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Internacional

Líder de Myanmar é colocada em prisão domiciliar pelos militares

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Suu Kyi foi presa em golpe de Estado dado por militares
Reprodução/redes sociais

Suu Kyi foi presa em golpe de Estado dado por militares

A líder “de facto” de Myanmar, Aung San Suu Kyi, foi colocada em regime de prisão domiciliar nesta sexta-feira (5) pelos militares que a prenderam no dia do golpe de Estado, informou o partido Liga Nacional pela Democracia (NLD). Segundo a nota divulgada, a Nobel da Paz de 1991 está “bem de saúde”.

Suu Kyi foi presa no dia 1º de fevereiro, ao lado do presidente do país, Win Myint, e de outras lideranças do NLD durante o golpe militar sob a alegação de “fraude” nas eleições de 8 de dezembro.

No entanto, após a detenção, a justiça informou que ela é acusada de violar a lei de comércio internacional por ter comprado rádios de comunicação no exterior. Um deles, foi encontrado na residência da líder do país.

Eles eram usados para que Suu Kyi conversasse com os agentes que faziam a sua segurança. Com exceção da China, a comunidade internacional condenou o golpe de Estado e exige que a normalidade democrática seja retomada no país.

A data da ação dos militares ocorreu, justamente, no dia em que os parlamentares eleitos em dezembro tomariam posse para o novo mandato.

Fonte: IG Mundo

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Internacional

Protesto contra medidas de controle à Covid-19 tem confronto em Paris; assista

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Protesto contra medidas de controle à Covid-19 tem confronto em Paris
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Protesto contra medidas de controle à Covid-19 tem confronto em Paris

Manifestantes entraram em confronto com a polícia em Paris durante protesto contra novas medidas do governo francês para controlar o avanço de casos de Covid-19, em especial a expansão da obrigatoriedade do passe sanitário a pessoas vacinadas ou com testes negativos da doença, e que será exigido em locais como museus, aviões e restaurantes.

Além da capital francesa, os atos ocorreram em 168 cidades e levaram 160 mil pessoas às ruas, de acordo com o Ministério do Interior. Eles contaram com a participação de lideranças ultranacionalistas, como Florian Philippot, vice-presidente da Frente Nacional (extrema direita), sigla de Marine Le Pen, e dos “coletes amarelos”, que ganharam notoriedade em atos contra o governo de Emmanuel Macron desde 2018.

Em Paris, o protesto reuniu cerca de 11 mil pessoas — menos do que o ato da semana passada. Os manifestantes traziam cartazes chamando as medidas defendidas por Macron de afronta à liberdade individual e as comparando a um regime de apartheid. Em discurso, Philippot chamou o presidente francês de “tirano”.

Ao final do protesto, houve confronto com a polícia em vários pontos da capital francesa — balas de borracha e bombas de gás foram usados em alguns casos extremos, como na estação Saint-Lazare e nos arredores da avenida Champs Elysées. Não foram informados números sobre prisões ou feridos.

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Há cerca de duas semanas, o presidente Emmanuel Macron anunciou um novo pacote de medidas para tentar impulsionar a vacinação contra a Covid-19 e conter o avanço da variante Delta, hoje responsável pela maior parte das infecções no país. Neste sábado, foram confirmadas 22 mortes e 25.624 novos casos — no começo do mês, o número estava perto de dois mil casos diários.

Entre as ações, está a obrigatoriedade da vacinação de profissionais do setor da saúde, que prevê a suspensão do pagamento a quem não se imunizar até meados de setembro, e a mais incisiva delas, a expansão do passe sanitário, que será exigido em museus, restaurantes, trens e aviões. O documento é fornecido a todos que completarem o ciclo vacinal com uma das imunizações disponíveis na França ou a quem apresentar um teste negativo de PCR, que agora será cobrado nos hospitais e clínicas públicas francesas.

Até o momento, 58% da população apta a se vacinar receberam pelo menos uma dose e 48% estão completamente imunizados.

As propostas, que são aprovadas por 58% dos franceses, estão sendo analisadas pela Assembleia Nacional e devem ser aprovadas até o final do domingo, de acordo com a imprensa francesa.

Em entrevista à revista Le Parisien, o ministro da Saúde, Olivier Véran, defendeu as medidas, e sugeriu que vai abandoná-las quando nove em cada dez franceses estiverem completamente vacinadas, e quando o número de casos chegar a 300 diários, “ao invés de 20 mil”. Na sexta-feira, diante do Senado, afirmou que o país deve enfrentar um forte impacto da Covid-19 nos hospitais até o fim de agosto — mais uma razão, segundo ele, para apertar as restrições.

Fonte: IG Mundo

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Internacional

VÍDEO: manifestações contra lockdown na Austrália tem confronto com a polícia

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Protestos
Banco de imagens/Pixabay

Protestos

Marchas anti-lockdown eclodiram em toda a Austrália com dezenas de milhares de manifestantes sem máscara nas ruas de Melbourne e Sydney. Em meio a temores de que as manifestações pudessem funcionar como super-propagação de Covid-19, a polícia passou a reprimir os protestos.

Os protestos são uma resposta às novas medidas de restrição, consideradas muito duras, com bloqueios em New South Wales, Victoria e ao sul da Australia. Mais da metade dos 25 milhões de habitantes do país devem ficar em casa, pelas novas regras, devido a um surto que teve início em Sydnel, com 176 novos casos de Covid-19 no último sábado. Os manifestantes reclamam da rigidez das restrições.

Multidões frenéticas gritando “liberdade” e slogans de conspiração anti-vacinas enxamearam o centro da cidade de Haymarket desde o meio-dia deste sábado, 24, momentos depois que o chefe de saúde local Jeremy McAnulty declarou a área um hotspot viral.

Segundo a polícia, mais de 60 pessoas foram detidas depois de lançarem objetos contra os agentes de segurança. Teve manifestante até dando socos em um cavalo da frota.

O chefe de saúde do estado, Brett Sutton, atacou os manifestantes, dizendo que as manifestações não iriam libertar os australianos de Covid-19 e alertou que a pandemia está longe de acabar.

Fonte: IG Mundo

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