conecte-se conosco


Opinião

LICIO MALHEIROS – Hipocrisia tem limite!

Publicado

Vivemos em um país democrático, regido pela Constituição Federal que é o conjunto de leis fundamentais que organiza e rege o funcionamento de um país.

Entre os símbolos nacionais que representam oficialmente a nação brasileira, a Bandeira é um dos símbolos mais relevantes do nosso país, pois representa o Brasil e suas riquezas: naturais e geográficas, nas mais diferentes situações.

As cores, vede e o amarelo podem ser usadas sem quaisquer restrições, inclusive associadas a azul e branco.

Portanto, ela nunca será vermelha, como alguns insistem em rotulá-la.

Não estou de forma alguma usando viés político partidário, estou apenas, externando minha humilde opinião de um brasileiro patriota que ama e respeita sua pátria com unhas e dentes, independentemente, de quem esteja à frente da Nação.

Agora, quando deparamos com algum impropério; como o proferido recentemente por uma magistrada do Rio Grande do Sul, a juíza Ana Lúcia Todeschini Martinez, de Santo Antônio das Missões e Garruchos.

A nobre magistrada durante uma reunião com representantes de partidos; a mesma disse entender que a bandeira do Brasil será considerada uma propaganda eleitoral a partir do início oficial da campanha, no próximo dia 16 de agosto.

Nessa mesma reunião, veja o besteirol proferido por essa senhora ao dizer “o símbolo nacional tornou-se marca de “um lado da política” no país.

Quanta hipocrisia, ela continua com sua metralhadora giratória, munida com: inconsistência, bobagens, utopias, falácias e por aí vai.

Ao dizer “É evidente que hoje a bandeira nacional é utilizada por diversas pessoas como sendo um lado da política, né? De um dos lados há o uso da bandeira nacional como símbolo dessa ideologia, bandeira como ideologia política.

Nobre magistrada, a bandeira nacional, não está sendo usada apenas por um lado da política como a senhora diz; ela pode ser usada, desde que respeitada por qualquer cidadão brasileiro, partidos políticos quaisquer: de direita, de centro e de esquerda.

Sua fala tendenciosa, carregada de expertise, tem como objetivo central, macular a imagem do presidente da República Federativa do Brasil Jair Mesias Bolsonaro, um estadista, que desde 2018 quando assumiu os rumos da  nação, sempre fez alusão a bandeira nacional como símbolo máximo.

Professor Licio Antonio Malheiros é geógrafo

 

publicidade
1 comentário

1 comentário

  1. Anderson Siqueira disse:

    Parabéns pelo seu artigo professor Licio Malheiros.

Deixe seu comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado.

Opinião

FABRÍCIO POSOCCO – Paguei com Pix, mas era golpe. Saiba como recuperar o dinheiro

Publicado

Todo o dia criminosos tentam aplicar mais de 7 mil golpes em usuários do Pix. Esse número foi detectado pela empresa de cibersegurança Psafe, que somou 424 mil ocorrências, entre abril e maio deste ano. Nem toda a tentativa é convertida, mas já é perceptível a procura crescente do Poder Judiciário para recuperar dinheiro perdido em fraudes.
A boa notícia é que o próprio sistema de pagamento eletrônico instantâneo possui mecanismos para bloquear transferências e fazer a devolução do valor transacionado.
De acordo com o Banco Central, o bloqueio cautelar analisa o perfil do recebedor. Sempre que a instituição financeira identifica uma transação fora do habitual das movimentações feitas pelo correntista, o dinheiro fica bloqueado por 72 horas para checagem e verificação de fraude. Se constatar o golpe, o próprio banco faz a devolução para quem pagou e o estelionatário não recebe nada.
Se a pessoa perceber que foi vítima de fraude antes do banco do estelionatário descobrir o crime, ela deve registrar um boletim de ocorrência na delegacia de polícia física ou virtual. Em seguida, deve avisar ao banco onde tem conta, utilizando canais oficiais como SAC e ouvidoria. Desta forma, o seu banco entrará em contato com a instituição financeira do criminoso para bloquear o dinheiro e analisar a reclamação. Essa averiguação pode durar até sete dias. Quando a fraude é confirmada, o dinheiro é devolvido integralmente para o pagador.
Reforço que, mesmo com essas ferramentas adotadas pelo Pix, para monitorar operações suspeitas, o consumidor ainda precisa ficar muito atento. Além de sequestro-relâmpago e roubo de celular, tenha cuidado com a compra em site falso, o desconto que torna a aquisição ainda mais atrativa e o QR Code enganoso. Mantenha-se alerta para o perfil de rede social clonado, a central de atendimento bancário fictícia e a promessa de depositar uma quantia para receber mais dinheiro. Seja cauteloso com os donativos para histórias tristes e comoventes que chegam por SMS, WhatsApp e Facebook.
Lembre-se, os golpistas usam diversas táticas para enganar as pessoas. E, quanto mais rápido a vítima fizer o boletim de ocorrência e o contato com o seu banco, mais chance tem de receber de volta o valor. Caso o problema não seja resolvido pela instituição financeira, é possível recorrer aos órgãos de defesa do consumidor, como o Procon, ou ao Poder Judiciário para reparação do dano.

