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LÍCIO MALHEIROS – Casa Rural, sucesso inconteste!

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Hoje em dia, um bom empreendedor é aquele que tem habilidade, sabe identificar problemas, enxergar oportunidades, desenvolver soluções e investir em projetos com grande potencial de crescimento e desenvolvimento, visando com isso buscar os diferentes nichos de mercado.

Existe uma passagem bíblica, na qual  Mateus diz “primeiro os teus”, partindo, dessa premissa, hoje 14 de Janeiro, é a data em que nasceu  meu segundo filho, amado e estimado, Vitor Evangelista Malheiros.

Filho este, que me deu trabalho para criá-lo e educá-lo; passando sempre a ele, os princípios religiosos nos quais eu e sua mãe sempre pautamos sem os quais, não seriamos absolutamente nada nesta vida.

Em nosso país, infelizmente as pessoas acabam rotulando os outros, e o que é pior, estereotipando sempre o sobrenome familiar, como se todas as pessoas dessa mesma família, tivessem posses ou dotes; ledo engano.

Vitor Malheiros lutou muito para se formar em Empreendedorismo, num primeiro momento eu e sua mãe não acreditávamos que ele tivesse viés empreendedor, porém hipotecamos a ele, total confiança por acreditarmos em sua competência e força de vontade para trabalhar.

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Mesmo vivendo algumas adversidades pessoais, como todo jovem enfrenta, mesmo assim, acreditou em seu potencial, arregaçou as mangas e foi à luta, atrás do seu sonho em se tornar  empreendedor.

Praticamente sem dinheiro, levado pela vontade de vencer e apoiado e incentivado por sua esposa, Carina França Malheiros.

Compraram uma pequena loja,  na Rodovia Palmiro Paes de Barros, contrariando a minha vontade, pois sou muito medroso na questão de investimento, porém aquele velho ditado popular que diz “atrás de um grande homem existe uma mulher”, naquele momento prevaleceu.

Como em nossas vidas a presença de Deus é uma constante, mesmo na adversidade ele se faz presente e na vida do meu filho não foi diferente; pasmem os senhores, o locador desse imóvel, sentindo que meu filho através de trabalho hercúleo prosperava de forma maldosa e desnecessária, começou a pressionar meu filho a deixar o imóvel, ou pagar uma quantia impraticável.

Ai entra em cena a presença divina, meu filho tomado por uma força de vontade exacerbada em vencer, eu e sua mãe orávamos, para que algo diferente acontecesse; eis que surge,  outro prédio  maior e melhor localizado, nessa  mesma Rodovia Palmiro Paes de Barros  Nº 150.

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Ele ficou endividado, porém vem conseguindo honrar seus compromissos, e o que é melhor, modernizou sua loja; oferecendo aos seus clientes, modernidade, comodidade e tratamento de qualidade. Tendo como marca registrada, seu carisma e tratamento vip.

Parabéns Vitor Evangelista Malheiros, muitas felicidades seu pai te ama!

Professor Licio Antonio Malheiros é geógrafo

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Marcelo Ribeiro

Belo texto professor!
Eu pude sentir como pai, o orgulho de vê um filho prosperando mesmo contra todas as adversidades…. e pude sentir como filho, o orgulho e a felicidade que é ser homenageado pelo seu pai…
Parabéns ao senhor, e parabéns ao seu filho Vitor Malheiros (vitão)!
Fiquem com Deus
Abraços, do amigo Marcelo Ribeiro (Cecéu)…

Opinião

WELLINGTON FAGUNDES – Consolidar avanços: municipalismo

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Como homem nascido e criado no interior, aprendi desde muito cedo a importância da valorização das comunidades. Por isso, desde 1991, quando cheguei aqui no Congresso Nacional, tenho sempre me colocado na vertente da defesa dos municípios. Em 2019, particularmente, conquistamos importantes avanços na busca da consolidação dessa bandeira. E acredito que este ano – ano em que ocorrem as eleições municipais – haveremos de seguir com muito mais determinação nessa busca.

Posso dizer que foi uma grande satisfação ter sido apontado como o “senador número um” no ranking elaborado pelo Observatório Político da Confederação Nacional dos Municípios.  Mostra o tamanho do engajamento deste mandato com a causa municipalista, ao mesmo tempo que aumenta mais a nossa responsabilidade.

Alinhados, na condição de vice-presidente da Frente Parlamentar de Defesa dos Municípios, conseguimos importantes conquistas. Entre outras a partilha dos recursos arrecadados com o leilão do excedente de petróleo na camada do PRÉ-SAL, a chamada “cessão onerosa”. Apesar da expectativa que frustrou em parte, todos nós, já que esperávamos 10 bilhões e 600 milhões de reais, avançamos no conceito da distribuição das riquezas do Brasil para todos os brasileiros.

Foi importante derrubar, por meio do destaque que apresentei, os vetos do Governo ao projeto de ‘Reforma do Imposto sobre Serviços – ISS -, garantindo R$ 6 bilhões a mais no Orçamento das prefeituras em todo Brasil.

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Também conseguimos, por hora, afastar o risco trazido pela PEC do Pacto Federativo, que, entre outros, propunha a extinção dos municípios com menos de 5 mil habitantes que não comprovarem sustentabilidade financeira. Essa proposta na PEC varre do mapa 1.217 municípios, quase 22% do total de municipalidades existentes no País. Em meu Estado, cujas dimensões são continentais, seriam 34 municípios, ampliando ainda mais as distâncias.

