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Opinião

LICIO MALHEIROS – Energias Limpas e a Biosfera Terrestre

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A busca incessante por energia limpa em nosso país vem se tornando uma constante, tendo em vista, a utilização   de matrizes energéticas provenientes de fontes energéticas renováveis como a energia solar, ou fontes não renováveis como combustíveis fósseis. Fontes de energia são recursos naturais ou artificiais que possibilitam a produção de energia. Atualmente em nosso país são mais usadas as fontes de energia: hidroelétrica, petróleo, carvão mineral e atualmente os biocombustíveis, além de outras que são utilizadas em menor escala, como gás natural e a energia nuclear.

Infelizmente, a maior parte  dessas fontes de energias citadas, são consideradas, sujas, tendo em vista o alto grau de poluição, proveniente das mesmas, os efeitos nocivos delas, afetam sobre maneira o ar que respiramos e o que é pior, causando poluição ambiental, além  de gerar, problemas de saúde. As pessoas mais   atingidas encontram-se nos grandes centros urbanos, além de causar esse efeito maleficio aos homens,  provoca ainda,   o aquecimento global e  mudanças climáticas.

Em Mato Grosso, o ambientalista e gestor ambiental pela UFMT Emerson Santana de Almeida, se dedica há 8 anos a implantação no Estado, do uso das energias renováveis, em especial a solar, projeto este intitulado, “consultoria solar cidadã” através de diversos  projetos inovadores. Criou um “carrinho solar” em 2012 utilizando um painel solar fotovoltaico, com a finalidade de gerar, energia elétrica limpa, colocando para funcionar uma bomba d’água Solar, com baixo custo; o mesmo fez demonstrações, e faz in loco, mostrando a importância da utilização desse importantíssimo sistema de produção de energia.

O ambientalista frisa também, a quantidade de matéria prima existente em nosso estado, para implementação desse sistema, tendo em vista, 100%, de a energia ser proveniente do sol, fonte abundante em nosso estado. Fazemos parte, dos estados com maior potencial de radiação solar de qualidade, tanto para geração de energia elétrica, como também, para área térmica, no aquecimento da água para banho.

O Sr. Emerson é autor do projeto de lei, apresentado em 2015, dando  obrigatoriedade na instalação de sistemas térmicos solares nas casas populares de MT.

No Brasil, vai para 10 anos esta inovação, Eólica e Solar, com base na normativa 482/2012, a qual nos permite micro e mine, gerar energia elétrica desde que, sejam provenientes de fontes renováveis. O bolso, o meio ambiente, e as futuras gerações, agradecem a utilização de energia limpa.

O ambientalista em questão sente a ausência do poder público, no sentido de auxiliá-lo na  implementação desse brilhante projeto, que poderia ser levado e executado, na utilização dos mesmos, em conjuntos habitacionais, escolas estaduais, creches e por ai vai; a semente já foi lançada, basta agora regá-la para que possa dar bons frutos.

Parabéns geógrafos!

Professor Licio Antonio Malheiros é geógrafo

 

 

 

 

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Opinião

ONOFRE RIBEIRO – Ondas de pressão ambiental

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As pressões ambientais que Mato Grosso enfrenta hoje com os incêndios no Pantanal não são novas, Em 2005 a organização não-governamental Greepeace, premiou o governador Blairo Maggi de Mato Grosso, com a “motosserra de ouro”, em razão dos desmatamentos no cerrado para a agricultura de grãos.  Naquela época havia as aberturas de novas áreas de cerrado para o plantio de soja.

Blairo Maggi além de ficar profundamente constrangido e pressionado, tomou a questão com seriedade. Reforçou os compromissos ambientais do agronegócio estadual e foram assinados muitos protocolos de sustentabilidade a vigorar dali por diante. Mas na época causou um enorme transtorno à agricultura.

Hoje o agronegócio está fora do foco ambiental, exceto pelos questionamentos econômicos, políticos e ideológicos sabidos e conhecidos.

