imaginei que essa magistrada se condenaria se ela fosse ré com as provas que tem. Ninguém está acima da lei. Ninguém pode defender as leis para os outros e não cumpri-las para si”, diz o advogado.

A senadora Selma Arruda, da tribuna do Senado, na semana passada, se defendeu argumentando que estão tentando imputar um crime que ela  não cometeu. “Eu agi de forma independente desde o dia em que decidi largar o judiciário, porque eu vi que não funcionava. E vim para cá para tentar mudar as coisas, mudar a legislação. Eu confio que aqui vamos ter o julgamento isento, menos perseguidor. Eu não vou permitir que uns e outros venham dizer que eu tenho que usar tornozeleira”, disse Selma Arruda.

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O voto do ministro Og Fernandes, relator do processo no TSE, foi pela manutenção da cassação da senadora. O ministro disse que ocorreu propaganda e gastos fora do período eleitoral e que a cronologia dos pagamentos e peças publicitárias mostram que a senadora tinha conhecimento pleno das irregularidades. E que teve vantagens que os concorrentes jamais conseguiriam superar, a menos que tivessem também optado pela antecipação de campanha.

Além de pedir a cassação de Selma Arruda e do suplente Gilberto Possamai, Og Fernandes pediu a inelegibilidade por 8 anos da senadora e do suplente, e a realização de uma nova eleição em Mato Grosso para o Senado.

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Seis senadores gastaram R$ 200 mil com querosene para aviões; dois de MT na lista

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Os senadores Wellington Fagundes e Jaime Campos, na lista dos senadores que mais gastaram dinheiro público com querosene para aviões

Levantamento do site Metrópoles mostra os senadores mato-grossenses Wellington Fagundes (PL) e Jaime Campos (DEM) na lista dos senadores que mais gastaram dinheiro público com combustível para avião desde fevereiro de 2019 até o início do mês de dezembro. Conforme o levantamento, somente um grupo de seis vereadores gastou quase R$ 200 mil (R$ 197.032)

Wellington ficou em segundo lugar no “ranking”, tendo usado R$ 32.365,50 somente com o combustível. Jaime Campos (DEM) aparece na quinta colocação em gastos com querosene de aviação, somando R$ 8.841,60.

O parlamentar que mais gastou com o combustível foi Ciro Nogueira (PP-PI), responsável por 53,51% do valor total. Ele abasteceu 24 vezes e desembolsou R$ 105.438,09.  José Maranhão (MDB-PB), com R$ 23.014,89, ficou em terceiro lugar, seguido pelo senador Acir Gurgacz (PDT-RO), que gastou R$ 22.886,67; Jaime Campos e, Angelo Coronel (PSD-BA), R$ 4.485,25.

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O valor total desembolsado pelos congressistas é equivalente, por exemplo, ao gasto de uma viagem do Rio de Janeiro a Paris, com 320 pessoas, em um Boing 777-200. O cálculo feito leva em consideração o FOM (Flight Operation Manual) do Boeing 777, caso ele pese 420 mil libras em uma altitude de 39.000 pés, a média de um voo de cruzeiro.

Por meio de nota, Wellington Fagundes informou que a cota utilizada está dentro do limite permitido e foi destinada para deslocamentos aéreos em trechos que não possuem oferta de voos regulares, “para cumprimento de agenda parlamentar”.

“O uso de sua aeronave (EMB-810 C – Seneca II) se faz necessário, visto que Mato Grosso (com 900 mil km quadrados de extensão) é um Estado onde as distâncias entre alguns municípios podem superar mil quilômetros”, afirmou.

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