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Opinião

LICIO MALHEIROS – Projeção meteórica

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O prazo final, para que os partidos políticos realizassem suas convenções partidárias, visando escolher os   candidatos que irão disputar as eleições municipais deste ano, terminou ontem, quarta-feira (16). Segundo a Justiça Eleitoral, mais de 700 mil registros de candidaturas estarão acontecendo este ano.

Mato Grosso, vive caso atípico, pois teremos eleição suplementar, que irá eleger o candidato que terá como missão, ocupar a vaga no Senado aberta com a cassação de Selma Arruda no ano passado.

Findada as convenções partidárias, o tabuleiro político sofre profundas mudanças, pois alguns se mantiveram até o final do período proposto pela Justiça Eleitoral, na condição de postulante ao cargo tão cobiçado de Senador da República; enquanto outros, migraram rumo ao Palácio Alencastro, tendo como prazo limite, o dia 16 de setembro.

Entre as coligações partidárias definidas, é claro e notório o divisor de águas, pois algumas representam o velho, as oligarquias, as mesmas figurinhas carimbadas que flutuam no cenário político de conformidade com seus interesses, dos seus pares e dos seus apaniguados.

Infelizmente, isto tem sido uma constante em nossa política, pois em pleno século XXI; a presença da política coronelista, ainda está latente e presente em nossos meios, porém hoje, travestida de republicana.

Acompanhei pari passu as convenções partidárias, e observei que em muitas coligações e composições políticas, aparecem nelas, as mesmas figurinhas que    disputam as eleições a cada 4 anos, algumas delas, perpetuaram no poder como se este fosse, cargo vitalício.

Na minha modesta opinião, uma coligação em termos de cara nova, que  representa realmente  o novo, é a coligação, Democracia Cristã (DC),  com o Partido Social Liberal (PSL),  que traz realmente novos nomes,  tendo o sargento Elizeu Nascimento como candidato ao Senado, primeiro suplente Nayme Rodrigues, pai do deputado estadual Ulisses Moraes, segundo suplente, tente Coronel do Corpo de Bombeiros, Paulo Selva.

A chamada em questão, não tem como objetivo, puxar saco ou mesmo babar ovo, para este ou aquele candidato; trata-se de uma verdade inconteste, esse senhor Elizeu Nascimento, é um caso raríssimo de projeção política.

Natural da cidade de Tangará da Serra, ainda jovem, seus pais mudaram para Cuiabá, num primeiro momento moraram no bairro Planalto, logo em seguida, foram praticamente fundar o bairro Altos da Serra, no qual mora até hoje e tem orgulho disso.

Como ele falou ontem no momento da convenção “Sou de origem humilde, e tenho orgulho das minhas funções anteriores; fui vendedor ambulante, jornaleiro, cobrador de coletivo e por aí vai. Tornei-me militar, como soldado raso, passei a cabo e cheguei a condição de sargento, e o que mais me orgulha, é que em 18 anos de carreira militar, não tem nada que desabone a minha conduta; em meu período na condição de parlamentar, sempre priorizei as ações inerentes a nossa gloriosa Polícia Militar, batalhando com todas as forças, contra as ações intempestivas, do Governo que aí está”.

Professor Licio Antonio Malheiros é geógrafo

 

 

 

 

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Opinião

JORGE MACIEL – O crime eventual e as autoridades se fingindo de mortas

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JORGE MACIEL (*)

A balbúrdia provocada pelos recém-criados ‘institutos’ de pesquisas eleitorais em Cuiabá [às vezes Várzea Grande] promete deixar úlceras intensas com alto grau de interferência e infecção no processo eleitoral. A criação de instituto de pesquisas é normal e até salutar. Mas que sejam comprometidos com a ética e a verdade, que não pareçam estar à serviço de outrem ou que não nos deem a margem da dúvida para pô-los em xeque.

Enquanto recebem dinheiro dos interessados em comprar seus números, os proprietários desses núcleos de gente dedicados a produzir índices se esquecem que as pessoas com razoável capacidade de raciocínio não destinam o mínimo de credibilidade às suas planilhas e recortes.

Deveriam os promotores e juízes e eleitorais, até em respeito ao que ganham e ao que lhes é função, atentarem para esse tipo de crime e repelir a ofensiva antidomocrática.