A questão que tanto debatemos é: por que extinguir se temos capacidade e condições de fortalecer os municípios e fazer jus aos cidadãos que estão lá na ponta, trabalhando, vivendo com dificuldades, mas, acima de tudo, ajudando o Brasil, já que todos nós pagamos impostos.

Cito aqui um exemplo, o ITR, conhecido como “imposto dos 10 reais”. Instituído há mais de um século no Brasil,  esse imposto tem se revelado “completamente ineficaz”, pois não cumpre com nenhum de seus propósitos. Não gera receita e não desestimula as propriedades improdutivas. Como resolver? Transferindo a competência aos municípios. Por isso apresentei a Proposta de Emenda Constitucional número 749, que, espero, sinceramente, que seja aprovada o mais breve possível neste ano, como forma de seguirmos consolidando o avanço do municipalismo e levando, objetivamente, benefícios diretos a toda a sociedade.

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Nesse sentido, seguiremos em 2020 trabalhando para restabelecer o equilíbrio do Pacto Federativo, de forma que se se compreendam as dificuldades financeiras enfrentadas pelos  municípios. Afinal, atualmente a distribuição atual de dinheiro não assegura o mínimo que os municípios precisam para garantir a oferta adequada de serviços públicos aos seus moradores.  Os gestores municipais precisam de um orçamento compatível com as atribuições legais que são obrigados a cumprir.

Precisamos fazer a partilha do bolo tributário, hoje concentrado no Governo Federal. Até pouco tempo atrás, menos de 14% é que ia diretamente para os municípios. Lutamos muito, a cada ano,  evoluímos, e hoje estamos chegando aos 19%. A Constituição diz que tem de ser 21%, no mínimo – o que nos impõe dizer que o  próprio Governo não obedece à Constituição brasileira. Esse é o nosso desafio.

Wellington Fagundes é senador por Mato Grosso e vice-presidente da Frente Parlamentar de Defesa do Municipalismo

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Opinião

JOSÉ DE PAIVA NETTO – Desvendar a premonição: desafio da Ciência

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Analisando os fenômenos psi, estudados pela Psicologia Anomalística e que apresento em minha obra Os mortos não morrem (2018), destaquei na revista JESUS ESTÁ CHEGANDO! no 110, de abril de 2011, uma pesquisa internacional sobre a capacidade de antever fatos vindouros:

O dom de prever o futuro é assunto antigo e até hoje intriga o raciocínio humano. Felizmente, a comunidade científica fortalece o debate de evidências e casos que vêm surgindo. Esse é o tema no qual se concentra o respeitado professor emérito de Psicologia da Cornell University (EUA) Daryl J. Bem. Sua pesquisa publicada, em março de 2011, no Journal of Personality and Social Psychology — conceituada revista da Associação Americana de Psicologia —, resultado de estudo desenvolvido por ele ao longo de oito anos, provocou ao mesmo tempo elogios e críticas de seus pares e da sociedade em geral.

Isso me faz lembrar um pensamento do talentoso Oscar Wilde (1854-1900), que o saudoso Proclamador da Religião de Deus, do Cristo e do Espírito Santo, Alziro Zarur (1914-1979), costumava repetir: “Quando os críticos divergem, o artista está de acordo consigo mesmo”.

Demonstrando detalhadamente o método empregado — o que permite a reprodução da amostragem e a verificação por outros pesquisadores — e, em alguns casos, baseando-se em estudos tradicionais da área, apenas modificando a ordem dos processos, o dr. Daryl aplicou nove experimentos a mais de mil participantes. Obteve resultados significativos para tentar explicar os chamados fenômenos psi, que constituem, na definição do autor, “processos anômalos de informação ou transferência de energia atualmente sem explicação nos termos dos mecanismos físicos e biológicos conhecidos”.

Os eventos pesquisados são os de percepção extrassensorial (PES) — clarividência, telepatia e psicocinese —, com destaque para a premonição e a precognição.

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Em sua análise, o dr. Daryl, também formado em Física, entre outras áreas, se utiliza das concepções teóricas da mecânica quântica para elucidar tais fenômenos. Em face de tantas perspectivas, ainda há muito a compreender desse Universo infinito, que nos impele a desvendar seus mistérios. Por esse motivo, é indispensável revestirmo-nos de humildade diante de imenso saber, que nos desafia a inteligência. O estudo do dr. Bem, um dos mais proeminentes pesquisadores da psicologia social, nos convida a investigar com isenção o assunto. Embora seja uma realidade, esse tema é descartado por alguns pensadores como objeto válido de investigação, pois foge às bem-intencionadas, porém restritas, teorias correntes, por vezes aceitas inadvertidamente como verdades pétreas.

Recordo-me de assertiva que proferi por ocasião do I Fórum Internacional de Ufologia, sediado pelo ParlaMundi da Legião da Boa Vontade, em Brasília/DF, de 7 a 14 de dezembro de 1997: O mundo discute, há muito tempo, a existência dos chamados UFOs (óvnis). Relativamente a isso, a questão não é acreditar ou deixar de crer neles, mas, sim, saber se esses fenômenos são ou não verdadeirosA comprovação dessa realidade cabe naturalmente à Ciência.

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O mesmo argumento é válido para os fatos considerados sobrenaturais, por não caberem na lógica convencional, que não é absoluta e, por isso mesmo, precisa ser constantemente revisada. Afirmo e reafirmo: dogmatismo em Ciência é aberração.

José de Paiva Netto, jornalista, radialista e escritor. [email protected] — www.boavontade.com

 

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