conecte-se conosco


Opinião

LICIO MALHEIROS – Hipocrisia

Publicado

A vilipendiação, dos valores éticos, morais, familiares e institucionais  em nosso país, está se tornando uma constante, realmente perderam o controle da situação, haja vista que, a exacerbação de pensamentos e  tomadas de decisões de cunho político partidário acabam comprometendo não apenas o propagador da ação, como também, da instituição governamental que hora ela representa.

A prática esportiva nos dias atuais é de suma importância, não há dúvidas disso, pois a mesma, desempenha papel singular em nosso desenvolvimento,  através  da atividade física, portanto, a mesma é fundamental para o desenvolvimento motor da criança e saúde do adolescente.

Agora, é lamentável sob todos os aspectos, quando alguém que representa um país, após conquistar a medalha de bronze na primeira etapa do Circuito Brasileiro, em Saquarema, no Rio de Janeiro. No momento da entrevista, tendo estampado em seu peito, o patrocínio de um banco estatal Banco do Brasil.

A jogadora de vôlei de praia Carol Solberg, após o término da disputa pelo terceiro lugar contra Josi e juliana, as atletas foram agradecer ao público na transmissão, ela diz, “Fora Bolsonaro”, a fala da atleta em questão, denota forte desequilíbrio emocional, jovialidade, imaturidade, presunção  e por aí vai.

Quanta deselegância e falta de patriotismo, tendo empunhado em seu peito a logo marca do Banco do Brasil um banco estatal, que patrocina a Confederação Brasileira de vôlei desde 1991, no governo Fernando Collor, sendo renovado até os dias atuais.

O contrato mais recente foi firmado em 2016, durante o governo Temer, com reserva de R$ 218 milhões por quatro anos de um acordo que termina ao final deste ano.

A jogadora em questão, tem todo direito de não gostar deste ou daquele governo, isso é uma questão de foro íntimo de cada um, porém essa  fala,  “Fora Bolsonaro” em uma contextualização: esdrúxula, vergonhosa e imoral, não atinge apenas, o estadista Presidente da República Jair Messias Bolsonaro, e sim,  57,7 milhões de brasileiros que votaram nele, e acreditam piamente em seu trabalho.

Essa atleta, é filha de Isabel, ex-titular da seleção brasileira de vôlei; a mesma, em 2018 declarou apoio amplo geral e irrestrito, ao então candidato Haddad (PT), isso faz parte do processo democrático, porém existe um ditado popular muito antigo, que caracteriza bem essa situação “O fruto não cai muito longe do pé”, obviamente se sua fala fosse em outro momento, não haveria tanta repercussão. Este momento, enseja uma outra expressão popular “Quem fala muito, dá bom dia a cavalo”.

Pare o mundo, quero descer!

Professor Licio Antonio Malheiros é geógrafo

 

publicidade
Clique para comentar

Deixe seu comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Opinião

JULIANA ZAFINO – A reforma administrativa e o desafio dos gestores

Publicado

A reforma administrativa contida na PEC 32 tem suscitado uma série de discussões, não apenas a nível parlamentar, mas também no mundo acadêmico administrativista e entre os servidores que ingressaram sob o regime jurídico único. A maioria das discussões tem ressaltado as principais mudanças no regime de contratação dos servidores, mas percebe-se que os motivos da reforma administrativa vão além da mudança das regras para contratação de pessoal. O tema é delicado e merece uma profunda análise estratégica por parte do Poder Executivo.

Em perspectiva histórica, a reforma administrativa de 1964 teve como princípio a obtenção de rendimento e produtividade da Administração Federal. No Plano Diretor de Reforma do Aparelho do Estado (1995), dentre as perguntas básicas de diagnóstico, questionou-se a necessidade do contingente de funcionários existente para o desempenho das funções do Estado. Discutiu-se sobre as organizações públicas quanto a qualidade e eficiência de suas operações e se os serviços estavam voltados prioritariamente para o atendimento do cidadão, ou mais orientados para o simples controle do Estado.

O passado revela que as reformas administrativas foram precedidas de crises fiscais, demonstrando a crescente incapacidade do Estado em atender às demandas cada vez maiores dos vários setores da economia e grupos correspondentes, tornando concreto o conceito do sociólogo e economista James O’Connor (The Fiscal Crisis of the State , 1973).

É certo que numa crise, a primeira tendência é olhar para “dentro” e tentar diminuir os gastos, cortar aquilo que, a princípio, não é essencial. Porém, diminuir custos nem sempre resulta em melhores serviços. O fato é que, como bem destacou Woodrow Wilson (“The study of administration, 1887), “observando-se, cada dia, os novos encargos que o Estado é compelido a assumir, cumpre ao mesmo tempo distinguir claramente como lhe caberá desincumbir-se deles”.