Ao que parece direcionados pelos  interesses de candidatos e/ou mandatários, os números são bizarros e colidem com a própria realidade e com outras amostragens extraídas de institutos, se não mais sérios, pelo menos tradicionais e com certo índice de acertos históricos.

Enquanto essa “feira” está alojada com intuito de estimular os votos úteis, cujos índices são forjados ou na mentira,  contradição ou ficção planejada, o Ministério Público simplesmente se faz de morto, embora se saiba que depois de tantas e tantas, o MP é uma instituição que caiu no descrédito popular, com pouquíssimas chances de confiança diante do cidadão. No caso específico em que deveria tomar a inciativa para corrigir a manipulação grosseira e os rumos, o MP simplesmente asila o malfeito.

Nas últimas pesquisas exibidas, há enormes contrassensos, como por exemplo a soma de mais de 100% dos quesitos, índices de 1% para brancos, indecisos e nulos, juntos, o distanciamento nos números de um ao outro índice apurado e a própria extemporaneidade desses ditos “institutos”. Há cenários suficientes para uma ampla auditoria e investigação, que deveriam começar agora, antes que o sol das eleições raia e antes bem antes que os danos à democracia se materializem.

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(*) Jornalista em Cuiabá

 

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Opinião

LICIO MALHEIROS – Exemplo de vida

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Vivemos momentos diferenciados, com o processo de globalização, processo este, que advém de um fenômeno do modelo econômico capitalista, o qual consiste na mundialização do espaço geográfico por meio da integração econômica.

Trocando em miúdos, esse processo nos permitiu dividendos econômicos, melhorias substanciais no padrão de vida, nos meios de produção, no avanço da medicina, que nos permitiu maior longevidade, e melhoria na qualidade de vida.

Porém, essa busca incessante pelos meios de produção, através do trabalho e objetos de trabalho, acaba criando entre as pessoas, competitividade exacerbada, busca por melhorias na condição de vida, através de um modelo estereotipado e marcado, pelo poder, pelo ter; isso acaba criando em algumas pessoas, uma disputa constante por uma curtida, um like nas redes sociais e por aí vai.

Não é regra, porém essa busca exacerbada pelas “benesses” do mundo moderno acaba criando uma disputa incessante, principalmente entre os jovens, pela aquisição de bens materiais entre os quais: um celular iphone ultra moderno, um tênis de marca, roupas caríssimas e por aí vai.

Essa busca incessante por melhor qualidade de vida (aparente), acaba aumentando substancialmente o número de suicídios principalmente entre os jovens, em um período de 28 anos, houve um aumento de 30% nos casos de suicídio, taxa maior, que a média das outras faixas etárias.

Paradoxalmente, a tudo que foi dito por mim na narrativa a cima; eis que recebo de um amigo morador da cidade de Chapada dos Guimarães distante 70 Km da capital, Rafael José de Siqueira Neto, que dirigiu a mim,       com os olhos lacrimejando e a voz embasbacada, reportando  um fato no mínimo inusitado.

Em suas andanças pela zona rural do município de Chapada dos Guimarães, ele disse emocionado ter conhecido  uma anciã com 106 anos, a senhora Laudelina Pires de Souza, mãe de nove filhos, incontáveis netos, bisnetos, trinetos e tataranetos, nascida em 25/06/1914, no vilarejo denominado Cachoeira Bom Jardim, distrito de água fria, distante 50 Km  da cidade de Chapada.

A dona Laudelina disse a ele emocionada, ter recebido do deputado estadual Elizeu Nascimento (DC), moção de aplausos, pelo seu exemplo de vida e determinação,  não apenas, por ter vivido de forma intensa, como  também, por passar  para as pessoas que a cercam e não são poucas, concelhos e lições de amor.

Parafraseando dona Laudelina, conforme narra Rafael Neto, “ela diz sorrindo, tenho prazer em viver e ajudar as pessoas, passando a elas um pouco da minha vida, que vivi com maior dificuldade, porém consegui chegar aos 106 anos, com disposição e lucidez, morando no mesmo local em que nasci, criando minha prole, dentro dos princípios éticos e morais”. Essa senhora deve ser vista, como exemplo de vida para as futuras gerações.

Professor Licio Antonio Malheiros é geógrafo  

 

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