Em 2010 foi a vez da madeira. Duas operações “Jurupari” atingiram 51 municípios das regiões Norte e Noroeste de Mato Grosso, produtoras de madeira. A raiz do problema era o Ibama. Funcionários do órgão vendiam autorizações falsas pra o transporte de madeira, legalizando irregularidades. Durante alguns meses houve prisões, fechamento de madeireiras e de indústrias de madeira em toda a região. Os empreendedores da atividade tiveram que se regularizar e trabalhar dentro da lei. De certo modo, seguindo a cartilha nova do agronegócio. Hoje o setor de base florestal, como se chama agora, trabalha dentro da lei. E saiu do foco de operações e das vigilâncias policiais.

Em 2020 surge o Pantanal no foco. O tema são incêndios que se abateram sobre mais de 1 milhão de hectares pantaneiros nos estados de Mato Grosso e Mato Grosso do Sul. Os cenários são diferentes dos dois primeiros, mas a questão legal acaba guardando algumas semelhanças. O Pantanal queima por uma série de contradições legais, econômica e ideológicas. Erros em cadeia.

Os setores do agronegócio aprenderam a lidar no novo ambiente ambiental. O de base florestal também. O Pantanal seguirá, certamente, a mesma sequência do bom senso público, privado e institucional. Os dois primeiros se organizaram em instituições fortes como a Aprosoja – Associação dos Produtores de Soja e Milho, e a madeira no CIPEM – Centro das Indústrias Produtoras e Exportadora de Madeira. Os fazendeiros do Pantanal já começaram a agir em conjunto pra defesa coletiva.. O mais, é só uma questão de tempo pra se contornar e solucionar as questões ambientais pantaneiras.

Onofre Ribeiro é jornalista em Mato Grosso – [email protected]   www.onofreribeiro.com.br

 

 

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LICIO MALHEIROS – Hipocrisia

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A vilipendiação, dos valores éticos, morais, familiares e institucionais  em nosso país, está se tornando uma constante, realmente perderam o controle da situação, haja vista que, a exacerbação de pensamentos e  tomadas de decisões de cunho político partidário acabam comprometendo não apenas o propagador da ação, como também, da instituição governamental que hora ela representa.

A prática esportiva nos dias atuais é de suma importância, não há dúvidas disso, pois a mesma, desempenha papel singular em nosso desenvolvimento,  através  da atividade física, portanto, a mesma é fundamental para o desenvolvimento motor da criança e saúde do adolescente.

Agora, é lamentável sob todos os aspectos, quando alguém que representa um país, após conquistar a medalha de bronze na primeira etapa do Circuito Brasileiro, em Saquarema, no Rio de Janeiro. No momento da entrevista, tendo estampado em seu peito, o patrocínio de um banco estatal Banco do Brasil.

A jogadora de vôlei de praia Carol Solberg, após o término da disputa pelo terceiro lugar contra Josi e juliana, as atletas foram agradecer ao público na transmissão, ela diz, “Fora Bolsonaro”, a fala da atleta em questão, denota forte desequilíbrio emocional, jovialidade, imaturidade, presunção  e por aí vai.

Quanta deselegância e falta de patriotismo, tendo empunhado em seu peito a logo marca do Banco do Brasil um banco estatal, que patrocina a Confederação Brasileira de vôlei desde 1991, no governo Fernando Collor, sendo renovado até os dias atuais.

O contrato mais recente foi firmado em 2016, durante o governo Temer, com reserva de R$ 218 milhões por quatro anos de um acordo que termina ao final deste ano.

A jogadora em questão, tem todo direito de não gostar deste ou daquele governo, isso é uma questão de foro íntimo de cada um, porém essa  fala,  “Fora Bolsonaro” em uma contextualização: esdrúxula, vergonhosa e imoral, não atinge apenas, o estadista Presidente da República Jair Messias Bolsonaro, e sim,  57,7 milhões de brasileiros que votaram nele, e acreditam piamente em seu trabalho.

Essa atleta, é filha de Isabel, ex-titular da seleção brasileira de vôlei; a mesma, em 2018 declarou apoio amplo geral e irrestrito, ao então candidato Haddad (PT), isso faz parte do processo democrático, porém existe um ditado popular muito antigo, que caracteriza bem essa situação “O fruto não cai muito longe do pé”, obviamente se sua fala fosse em outro momento, não haveria tanta repercussão. Este momento, enseja uma outra expressão popular “Quem fala muito, dá bom dia a cavalo”.

Pare o mundo, quero descer!

Professor Licio Antonio Malheiros é geógrafo

 

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