A exposição dos motivos da PEC 32 vem sustentada em três eixos: a modernização do Estado, proporcionando à sua atuação maior dinamicidade, racionalidade e eficiência; a aproximação do serviço público da realidade do país; e a garantia de condições orçamentárias e financeiras para a existência do Estado e a consequente prestação de serviços públicos de qualidade. Essas perspectivas vão além da governabilidade e adentram no sentido da governança pública, desafiando os novos gestores a ampliar suas visões e ajustar o foco para novos modelos.

As lideranças que disputam as eleições nem sempre estão preparadas para governar e liderar pessoas, demonstrando baixa capacidade de resposta aos desafios governativos. A máquina estatal é movida por servidores em sua maioria altamente capacitados, como constatado na exposição de motivos da PEC da nova reforma administrativa. A questão é: esses perfis estão sendo bem utilizados? Essa é a pergunta que os gestores deverão fazer.

Ainda que a reforma possibilite a realização de contratações diretas, por meio de processos seletivos mais simples e céleres, bem como a adoção de critérios mínimos para a exoneração, o desafio da eficiência e da efetividade não será superado se não houver esse ajuste de foco.

Precisamos de gestores que além de políticos, possuam perfis mais versáteis, resilientes, éticos e, sobretudo, dispostos a encarar os cenários desafiadores, fazendo as perguntas certas e não tendo todas as respostas prontas. O mundo está em franca transformação e as concepções também. Os atuais governantes atuam num mundo complexo e precisam adaptar-se a novas realidades construídas pela globalização, numa sociedade conectada e com trocas comunicativas e fluxos de informações cada vez mais rápidos. Desenvolver competências para escolher novos perfis ou enxergar dentre seus liderados o melhor perfil para determinado trabalho, ganhando em motivação, rapidez no desenvolvimento das atividades de maneira eficiente, deve fazer parte do universo dos gestores. Colocar as peças certas em seus devidos lugares poderá aproximar os gestores dos seus liderados, fortalecendo os laços de cooperação  beneficiando assim, toda a sociedade.

Juliana Zafino I. Ferreira Mendes – Advogada sócia do Ferreira Mendes Advogados Associados com atuação em direito empresarial, direito público e compliance.

 

Continue lendo

Opinião

EDUARDO PÓVOAS – A China e seus súditos

Publicado

Até hoje não vi em nenhum canal de televisão, nenhum site ou mesmo em nenhum periódico, uma autoridade deste planeta, perguntar ao Sr Presidente Xi Jinping, com que finalidade alguns técnicos do seu regime faziam no laboratório quando dali saiu o corona vírus.

Quer dizer que o Corona não foi criado dentro desse laboratório de Wuhan, de certo saiu de dentro de um sanduiche que alguém levou lá pra dentro, de um vaso de planta ou até mesmo de uma fruta. Só idiota para acreditar nisso. Ou talvez de dentro de um rato, um cachorro ou um escorpião servido no almoço deles.

A China tem os países maiores produtores de alimento no “bolso”. Sabem esses países produtores que não podem abrir mão do mercado Chinês para comprar a produção deles, pois caso contrário, a economia dos mesmos entraria em colapso.

Isto não significa que tenhamos de se prostrar de joelhos aos pés do Sr. Xi Jinping que escondeu, segundo a imprensa internacional e a OMS, por duas semanas a divulgação da notícia do vírus. Seus dados se revelados fossem, teriam pouca credibilidade internacional, pois oriundos de um regime arcaico e desgastado, quem os avalizaria?

A China tem que explicar o porquê criaram (não há ainda prova concreta) o Corona.

Fazer um bem à humanidade? Melhorar a performance de alguma indústria ou agricultura?

Deixa claro e evidente que o desespero do governo Chinês para alimentar 1,393 bilhões de bocas tem preocupado os chefes comunistas.

Aqui no norte de Mato Grosso, muitos cilos e grandes depósitos são de propriedades chinesa. Vem comprando tudo que acham pela frente, pois a esperança da fome não matar seu povo seria ter terra onde se cultivar alimentos para esse povaréu todo.

No site Consultor Jurídico, o Dr Valério de Oliveira Mazzuoli, apresenta um trabalho no qual diz que há sim a possibilidade de se levar a China para um Tribunal Internacional, pela demora das autoridades Chinesas em comunicar a OMS sobre a pandemia.

A China tem que ser responsabilizada por essa pandemia. Não por ser o maior parceiro comercial do Brasil, que lhe dá o direito de dizimar a humanidade.

A esperança do planeta que isso venha a acontecer está na reeleição do Presidente Trumpp, único de peito para levar isto adiante.

E não vejo nenhuma autoridade tomar esse tema como carro chefe. Até quando veremos esses papa ratos, cachorro ou morcego, incinerando a humanidade para realizar, ou melhor, concretizar seus sonhos?

Eduardo Póvoas é odontólogo.

 

Continue lendo

Envie sua denúncia

Clique no botão abaixo e envie sua denuncia para nossa equipe de redação
Denuncie

Política MT

Policial

Mato Grosso

Esportes

Entretenimento

Mais Lidas da Semana