Fabricio Posocco é professor universitário e advogado no Posocco & Advogados Associados (www.posocco.com.br)

Continue lendo

Opinião

ARNALDO SÉRGIO – Diminuir níveis de insulina é a chave para emagrecimento

Publicado

A obesidade atualmente é considerada uma epidemia mundial devido à relação direta com a inflamação sistêmica, doenças cardiovasculares e metabólicas, sendo também o principal fator de risco para desenvolvimento de resistência à insulina e diabetes tipo 2. Em 2021, quase seis em cada dez brasileiros (57,25%) estavam com sobrepeso, enquanto o índice de obesidade ficou em 22,35% no Brasil. Os dados estão na pesquisa “Vigitel 2021”, realizada pelo Ministério da Saúde, que mapeia informações de saúde.

Quando comparadas as capitais com maiores índices de sobrepeso, Cuiabá aparece em 15º lugar, próximo da média nacional, com 57,03%. Estudos apontam que a obesidade aliada ao consumo elevado de gorduras, ativam proteínas inflamatórias capazes de alterar etapas na sinalização da insulina levando a um estado hiperglicêmico, no qual o exercício físico auxilia produzindo efeitos anti-inflamatórios, suprimindo a atividade destas vias e aumentando a expressão de proteínas chave na captação de glicose.

Portanto, melhorar a resistência a essa substância e reduzir os níveis no sangue hoje é sabidamente o que leva ao emagrecimento. Investir no estilo de vida saudável é a chave para prevenir e tratar resistência à insulina, através da manutenção “saudável” ou eliminando peso, melhora da composição corporal, adequação da dieta e prática de pelo menos 150 minutos de exercício físico semanalmente, ou seja, 30 minutinhos diários.

As causas da resistência a essa substância podem ser genéticas, patológicas (ovário policístico, doenças autoimunes, uso de corticoides) ou ainda ligadas ao estilo de vida. O fator exige maior atenção na puberdade, gestação e envelhecimento. E o excesso de peso, o acúmulo de gordura no abdômen (gordura visceral), a má qualidade alimentar e o sedentarismo podem contribuir para o aparecimento da resistência.

No Brasil 75% da população com diabetes tipo 2 não está no peso ideal sendo 42,1% com sobrepeso e 32,9% com obesidade. A insulina é um importante hormônio produzido pelo pâncreas. Sua função é metabolizar a glicose, levando-a para o interior das células, a fim de fornecer energia para o funcionamento do organismo nos seus diversos processos. Esse hormônio impacta muito o processo de emagrecimento, quando presente em níveis altos no sangue. Dos três macronutrientes – carboidratos, proteínas e gordura – os carboidratos são os que mais aumentam os níveis de açúcar no sangue.

Pessoas com condições de saúde caracterizadas pela resistência à insulina, como síndrome metabólica e síndrome do ovário policístico (SOP), podem sofrer uma diminuição eficaz dela com a restrição de carboidratos na alimentação. É essencial evitar o açúcar refinado para baixar seus níveis. A frutose, encontrada em açúcar, mel, xarope de milho de alta frutose e xarope de agave, também precisam ser evitados. Frutas com alto teor de frutose podem ser substituídas por frutas baixas em frutose. O açúcar promove a resistência à insulina, e os níveis desse hormônio no sangue. Ou seja, não adianta substituir o açúcar por mel.

O exercício aeróbio é especialmente eficaz no aumento da sensibilidade à insulina em pessoas obesas ou com diabetes tipo 2. Há também pesquisas mostrando que o treinamento de resistência pode ajudar a diminuir esses níveis em adultos, sendo o ideal para sedentários e em pacientes acima dos 35 anos.

Arnaldo Sérgio Patrício é especialista em Medicina Interna e Radiologia. Também é diretor da Unidade de Emagrecimento e Longevidade (UEL). Instagram @arnaldosergio

Continue lendo

Política MT

Policial

Mato Grosso

Esportes

Entretenimento

Mais Lidas da Semana